Rio Water Week é lançada no Fórum Mundial da Água

A Rio Water Week – Congresso e Exposição Internacional sobre Água, Crescimento Sustentável e Desenvolvimento Humano, evento que transformará o Rio de Janeiro na capital mundial da água dos dias 26 a 28 de novembro, foi lançado nesta terça, 20 de março, durante o 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília-DF. O evento será realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) de forma pioneira no continente americano, a exemplo das edições que já ocorrem com sucesso em Estocolmo (Suécia) e Singapura.

O Congresso tem por objetivo apresentar e discutir os desafios, políticas públicas, soluções e tecnologias existentes no Brasil e no Mundo. Também será trabalhadas as mais variadas facetas da temática agua, como sua captação e tratamento, adução e distribuição ás populações urbanas e rurais, passando pela irrigação, seu reaproveitamento após utilização e gestão dos recursos hídricos. As discussões serão divididas em 9 temas, 23 tópicos e 45 sessões reunindo os maiores especialistas do Mundo da água em Regulação, Comunicação, Financiamento, Gestão Eficiente, Formação e Capacitação, Governança e Planejamento, dentre outros.

Em seu discurso na cerimônia de lançamento o presidente nacional da ABES, Roberval Tavares de Souza, ressaltou para os presentes o foco da realização, que é desenvolver a cadeia de saneamento com relação à capacitação e melhorar a gestão das empresas prestadoras de serviço e o desenvolvimento das políticas do setor para ajudar o país a sair dos baixos índices do saneamento. “Queremos envolver diversas partes do mundo para discutir a água e o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável 6 estabelecido pela ONU – Água para todos até 2030 – nesse evento”.

Roberval aproveitou a ocasião para reforçar mais uma vez o posicionamento da ABES contra à MP do Saneamento. “Estamos há três meses debatendo com o Governo Federal, que pretende emitir uma medida provisória para mudar uma lei que demorou 20 anos para ser construída – a Lei 11.445”, lembrou o engenheiro. “Somos contra a MP. Temos que ter um projeto de lei e debater as melhorias com a sociedade. Precisamos melhorar a qualidade de vida e a saúde da população”, finalizou.

Fonte: Gecom/Mútua

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