Instalação de energia renovável triplicou no Brasil. Mútua oferece o benefício

Conheça o Mútua Premia, que vai escolher e premiar os melhores projetos com recursos dos seus benefícios “Energia Renovável”, “Inovação” e “Propriedade Intelectual”

A criação do benefício da Mútua voltado para os associados que desejam comprar e instalar equipamentos de energias renováveis segue tendência crescente no país pela busca, cada vez mais frequente, por energias alternativas que, além de gerarem grande economia nas contas de luz, também ajudam na sustentabilidade.

O número de instalações geradoras desse tipo de energia para residências triplicou no Brasil no ano passado. Contudo, os consumidores pedem mais incentivos para investir nessas estruturas. Os dados são do Jornal Bom Dia Brasil, da TV Globo, em matéria veiculada no início deste mês. Com um custo relativamente alto, cerca de 25 mil, uma instalação residencial de placas fotovoltaicas (para energia solar), dependendo do consumo de cada lar, pode ter seu investimento retornado em quatro anos.

Na matéria, o jornalista André Trigueiro mostra o exemplo de um morador do Rio de Janeiro que, com a instalação de um sistema de energia solar, tem tido uma redução de 60% na sua conta. A energia excedente gerada pelo telhado é exportada para a rede, virando crédito na conta de luz. Isso só foi possível após a homologação da instalação das placas solares pela empresa distribuidora de energia no estado, o que levou cerca de 7 meses.

Para incentivar que cada vez mais os moradores insiram essas estruturas em suas casas, a Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou mudanças. Agora, as distribuidoras de energia têm até 34 dias para ligarem os micro geradores de energia solar à rede (antes o prazo era de até 82 dias) e os créditos excedentes gerados pelas placas fotovoltaicas passam a ter validade de cinco anos, não mais apenas três anos.

Outra ressalva que influencia a decisão do consumidor na hora de instalar os equipamentos de energia solar é a taxação de impostos. Em 12 estados do Brasil ainda há a cobrança pela geração excedente de energia solar em residências e escritórios. Nos outros 14 estados e no DF (essa região abriga 75% da população total do país) essa cobrança foi extinta. Desde o ano passado, não são mais cobrados, em todo o país, o PIS e o Cofins.

Confira aqui a matéria completa do Bom Dia Brasil

Fonte: Gecom/Mútua (com informações do Jornal Bom Dia Brasil)

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