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3º Encac se inicia com teorias e práticas sobre controle interno

Com a participação do secretário federal de Controle Interno da Corregedoria Geral da União, Valdir Agapito Teixeira, e do auditor de Controle Externo do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Romildo Araújo da Silva, o 3º Encontro Nacional de Integração dos Contadores, Auditores e Controladores do Sistema Confea/Crea e Mútua (3º Encac), foi aberto hoje, 08/04, pela manhã, pelo presidente do Confea, eng. civil José Tadeu da Silva.
 
Ao se dirigir aos cerca de 70 participantes do evento, afirmou  que o “Sistema passa por momento histórico e precisa entrar em consonância com os novos tempos”. Para José Tadeu, “gerir os recursos do Sistema, vindos do bolso de profissionais e empresas exige controle absoluto e grande responsabilidade, e a orientação do Tribunal de Contas da União é fundamental para não incorrermos em erros que podem comprometer a prestação de contas de cada Regional e do próprio Conselho Federal”.“Vamos contratar mais auditores para cuidar do controle contábil e financeiro dos Creas, e focar na gestão administrativa e institucional de cada Regional”, anunciou.

Araújo Silva aproveitou a oportunidade para elogiar a iniciativa do Confea de elaborar, em conjunto com os contadores e auditores dos Creas, o Manual de Controle Interno do Sistema Confea/Crea e Mútua, com o objetivo de orientar e padronizar os procedimentos de controle interno. As diretrizes do manual foram definidas no 2º Encac, que ocorreu em outubro de 2012, e a minuta do documento deve ser concluída no Encontro desta semana.
 
Em sua palestra, Araújo fez um panorama histórico sobre a prestação de contas, desde a Grécia Antiga, passando pelo Império Romano, Índia e China Antigas, Idade Média, até chegar à Revolução Francesa, cuja Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, em seu artigo 15, estabelece o direito de a sociedade pedir conta a todo agente público de sua administração. Araújo também explanou sobre o termo em Inglês "accountability", sem tradução exata para a Língua Portuguesa, mas que significa a responsabilidade moral e ética de um governo ou agente público em prestar contas.

Fonte: Confea

 

 

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