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Os mais de 30 conselheiros que coordenam as Câmaras Especializadas de Engenharia Industrial dos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas), de todo o País, estão na capital amazonense para a 2ª Reunião Ordinária da Comissão das Câmaras. O encontro começou na manhã desta terça-feira (28), com uma visita técnica à fábrica da Moto Honda da Amazônia, que funciona no Pólo Industrial de Manaus (PIM).
Inaugurada na década de 70, a Moto Honda é hoje a maior fábrica de motocicletas da companhia em todo o mundo e um dos maiores empreendimentos do PIM, com produção anual de mais de 1,5 milhão de motos. Durante duas horas, os conselheiros conheceram as instalações da fábrica, conversaram com os engenheiros responsáveis pelos vários processos de fabricação da motocicleta e acompanharam as principais etapas de produção da Honda, bem como as tecnologias utilizadas. Em números absolutos, a empresa é a segunda maior fabricante de veículos automotores do Brasil, produzindo 27 modelos de motocicletas nacionais, além de quadriciclos e motores estacionários. Na linha de importados, são nove modelos de até 1.800 cilindradas.
A empresa opera no PIM com várias unidades independentes, no mesmo complexo, e a visita dos conselheiros começou pela Fábrica de Rodas, onde são produzidas mais de 5 mil rodas com chapas de aço por dia. Os engenheiros acompanharam desde o recebimento da matéria-prima até o produto final. De acordo com técnicos da empresa, o aço passa por processos de conformação e de cromação, para ser transformado no aro das rodas. Por sua vez, as rodas de alumínio são fundidas, usinadas e pintadas. Os dois casos, seguem para uma linha de montagem, onde recebem componentes como cubo de roda, freio e pneus, entre outros.
Em seguida, o grupo foi levado à unidade de Componentes, onde é produzida parte das peças que compõe as motos da Honda, além de integrar outros processos fabris. Eles acompanharam todo o trabalho realizado na área de solda/escapamento. As linhas completas para fabricação do escapamento contam com prensas, máquinas de solda, polimento, galvanoplastia e pintura, que, além de conferirem o acabamento visual, protegem a moto contra desgastes e oxidação.
Um dos processos que chamou a atenção dos engenheiros foi a parte da solda, que até pouco tempo era feita de forma manual e hoje está automatizada. 
O engenheiro mecânico Ronald Santos, representante do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí (Crea-PI), ressaltou a oportunidade para verificar as inovações tecnológicas no processo de fabricação. “A produção brasileira, em termos de processo fabril, compete de igual para igual com qualquer país”, disse.
Para Marcelo Oliveira, engenheiro mecânico e analista técnico do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), a recepção da equipe da Moto Honda foi excepcional. “Eles explicaram os procedimentos de produção, o que foi bastante elucidativo para os profissionais da área e que têm interesse em saber mais dos processos utilizados hoje, na região”.
A última unidade visitada foi a fábrica de montagem do motor. De acordo com a Honda, os equipamentos automatizados, de alta tecnologia, fundem e injetam componentes como o bloco do cilindro e o cabeçote em alumínio. Na linha de montagem, técnicos especializados garantem o ajuste entre as partes provenientes dos setores de estamparia, usinagem e de fornecedores. 
Depois de montadas, todas as motos produzidas passam por uma inspeção, incluindo o teste funcional, que foi acompanhado na manhã desta terça-feira pelos conselheiros dos Creas. O objetivo da inspeção é assegurar desempenho, qualidade e segurança ao motociclista.
O coordenador da Câmara de Engenharia Industrial do Crea-DF, Francisco Rabello, destacou a importância da visita para a observação do que vem sendo feito hoje, na indústria. “Foi muito interessante para poder avaliar o nível de investimento dos grandes fabricantes que atuam no Brasil, em especial nessa parte do País (Amazonas), a transferência de tecnologia e a troca de informações com os produtos estrangeiros”.
O coordenador da Câmara de Mecânica do Crea-SP, Egberto Rodrigues Neves, ressaltou a preocupação da Honda com os funcionários e com o consumidor, além da fabricação das peças da motocicleta. “Experiência muito produtiva”.
O engenheiro mecânico José Roberto Cunha Alves, representante do Crea-RR, enfatizou os processos de fabricação e a tecnologia empregada pela multinacional. O mesmo assunto também foi destacado pela assessora técnica do Crea-AM, professora Socorro Lamego, que mencionou ainda a importância da contratação de 400 engenheiros, aproximadamente, pela Moto Honda da Amazônia gerando mercado de trabalho para esses profissionais na cidade de Manaus.

Experiência positiva
O engenheiro mecânico Leornardo Limberger, do Crea-MS, disse que, na visita à Moto Honda, foi possível visualizar uma série de situações que podem ser aplicadas em áreas onde os engenheiros mecânicos atuam.
O conselheiro Luiz Carlos Barros de Carvalho, da Câmara de Mecânica e Metalurgia do Crea-AM, ressaltou a fabricação das peças das motos em Manaus, feitas pela Honda. “A visita foi interessante e proveitosa. A fabricação das peças pela própria empresa é de grande valia para Manaus e para o Estado do Amazonas”, acrescentou.
O gerente de Relações Institucionais da Moto Honda da Amazônia, Mário Okubo, falou da satisfação da companhia em receber os representantes das Câmaras Especializadas de Engenharia Industrial dos Creas de todo o Brasil. “Parabenizamos a coordenação do Crea-AM e o presidente Cláudio Guenka pela iniciativa; a Engenharia é também sinônimo do nosso produto, pois a nossa fábrica possui inúmeros processos que dependem dos engenheiros”, afirmou.

Fonte: Crea-AM

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Durante dois dias, 27 e 28 de abril, na sede do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), em Brasília, 52 participantes, entre eles,  integrantes das Comissões de Ética dos Creas, cinco integrantes do Grupo de Trabalho de Ética e quatro da Comissão de Ética e Exercício Profissional (Ceep), conselheiros federais, além de funcionários da Ouvidoria, do Conselho Federal, representantes do Colégio de Entidades Nacionais (Cden) e do  Colégio de Presidentes (CP) assistiram a três palestras sobre Ética, e debateram sobre o fluxo dos processos visando melhorar suas análises e encurtar prazos de trâmite.

Na manhã desta terça-feira (28), sob o comando do coordenador da Ceep, Paulo Roberto Viana, a advogada do Crea-SC Marcia Ida Coutinho esclareceu ponto a ponto o fluxo para descobrir novos caminhos, e destacou  como referências para o desenvolvimento dos trabalhos das Comissões de Ética:  a Resolução 1004/03, que aprova o regulamento para a condução do Processo Ético Disciplinar, e o manual elaborado pela Ceep, que orienta sobre  abertura e condução dos processos.

Propostas de melhoria - “A resolução indica a trilha a seguir e o manual traz exemplos práticos na elaboração dos documentos necessários, como intimações, ofícios de diligência, e determinados despachos,  facilitando o desempenho das Comissões de Ética”, informou Márcia, preocupada em apresentar propostas de melhoria. “A proposta é que vocês levem respostas para os Conselhos Regionais, especialmente com foco na redução dos prazos de tramitação”, disse aos participantes.

Na tarde do último dia, a apresentação e a consolidação de propostas apresentadas foram feitas com base nas normas e também na experiência diária dos fiscais do Sistema Confea/Crea que fiscalizam profissionais habilitados à frente de obras e empreendimentos.

Assistentes  técnicos das gerências Técnica e de Conhecimento Institucional e da Procuradoria Jurídica do Confea assessoraram o SNEP 2015, que foi encerrado no final da tarde. Na ocasião, a vice-presidente do Confea, Ana Constantina, destacou a importância do  evento e da participação das pessoas responsáveis pelas câmaras regionais. As sugestões apresentadas durante o Seminário serão encaminhadas para análise da Ceep.

Confira os depoimentos dos participantes:

Dannyelle Meireles (Crea-SC)

"Neste ano, o evento está mais amadurecido e isso é percebido pelas discussões, palestras, a própria otimização do seminário. Ainda assim, a carga horária poderia ser um pouco maior para ser mais produtiva."

Divino Terenço (Crea-GO)

 "Em razão da atualidade - denúncias nacionais que envolvem engenheiros - o processo ético precisa ser discutido.  O Sistema sempre foi moroso e eventos como esse oxigenam e contribuem para a celeridade do processo. O mau profissional não interessa ao Sistema nem à Sociedade porque compromete a integridade de todos."

Bruno Tomasini (Crea-MS)

"O evento é essencial para as câmaras regionais, a fim de que tenham o alinhamento nas tomadas de decisões, trâmites e julgamentos. Dúvidas cotidianas são trazidas para o debate conjunto contribuindo para o esclarecimento da coletividade."

 

Fonte: Confea

 

 

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Segunda, 27 Abril 2015 16:52

Foz do Iguaçu sediará a 73ª Soea

 

A cidade de Foz do Iguaçu (PR) foi escolhida na Reunião do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua como sede da 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea) que acontecerá em 2016. A escolha foi feita por aclamação, pelos presidentes dos Creas, durante a 2ª Reunião do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua realizada entre 22 e 24 de abril, em Fortaleza.
Em sua apresentação, o presidente do Crea-PR, engenheiro civil Joel Krüger, destacou a capacidade da cidade de Foz do Iguaçu em receber grandes eventos, o apoio da Diretoria e a qualidade do corpo funcional do Conselho. “A cidade de Foz do Iguaçu possui uma excelente capacidade de infraestrutura para grandes eventos, como é a Soea. Além disso, contamos com o apoio da Diretoria do Conselho, que inclusive esteve presente nessa reunião”, citando o 1º vice-presidente, Orley Jayr Lopes, a 2ª vice-presidente, Célia Rosa, o 1º secretário, Sérgio Cequinel Filho, o 3º secretário, Paulo Domingues, e o coordenador estadual do Colégio de Entidades Regionais, Nilton Baptista Prado. Ele agradeceu, também, a presença do diretor da Associação Regional dos Engenheiros Agrônomos, Marcos Marcon, representando as entidades de classe do Estado e do presidente da Associação dos Engenheiros Ambientais do Paraná (Apeam), Renato Muzzolon Jr., representando todos os conselheiros do Estado.
O presidente do Crea-PR agradeceu todos os presidentes pela escolha, em especial os presidentes do Crea-MG, Jóbson Andrade e ao presidente do Crea-ES, Hélder Carnielli, que abriram mão de suas pré-candidaturas, o que tornou Foz do Iguaçu uma  escolha unânime. “Tenho certeza de que com o apoio de nossa diretoria, conselheiros, inspetores e do nosso corpo funcional comprometido e qualificado, vamos realizar uma grande Soea, colaborando com a valorização das engenharias, da agronomia e geociências, assim como realizamos em 2001, último ano que o Paraná sediou uma Soea”, ressaltou.
O Iguassu Convention & Visitors Bureau (ICBV) participou da apresentação e destacou os motivos para a escolha de Foz do Iguaçu, ressaltando a qualidade da rede hoteleira, a capacidade de receber grandes eventos e as belezas naturais da cidade, famosa pelas Cataratas do Iguaçu e pela Usina Hidrelétrica de Itaipu. Outro ponto destacado foi a ausência de tráfego pesado na cidade, o que facilita os deslocamentos. 

Fonte: Crea-PR

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Os membros da Comissão de Ética e Exercício Profissional (Ceep) do Confea, integrantes do GT-Ética, e coordenadores e assistentes das comissões de ética em todo o país participam, nas próximas segunda e terça-feira do Seminário Nacional de Ética Profissional do Sistema Confea/Crea e Mútua. O objetivo do evento é debater o fluxo dos processos, e buscar caminhos que encurtem prazos, ao mesmo tempo em que obedeçam ao rigor das normas. Ao final do encontro, serão consolidadas as propostas e sugestões que os participantes apresentarem ao longo dos dois dias de trabalho.
“Estou considerando essa programação uma das mais completas que nós já fizemos”, avalia o coordenador da Ceep, conselheiro federal Paulo Viana. Segundo ele, durante os trabalhos, o fluxo do processo ético será analisado com objetivo de legalmente reduzir os prazos de andamento. “Espero um Seminário produtivo, com resultados que acelerem nosso dia a dia”, completa Viana. 
Segundo o coordenador da Coordenadoria Nacional das Comissões de Ética dos Creas (CNCE), Jovanilson Faleiro de Freitas, o seminário contribui para dar continuidade ao processo de aprimoramento da interface entre os Creas sobre o tema. “Identificamos que os problemas éticos surgem do desconhecimento do profissional em relação à legislação, às reponsabilidades e penalidades. O seminário é a oportunidade de reunir os assessores da Comissão de Ética para essa discussão, para depois atuarem como multiplicadores deste conhecimento nos Regionais”, esclarece.
Durante a programação do primeiro dia do Seminário, serão realizadas duas palestras. A primeira, sob o tema “Ética profissional: base estrutural para a valorização profissional e o reconhecimento social do Sistema”, será ministrada pelo procurador-chefe do Crea-SC, Claude Pasteur. Engenheiro eletricista, Claude ingressou no Crea em 2000, e já atuou como chefe de gabinete, superintendente, ouvidor e assessor de convênios. Em 2010, publicou o livro “Comentários à Lei nº 5.194/66”, do qual foram impressas três edições.
A outra palestra, “Processo Ético-disciplinar da OAB”, será ministrada pelo conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil Bruno Espiñeira Lemos. Bruno é advogado criminalista, mestre em Direito e especialista em Direito Penal e Processo Penal. Bruno é também professor do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e membro efetivo do Instituto de Advogados do Distrito Federal (IADF).

Fonte: Confea

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Quinta, 23 Abril 2015 17:49

Confea cria GT Georreferenciamento

Analisar e aperfeiçoar o normativo relativo a georreferenciamento, descrever os casos previstos em lei, avaliar os avanços tecnológicos em termos de georreferenciamento, e também dialogar sobre os diversos casos de sombreamento. Esses são objetivos do Grupo de Trabalho cuja criação foi aprovada na manhã desta sexta-feira (17), durante Sessão Plenária do Confea. O Grupo será coordenado pelo conselheiro federal suplente Daniel Salati.
O GT é fruto de uma proposta feita pela Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Agronomia (CCEAGRO). “Há uma necessidade de se criar um normativo mais atualizado e mais preciso sobre quais profissões teriam a incumbência do georreferenciamento”, afirmou o coordenador da CCEAGRO, Kleber Santos. Segundo ele, a proposta teve apoio da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Agrimensura (CCEAGRI).
O Grupo terá duração de 180 dias e todos os seus integrantes deverão ter profissões com atribuições em georreferenciamento.

Fonte:  Confea

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Antonio Salvador da Rocha, Cláudio Calheiros e Victor Frota, na Sede da Mútua, durante a assinatura do convênio para a 72ª SOEA

Já está assinado e em andamento o convênio entre a Mútua (Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea) e o Conselho Regional de Engenharia e de Agronomia do Estado do Ceará (Crea-CE) para apoio à 72ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA), o maior evento do Sistema Confea/Crea e Mútua  que, neste ano, será realizada de 15 a 18 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CE). O documento foi assinado pelos diretores da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros (diretor-presidente) e Antonio Salvador da Rocha (diretor de Tecnologia) e pelo presidente do Crea-CE, engenheiro civil Victor Cesar da Frota Pinto.

Para o presidente da Mútua, a formalização do convênio demonstra, na prática, que o Sistema Confea/Crea e Mútua está, cada dia mais, fortalecido e uníssono. “A Mútua participa da realização da SOEA, não sendo apenas um patrocinador financeiro. A Caixa de Assistência está inserida nas discussões e em todo o evento. Isso mostra que o Sistema hoje é único e reflete, também, a valorização das nossas Instituições, cada uma fazendo seu papel para, principalmente, atender aos profissionais”, destacou ele.

Grande satisfação

A 72ª Soea é uma promoção do Confea, em parceria com o Crea-CE, e o importante apoio da Mútua será fundamental para tornar o evento pleno de êxito, destacou o presidente do Regional do Ceará, Victor Frota Pinto. “Para nós, do Crea-CE, será uma grande satisfação receber em Fortaleza o maior evento das engenharias do País, assim como os conselheiros, profissionais e estudiosos da área tecnológica do Brasil e até do exterior. Vamos nos empenhar para fazer o melhor possível”, afirmou, enfatizando que em 2015 o Ceará realizará, pela quarta vez, a Soea. A primeira foi no ano de 1996, lembrou o anfitrião Victor Frota Pinto.

O diretor de Tecnologia da Mútua também reforçou a relevância da SOEA e a expectativa de seu Estado em sediar o evento. “O convênio com o Crea-CE, em termos de SOEA, foi o mais rápido a ser firmado. Já repassamos os recursos ao Conselho Regional e, agora, esperamos que os mais de 4 mil participantes, que estão sendo aguardados em Fortaleza, realmente usufruam de toda a estrutura do local do evento e de toda a programação técnica que está sendo organizada”, ponderou.

Um destaque desta 72ª SOEA é a realização do 2º Congresso Técnico e Científico (Contecc), que oportunizará o debate de estudos técnicos, atraindo ainda mais os estudantes. Calheiros avalia que os assuntos que estarão em pauta, neste ano, na Semana da Engenharia e da Agronomia também enriquecerão ainda mais o evento. “Vamos discutir, enfaticamente, questões como sustentabilidade, água e energia. Precisamos encontrar soluções no âmbito da Engenharia e da Agronomia para que possamos atravessar essa crise que o Brasil e o mundo vêm passando. Temos que tratar desses temas hoje e pensar como queremos nosso futuro, de forma que a atual crise não atrapalhe o crescimento do nosso País. É muito importante, cada vez mais, utilizarmos de forma adequada nossos recursos”, refletiu o presidente da Mútua.

 

Fonte: Acme/Mútua e Crea-CE

Fotos: Hugo Oliveira (Acme/Mútua)

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Durante a apresentação da Mútua, o presidente da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros, e o diretor de Tecnologia da Instituição, engenheiro eletricista Antônio Salvador da Rocha, responderam a várias perguntas dos presidentes de Creas

Teve início na manhã desta quarta-feira, em Fortaleza (CE), a 2ª Reunião do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua (CP). Na pauta de assuntos a serem discutidos no encontro estão, entre outros, propostas de Creas, como alteração da legislação do Sistema relativa à cobrança de taxas, contribuições e multas, GT Educação a Distância, Tabela de Obras e Serviços para registro da ART e Cadastro Ambiental Rural.

Outras propostas que deverão ser discutidas hoje são o Encontro de Fiscalização e Seminário sobre Agrotóxico, criação de calendário de encontros periódicos das assessorias parlamentares dos Creas com o objetivo de intensificar ações dos Regionais junto a suas bancadas, Congresso Nacional de Agronomia 2015, Simpósio de Engenharia Ambiental, reunião da Ciam e local de realização da 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia, além de aprovação da súmula da 1ª Reunião do CP, realizada em fevereiro deste ano.

Na foto acima, o diretor de Benefícios da Mútua, engenheiro agrônomo Ricardo Antonio de Arruda Veiga, e o diretor administrativo, engenheiro agrônomo Luiz Alberto Freitas Pereira.


O diretor financeiro da Mútua, técnico em Edificações Lino Gilberto da Silva, também se reúne ao grupo na capital cearense, onde, nessa quinta-feira (23), participa da solenidade oficial de lançamento da 72ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea).


A partir da esquerda, engenheiro eletricista Antonio Salvador da Rocha (diretor de Tecnologia da Mútua), engenheiro civil Victor Frota (presidente do Crea-CE, anfitrião do encontro), engenheiro civil José Tadeu da Silva (presidente do Confea), engenheiro mecânico Marco Antonio Amigo (presidente do Crea-BA e coordenador do CP) e engenheiro civil Juarez Samaniego (presidente do Crea-MT e coordenador adjunto do CP)

 

Fonte: Confea
Fotos: Confea

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Um selo que premie o empenho do Conselho Regional em atrair os novos profissionais e orientá-los quanto ao funcionamento do Sistema Confea/Crea e Mútua – esta é uma das ações que estão sob análise da Comissão Temática Novo Engenheiro. “É um reconhecimento, pelo Sistema Confea/Crea e Mútua, do trabalho honorífico prestado pelos conselheiros regionais, acadêmicos e entidades”, avalia o coordenador da Comissão, conselheiro federal Leonides da Silva Neto.
Na quarta-feira (8), o Grupo se debruçou sobre o relatório final do Grupo de Trabalho (GT) Novos Profissionais, que funcionou durante o ano de 2014, sob coordenação da conselheira federal Michelle Palladino. Do relatório, a Comissão extraiu cinco itens de ação, entre eles a criação do selo. “Já tínhamos cinco itens de ação, com a leitura do relatório do GT, extraímos mais cinco. Vamos agora trabalhar efetivamente essas dez ações, definindo as prioridades e nos separando em grupos para o trabalho fluir melhor”, explicou Leonides.
Entre os itens de ação que foram tirados do relatório do GT está a avaliação de uma cartilha que visa a padronizar os procedimentos entre os Creas-Juniores já existentes e auxiliar os Creas que não têm Crea-Júnior a criarem os seus. A cartilha já foi finalizada pelo GT e, agora, a comissão apreciará o conteúdo. Outras ações são divulgar legislação, reponsabilidades e a Mútua aos estudantes e profissionais; cruzar informações sobre o número de formandos e o número de registrados por ano; e formular critérios para organização dos fóruns jovens realizados durante as Semanas Oficiais da Engenharia e da Agronomia (Soea).
As outras cinco ações previstas para a Comissão são estudar, propor e executar ações para elaboração de normativos do Confea para institucionalizar o programa; estudar, propor e executar ações para elaborar normas básicas de organização e funcionamento dos Creas-Juniores; desenvolver ações para fomentar, nos Creas-Juniores, atividades de aproximação e manutenção dos recém-formados junto às entidades/administração do Sistema; fomentar a criação de Creas-Juniores nos estados que não os têm; e monitorar o atendimento das metas planejadas.
Participaram da reunião, além do conselheiro Leonides, o conselheiro federal João Francisco dos Anjos, a conselheira federal Michelle Palladino, o convidado Vinicius Marchese (representando o Cden), Caroline Burtet, do Crea-Júnior Região Sul, Ary Santana Júnior, do Crea-Júnior Região Nordeste, e Kamila Bonfim, do Crea-Júnior Região Centro-Oeste. Não participaram da reunião, mas também compõem a Comissão os conselheiros federais Gustavo Braz e Paulo Roberto Viana, além de Saulo Pereira (Crea-Júnior Região Norte) e Igor Martins (Crea-Júnior Região Sudeste).

Fonte: Confea

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A fiscalização dos planos de manejo florestal, desenvolvida pelos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas), deve ser mais efetiva e auxiliar o Ministério do Meio Ambiente na prevenção da exploração indiscriminada dos recursos florestais do País.  O assessor da presidência do Confea, eng. ftal José Demetrius Vieira, debateu a necessidade de reforçar este procedimento com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante a cerimônia de premiação do II Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal, na última quarta-feira (25), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Comércio (CNTC), em Brasília.
“Ficou estabelecido junto à ministra que essa fiscalização deverá ser efetivamente realizada, para que haja o maior controle e a devida reposição, já previstos pelos projetos de manejo florestal, uma vez que esta é a forma mais eficiente de prevenir que os recursos florestais do país sejam comprometidos”, destaca José Demetrius. Segundo ele, a ministra encaminhou ao diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SBF), eng. ftal Deusdará Filho, a tarefa de estabelecer esse diálogo com o Confea.

Prêmio

O Prêmio Serviço Florestal em Estudos de Economia e Mercado Florestal é um estímulo importante à pesquisa, na visão de Izabella Teixeira.  “Espero que novos prêmios venham para o reconhecimento de novos rumos, com trabalhos desafiadores e inquietantes”, afirmou, lembrando que o Código Florestal “é o pilar de uma política de governo preocupada com a segurança jurídica, com uma nova postura de governança que impõe desafios também a Estados e municípios”.
Este ano, a vencedora, na categoria Graduandos, foi Nayra Davi Gondim, com o trabalho “Diagnóstico Preliminar do Perfil do Comércio Virtual de Biojóias”. Na categoria Profissionais, o primeiro lugar ficou com Fagno Tavares de Oliveira, que concorreu com “Desafios do Serviço Florestal de Ecoturismo: Perspectivas de Desenvolvimento nas Florestas Nacionais da Amazônia”. Esta categoria premiou, ainda, no segundo lugar, Diego Armando Silva da Silva e sua “Regulação de Florestas Inequiâneas sob Manejo Florestal Comunitário na Amazônia”, e, na terceira colocação, Zenóbio Abel Gouvea Perelli da Gama e Silva, autor de “Raio Econômico como um Indicativo para a Definição de Concessões Florestais: Um Estudo de Caso no Estado do Acre”. Fernanda Paim Gomes recebeu menção honrosa com o trabalho “Crescimento Econômico e Demanda de Recursos Florestais no Brasil”.
O prêmio recebeu 26 inscrições de trabalhos nas categorias Estudante, Profissional e Estudo de Caso e é uma realização do Serviço Florestal Brasileiro, órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), com o objetivo de fomentar o debate econômico sobre o uso produtivo e sustentável das florestas. A ação é realizada em parceria com a Escola de Administração Fazendária (Esaf) e tem o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Fonte: Confea 

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O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, engenheiro civil José Tadeu da Silva, e a vice-presidente, engenheira eletricista Ana Constantina Sarmento, participaram, nesta terça-feira (10/2), em Brasília, da reunião do Conselho Empresarial do grupo de cooperação formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS). O encontro, que reuniu 25 grandes empresários, cinco de cada país, discutiu a agenda do setor produtivo que será levada à reunião dos presidentes dos BRICS, em 9 e 10 julho, em Ufa, na Rússia.

Para o presidente José Tadeu, é fundamental que o Conselho Federal participe de debates como este, considerando a tendência atual de inserção internacional do Sistema Confea/Crea. “É importante ter essa aproximação com os representantes dos países dos BRICS, com foco em temas de interesse das comunidades empresariais e da área tecnológica”, afirmou.

Na oportunidade, a vice-presidente Ana Constantina esteve com dirigentes do governo federal para tratar de assuntos relacionados aos profissionais registrados no Confea, como mapeamento do mercado de trabalho que permita conhecer os setores da área tecnológica que mais demandam mão de obra, mobilidade dos profissionais pelos países e garantia de manutenção de empregos. Aos representantes do Conselho Empresarial dos BRICS, e dos ministérios das Relações Exteriores; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a vice-presidente sinalizou, ainda, a intenção do Confea em participar de discussões sobre planejamento estratégico voltado para a área tecnológica.

Debate com governo brasileiro

Sobre o tema “Facilitação de Comércio e Investimentos”, a diretora do Departamento de Competitividade no Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ana Junqueira Pessoa, disse ao público de empresários que o governo brasileiro tem mantido um diálogo fluido com representantes do setor privado para saber como estão se organizando e também para conhecer suas expectativas quanto às políticas de governo.

Como exemplo de iniciativa prática, a diretora apresentou o programa Portal Único de Comércio Exterior, que prevê a reavaliação de processos de operacionalização de importação e exportação no Brasil, buscando otimizar os tempos e a lógica das etapas. De acordo a diretora, um dos avanços já alcançados é a implantação da ferramenta de anexação digital de documentos que facilita o trâmite burocrático, encurtando o tempo e melhorando o planejamento do empresário. Para Ana Pessoa, a parceria entre governo e iniciativa privada está sendo fundamental para o alcance dos resultados. A previsão é de que o portal seja entregue efetivamente até o final de 2017.

Para o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Ernani Checcuci, o projeto do portal cumpre o objetivo de alavancar fluxos comerciais entre os países dos BRICS, garantindo agilidade e transparência aos processos.

Sobre a agenda de facilitação de comércio, o subsecretário-geral de Cooperação, Cultura e Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Hadil Vianna, destacou que as “relações econômicas entre o Brasil e demais países dos BRICS têm apresentado constante e expressivo crescimento, tendo aumentado de 281 bilhões de dólares, em 2009, para 454 bilhões de dólares, em 2014”. Para o embaixador, as agendas do governo e do setor privado têm se coordenado cada vez mais. “Cabe ao governo criar mais meios para que as empresas e as pessoas possam explorar ao máximo as oportunidades comerciais”, pontuou.

Banco de Desenvolvimento dos BRICS

“É essencial que os governos dos BRICS acelerem o processo de ratificação e de implementação do acordo que institui o novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS”. Esse é o entendimento do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade. No Brasil, o Tratado ainda precisa ser aprovado pelo Congresso.

A pressa do setor privado pela implementação rápida do acordo tem um motivo. A instituição levará até sete anos para estar totalmente capitalizada em US$ 10 bilhões. Segundo o cronograma do acordo, cada um dos cinco países deve subscrever US$ 150 milhões no primeiro ano, US$ 250 milhões no segundo ano, US$ 300 milhões no terceiro, quarto e quinto anos, e US$ 350 milhões nos dois anos seguintes. Por isso, o quanto antes o banco começar a funcionar, mais rapidamente será um instrumento de apoio para estimular os investimentos e apoiar os negócios das empresas de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Para a CNI, o novo Banco de Desenvolvimento deve, desde sua criação, financiar projetos privados, por meio de empréstimos, garantias e outros instrumentos financeiros. Esse seria o caminho mais eficiente para consolidar a agenda de longo prazo dos BRICS. “A mobilização de recursos para projetos públicos e privados de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável é crucial para que possamos avançar nessas áreas afastando limitações financeiras enfrentadas por nosso setor privado”, diz o presidente Robson Braga de Andrade.

A programação da reunião abrangeu ainda os temas “Comércio em moeda local” e “Logística, conectividade e padrões técnicos, sanitários e fitossanitários”. Os assuntos, tratados em mesas-redondas, foram abordados por representantes do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e Ministério da Fazenda.

 

Fonte: Confea

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