FMA: Abertura oficial marca início dos debates

A primeira edição do Fórum Mundial da Água (FMA) realizada no Hemisfério Sul, a de número oito, acontece esta semana em Brasília (DF). A solenidade de abertura foi realizada na manhã desta segunda-feira (18), no Palácio do Itamaraty e transmitida ao vivo no auditório principal do Centro de Convenções Ulisses Guimarães, local que sedia as palestras, mesas redondas e demais agendas técnicas do Fórum. Dez chefes de Estado, representantes da ONU e de 150 países participam do evento, que conta com mais de 300 debates sobre os mais diversos aspectos ligados ao tema água, como políticas públicas, uso racional, reaproveitamento, entre outros.

“Precisamos comemorar a realização de um evento dessa envergadura em nossa país, além de participar de forma proativa e auxiliar no estabelecimento de um legado pós-evento que realmente seja aplicável. Nós, profissionais da área tecnológica, somos os detentores dos conhecimentos e das técnicas pertinentes à gestão dos recursos hídricos e nossa força de trabalho está à disposição do nosso país”, ponderou o presidente da Mútua, eng. civil Paulo Roberto de Queiroz Guimarães.

,Para a presidente do Crea-DF, eng. civil e de Seg. do Trab., Fátima Có, o Fórum Mundial da Água chega em um momento onde é preciso buscar soluções urgentes, obrigando todos a repensar e a desenvolver uma cultura do cuidado. “Os fundamentais “rs”: reduzir, reusar, reciclar, respeitar e reflorestar. O que significa uma transformação radical naquilo que se compreende como cultural. E a atual situação de grave escassez de água no mundo já afeta a nós brasilienses. É preciso mais solidariedade social e cooperação entre todos, pensar e buscar as medidas necessárias, encontrar soluções”, alerta.

O eng. agr. Francisco Almeida, presidente do Crea-GO e coordenador do Colégio de Presidentes do Sistema, destaca que as ações em torno do setor precisam ser implantadas a longo prazo. “É necessário que se invista mais em infraestrutura com técnicas apropriadas nas próximas décadas, com a participação efetiva dos profissionais da área tecnológica no planejamento e na orientação da utilização das águas de bacias hidrográficas, com o objetivo de prevenir os possíveis impactos negativos em consequência de atividades industriais, agrícolas e urbanas. Só assim poderemos alcançar a segurança hídrica e caminhar rumo ao desenvolvimento sustentável”.

As entidades nacionais da Engenharia, Agronomia, Geografia, Meteorologia, Geologia, e os correspondentes técnicos industriais e agrícolas, lembra Wilson Lang, engenheiro civil, presidente do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape Nacional) e coordenador do Cden, “representam o conjunto de mais de um milhão de profissionais brasileiros  que foram preparados tecnicamente para enfrentar todos os desafios inerentes ao desenvolvimento sustentável do planeta. No exercício ético das suas profissões inclui-se o compromisso da defesa e construção de um mundo sustentável. Assim, todos os aspectos técnico-científicos e de gestão do uso racional da água estão incluídos nas suas atribuições. Desde a avaliação do valor econômico da água até programas de conscientização de crianças do ensino fundamental, as Entidades Nacionais podem contribuir com suas foças inovadoras e resolutivas.”

Mútua: compartilhando conhecimento e qualidade de vida

Assim como o tema central do FMA – Compartilhando Água – a Mútua também trouxe para seu estande na Feira do evento o mote do compartilhamento, seja de conhecimento com a troca de experiências entre os profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua com os profissionais de outros países, seja do papel da Mútua como o braço assistencial da categoria, compartilhando qualidade de vida e bem-estar há mais de 40 anos.

Quer aparecer nas mídias sociais da Mútua ou nos telões no estande da Caixa de Assistência no FMA: Então publique seus vídeos e fotos com a hashtag #MutuaCompartilhando

Vila Cidadã, Feira e Expo

Além das cerca de 300 sessões de debates que acontecerão nas salas do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o 8º Fórum Mundial da Água conta com três outros espaços de visitação: a Vila Cidadã, a Feira e a Expo.

Na Vila Cidadã estão acontecendo atividades interativas voltadas para a construção de diálogos com a sociedade, como exposições, talk shows e ambientes imersivos. O objetivo do espaço é ampliar a consciência, a atenção pública e a participação social para assuntos relacionados à água, além de promover soluções inovadoras para os problemas que os cidadãos enfrentam no cotidiano.

A Vila ocupa uma área de 10 mil metros quadrados e o credenciamento para visitação é gratuito e também permite o acesso à Feira, que é uma vitrine para produtos, serviços e soluções sustentáveis de empresas públicas e privadas, consumidores, organizações não governamentais, sociedade e demais interessados no tema.

A Expo é um espaço voltado para o fomento de negócios e parcerias entre empresas, governos, associações e academia. Seu acesso é restrito aos congressistas e palestrantes.

Fonte: Gecom/Mútua

 

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