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Mútua participa do XXII Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas

A Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS) finaliza nesta sexta-feira (5) o XXII Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas, em São Paulo (SP). O evento, que começou no dia 3, contou com o apoio da Mútua e ainda sediou, paralelamente, o XXIII Encontro Nacional de Perfuradores de Poços e a FENÁGUA 2022.

O diretor de Tecnologia da Mútua, geólogo Waldir Costa Filho, e o diretor geral da Mútua-SP, engenheiro eletricista Renato Archanjo, acompanharam o Congresso. Com estande na FENÁGUA, a Caixa de Assistência, por meio dos colaboradores da Regional de São Paulo, prestou atendimento aos profissionais do Crea que prestigiaram a feira. Durante os três dias de evento, a equipe da Mútua-SP realizou a inscrição de novos associados, sanou dúvidas sobre os benefícios, TecnoPrev, novos projetos, entre outros. Houve, ainda, uma grande procura por informações a respeito dos novos planos de saúde.

A FENÁGUA reuniu cerca de 80 estandes onde foram apresentados equipamentos, produtos e serviços ligados à hidrogeologia. As inovações da feira aconteceram ainda no conteúdo. O último dia foi reservado para uma série de summits – eventos voltados a públicos consumidores com palestras e workshops realizados pelos próprios expositores.

Aquíferos

As águas subterrâneas ficam sob a superfície terrestre e constituem os aquíferos, que concentram 99% das águas doces e líquidas de todo o planeta.

As principais entidades ligadas à hidrogeologia no mundo afirmam que há 62,7 vezes mais água subterrânea do que toda a água superficial da Terra. E alertam que o uso sustentável desse recurso é um dos principais caminhos para que o mundo supere a crise hídrica que o planeta já começou a enfrentar. De acordo com a Abas e as previsões da Unesco, eventos severos com seca prolongada podem ser mais graves e devastadores do que todas as pandemias e guerras da história.

O Brasil dispõe de grande volume de água superficial e subterrânea, com 350 mil m³ por pessoa. No entanto, como em todo o planeta, o maior desafio está na gestão desses recursos. Apesar da imensa disponibilidade, a população ainda está à mercê da escassez pela falta de infraestrutura e de gestão adequada. Os riscos da superexploração em alguns trechos são grandes, bem como da contaminação dos aquíferos e do desperdício.


Segundo o relatório da Unesco sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2022, somente com mais investimentos em conhecimento, infraestrutura e capacitação de profissionais, as reservas subterrâneas poderão se tornar catalisadoras do crescimento econômico mundial.

Hoje, as águas subterrâneas fornecem metade do volume da água captada para uso doméstico pela população mundial e cerca de 25% de toda a água captada para irrigação, abastecendo 38% das terras irrigadas do mundo.

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O Congresso

Com o tema central “Águas Subterrâneas: invisível, indivisível e indispensável”, o XXII CABAS ocorreu em um momento de retomada das atividades sociais e econômicas, mostrando a pujança do setor no Brasil no ano de 2022, proporcionando um ambiente para o compartilhamento e a discussão de temas relevantes da área, por intermédio de profissionais, área acadêmica e a sociedade.

Visita à Mútua-SP

Em sua passagem pela capital paulista, o diretor executivo da Mútua aproveitou para visitar a Regional do estado. Waldir Costa Filho, que estava acompanhado pelo assessor da Mútua, Ricardo Araujo, foi recebido pelos colaboradores da Mútua-SP.

 

Alline Abreu – Comunicação/Mútua (Com informações do Confea)

Fotos: Mútua-SP e Confea