Saúde Mútua: cuidados básicos de prevenção da gripe H1N1

Também conhecida como gripe Influenza tipo A ou gripe suína, a gripe H1N1 é uma mutação do tradicional vírus da gripe, com maior registro no país a partir de 2009, quando um grande surto da doença atingiu parte da população.

Os sintomas e a transmissão da gripe H1N1 são bem parecidos com os da gripe comum, diferenciando-se, contudo, pelas graves complicações que podem surgir. Sendo uma doença tipicamente de inverno, a gripe se alastra, normalmente, a partir de maio. Agora em 2016, o vírus tem circulado prematuramente já desde março, com maior número de casos registrados em São Paulo. Foram 260 casos no estado até março deste ano, contra 141 em todo o Brasil no ano passado.

A transmissão ocorre da mesma forma que a gripe comum, ou seja, por meio de secreções respiratórias, como gotículas de saliva, tosse ou espirro, principalmente. Após ser infectada pelo vírus, uma pessoa pode demorar de um a quatro dias para começar a apresentar os sintomas da doença. Da mesma forma, pode demorar de um a sete dias para ser capaz de transmiti-lo a outras pessoas. É importante ressaltar que, assim como a gripe comum e outras formas da doença, a gripe H1N1 também é altamente contagiosa.

Gestantes, doentes crônicos, crianças, pessoas com obesidade e com outros problemas respiratórios estão entre os grupos mais vulneráveis ao contágio da gripe H1N1. Permanecer em locais fechados e com aglomerado de pessoas, levar as mãos à boca ou ao nariz sem lavá-las antes e permanecer em contato próximo com pessoas doentes são as principais ações que podem aumentar os riscos de transmissão da doença.

Sintomas

Muito parecidos com os da gripe comum, os sintomas da H1N1 são mais intensos, avançando para complicações respiratórias principalmente em pessoas mais jovens. Uma pessoa com a gripe H1N1 pode apresentar os seguintes sintomas: febre alta, tosse, dor de cabeça, dores musculares, falta de ar, espirros, dor na garganta, fraqueza, coriza, congestão nasal, náuseas e vômitos e diarreia.

Para o correto diagnóstico da doença, o médico irá avaliar questões como sintomas, tempo em que estão ocorrendo, histórico de saúde do paciente, contato com pessoas infectadas e se houve a imunização com a vacina apropriada. Tudo será correlacionado com as complicações frequentes ligadas ao vírus H1N1 e exames também ajudarão no diagnóstico.

A maioria dos casos de gripe H1N1 é sanada completamente sem a necessidade de internação hospitalar ou do uso de antivirais. Em alguns casos, no entanto, o uso de medicamentos e a observação clínica são necessários para garantir a recuperação do paciente.

Prevenção

A prevenção de gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:

Evite manter contato muito próximo com uma pessoa que esteja infectada;

Lave sempre as mãos com água e sabão e evite levar as mãos ao rosto e, principalmente, à boca;

Leve sempre um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos sempre estejam esterilizadas;

Mantenha hábitos saudáveis. Alimente-se bem e coma bastante verduras e frutas. Beba bastante água;

Não compartilhe utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros;

Se achar necessário, utilize uma máscara para proteger-se de gotículas infectadas que possam estar no ar;

Evite frequentar locais fechados ou com muitas pessoas;

Verifique com um médico se há necessidade de tomar a vacina que já está disponível contra a gripe H1N1.

Vacinação

Na rede pública de saúde a campanha nacional de vacinação contra o vírus H1N1 só começa, todos os anos, no final de abril e início de maio. No entanto, com o surto em São Paulo, o estado vai antecipar a campanha, utilizando doses da vacina de 2015. Vale ressaltar que a rede pública somente imuniza os chamados grupos de riscos, crianças entre 6 meses e 5 anos, idosos acima de 60 anos, gestantes e portadores de doenças crônicas. Na rede privada também é disponibilizada a vacina, tendo inclusive aumentado exponencialmente a procura pela imunização neste início de 2016.

Mútua promove vacinação de seus colaboradores e diretores

Já há alguns anos a Mútua promove campanha interna de vacinação contra a gripe para todos os seus colaboradores e diretores. Este ano, na Sede da Instituição já foi levantado o número de doses necessárias da vacina e em breve os colaboradores serão imunizados. As Regionais também estão autorizadas a executar a campanha, com a organização a cargo de cada unidade.

Esta é uma iniciativa de promoção de qualidade de vida e de saúde, obtendo como resultados a redução de atestados médicos e a salubridade do ambiente de trabalho.

Fonte: Gecom/Mútua (com informações do site Minha Vida)

Deixe seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.