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Vida de associada tem reviravolta com ajuda da Mútua

A engenheira eletricista Silvia Cristina de Souza diz que o benefício Pecuniário “concedeu esperança” quando se viu sozinha e a “única mão estendida foi a da Mútua”

Ninguém está totalmente blindado contra dificuldades e imprevistos, seja a perda do emprego ou uma fatalidade. Esses infortúnios podem acarretar mudanças significativas e impactos profundos na vida. Garantir saúde, alimento e moradia, o básico para a sobrevivência de uma família, pode representar a esperança do recomeço para quem passa pelas dificuldades.

Esse amparo social é a raiz da Mútua, é sua origem, foi para isso que a Caixa de Assistência nasceu e, dessa forma, para fazer a diferença na vida da associada Silvia Cristina de Souza. Quando ela mais precisou, a Mútua-MG mostrou sua força de impactar positivamente e atendeu ao seu anseio.

Eng. eletric. Silvia Cristina de Souza, associada à Mútua-MG desde 2012

A profissional, formada aos 24 anos, hoje, com 43, teve sua vida marcada por uma série de dificuldades que culminaram, no ano passado, em uma situação de vulnerabilidade social e financeira. “Imprevistos acontecem com qualquer um. Vim de uma família de empresários, sempre estudei e trabalhei e, além de Engenheira, tenho licenciamento em Matemática e Física. Mas, por algumas escolhas, por querer ajudar familiares e por situações complexas, como um relacionamento abusivo, me vi nessa posição de fragilidade. Ninguém sai ileso de momentos difíceis da vida. Esse apoio da Mútua foi primordial e fora do comum. Por mais que tenhamos familiares, existem certos contextos em que não podemos contar nem com eles”, explica Silvia.

O apoio ao qual se refere a profissional é o auxílio social Pecuniário, concedido em forma de ajuda mensal ao associado carente de recursos, em evidente necessidade. Sem trabalhar, recuperando-se de uma doença, com dívidas e um filho autista, que requer mais atenção, a associada recorreu à Mútua-MG.

Seu pedido foi rapidamente atendido. “A empatia com que todos da Mútua cuidaram do meu caso, me escutaram desde o primeiro momento, tiveram um direcionamento tão sério e tão rápido dentro da grande necessidade em que eu me encontrava, com dificuldades de manter as necessidades básicas, foi fundamental”, diz.

História com a Mútua

Sua história com a Mútua começou em 2012, quando trabalhava em um órgão público mineiro e seu pai era seu dependente no plano de saúde. Silvia relata que, na época, tinha o desejo de ser mãe e, para isso, precisaria fazer um tratamento e se dedicar à família. Mas não saía do emprego fixo devido à assistência de saúde que mantinha para o pai. Ao conhecer a Mútua, lembra ela, sua visão da Caixa de Assistência “foi como uma porta para a esperança, um lugar em que meus sonhos estavam depositados”.

Ao se tornar associada à Mútua e ingressar no plano de saúde oferecido pela Instituição, poderia realizar seu sonho da maternidade, ser uma profissional autônoma, se dedicar à família e ainda continuar com seu pai como seu dependente no plano de saúde. Isso tudo ocorreu em janeiro de 2012. No mesmo ano, em julho, seu pai faleceu. Os demais planos de Silvia seguiam firme em seu coração e, em outubro daquele ano, ela deixou o emprego no órgão público. Nos anos seguintes, a empresa da família passou por dificuldades e Silvia esteve presente para ajudar, mas acabou se desvinculado da empresa.

A maior conquista

Seu filho Victor, de cinco anos

A maternidade veio naturalmente, em 2015, mas Silvia não pôde contar com o pai do seu filho. Seu “príncipe”, o pequeno Vitor, que por ser autista, demandava mais atenção e acompanhamento especializado. “Quando meu filho foi diagnosticado como autista, só conseguimos realizar os tratamentos que ele precisava (fonoaudiologia, psicologia e TEO – Tratar, Estimular e Orientar) graças ao plano de saúde da Mútua” – relata. “A segurança de ter um plano que permitisse um acompanhamento semanal das terapias orientadas pelo neuropediatra foram essenciais para seu desenvolvimento. Posso dizer que, várias vezes, a Mútua resguardou nossa vida e nossa saúde”, destaca.

O momento mais difícil estava por vir

Nos anos seguintes, a vida da profissional foi marcada por problemas familiares e dívidas. O ano de 2020 chegou e, com ele, a pandemia de Covid. As famílias passaram a ter novos gastos e, também, o contexto econômico do país deixou as necessidades básicas ainda mais inflacionadas. “A vida muda: a Covid tem nos mostrado. E num momento em que, devido a situações adversas, não pude contar com ninguém, éramos eu e meu filho. Após ter vendido meu apartamento no início da pandemia, fiquei sem ter onde morar. Uma situação inesperada, totalmente adversa”, revela.

A saída vislumbrada por Silvia foi sua Caixa de Assistência. “Não tinha a quem recorrer. A concessão dessa esperança quando me vi sozinha foi a única mão que vi estendida”. Em sua avaliação, “o poder público não consegue alcançar uma classe que se encontra entre os que têm profissão, que têm um rendimento de classe média”. E complementa: “mães que tiveram que deixar tudo para se dedicar a seus filhos, como eu, ficam à margem do sistema, cuja decisões judiciais levam mais de um ano para sinalizar uma sentença, mesmo quando envolve uma criança com necessidades especiais”. desabafa.

“Não pude contar com ninguém, éramos eu e meu filho”, conta Silvia

Sonhos, lar e subsistência

A associada mineira externa sua gratidão à Mútua. “Foi a porta que se abriu no momento em que não tinha mais porta nenhuma. Desconheço outra instituição no formato e seriedade que a Mútua apresenta. Ela nos veio em forma de pessoas extremamente competentes e humanas, com a Cristiane [Ferreira Ozório] aqui da Mútua Minas, que nos oferece, além da empatia sincera, sua seriedade e seu trabalho.

Concluindo, Silvia diz que a concessão do auxílio “está sendo determinante para a construção de mais que um sonho, a necessidade de um lar e a manutenção das contas básicas”.

Fonte: Gecom/Mútua

Fotos: Arquivo pessoal

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