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O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, engenheiro civil José Tadeu da Silva, e a vice-presidente, engenheira eletricista Ana Constantina Sarmento, participaram, nesta terça-feira (10/2), em Brasília, da reunião do Conselho Empresarial do grupo de cooperação formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS). O encontro, que reuniu 25 grandes empresários, cinco de cada país, discutiu a agenda do setor produtivo que será levada à reunião dos presidentes dos BRICS, em 9 e 10 julho, em Ufa, na Rússia.

Para o presidente José Tadeu, é fundamental que o Conselho Federal participe de debates como este, considerando a tendência atual de inserção internacional do Sistema Confea/Crea. “É importante ter essa aproximação com os representantes dos países dos BRICS, com foco em temas de interesse das comunidades empresariais e da área tecnológica”, afirmou.

Na oportunidade, a vice-presidente Ana Constantina esteve com dirigentes do governo federal para tratar de assuntos relacionados aos profissionais registrados no Confea, como mapeamento do mercado de trabalho que permita conhecer os setores da área tecnológica que mais demandam mão de obra, mobilidade dos profissionais pelos países e garantia de manutenção de empregos. Aos representantes do Conselho Empresarial dos BRICS, e dos ministérios das Relações Exteriores; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a vice-presidente sinalizou, ainda, a intenção do Confea em participar de discussões sobre planejamento estratégico voltado para a área tecnológica.

Debate com governo brasileiro

Sobre o tema “Facilitação de Comércio e Investimentos”, a diretora do Departamento de Competitividade no Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ana Junqueira Pessoa, disse ao público de empresários que o governo brasileiro tem mantido um diálogo fluido com representantes do setor privado para saber como estão se organizando e também para conhecer suas expectativas quanto às políticas de governo.

Como exemplo de iniciativa prática, a diretora apresentou o programa Portal Único de Comércio Exterior, que prevê a reavaliação de processos de operacionalização de importação e exportação no Brasil, buscando otimizar os tempos e a lógica das etapas. De acordo a diretora, um dos avanços já alcançados é a implantação da ferramenta de anexação digital de documentos que facilita o trâmite burocrático, encurtando o tempo e melhorando o planejamento do empresário. Para Ana Pessoa, a parceria entre governo e iniciativa privada está sendo fundamental para o alcance dos resultados. A previsão é de que o portal seja entregue efetivamente até o final de 2017.

Para o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Ernani Checcuci, o projeto do portal cumpre o objetivo de alavancar fluxos comerciais entre os países dos BRICS, garantindo agilidade e transparência aos processos.

Sobre a agenda de facilitação de comércio, o subsecretário-geral de Cooperação, Cultura e Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Hadil Vianna, destacou que as “relações econômicas entre o Brasil e demais países dos BRICS têm apresentado constante e expressivo crescimento, tendo aumentado de 281 bilhões de dólares, em 2009, para 454 bilhões de dólares, em 2014”. Para o embaixador, as agendas do governo e do setor privado têm se coordenado cada vez mais. “Cabe ao governo criar mais meios para que as empresas e as pessoas possam explorar ao máximo as oportunidades comerciais”, pontuou.

Banco de Desenvolvimento dos BRICS

“É essencial que os governos dos BRICS acelerem o processo de ratificação e de implementação do acordo que institui o novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS”. Esse é o entendimento do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade. No Brasil, o Tratado ainda precisa ser aprovado pelo Congresso.

A pressa do setor privado pela implementação rápida do acordo tem um motivo. A instituição levará até sete anos para estar totalmente capitalizada em US$ 10 bilhões. Segundo o cronograma do acordo, cada um dos cinco países deve subscrever US$ 150 milhões no primeiro ano, US$ 250 milhões no segundo ano, US$ 300 milhões no terceiro, quarto e quinto anos, e US$ 350 milhões nos dois anos seguintes. Por isso, o quanto antes o banco começar a funcionar, mais rapidamente será um instrumento de apoio para estimular os investimentos e apoiar os negócios das empresas de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Para a CNI, o novo Banco de Desenvolvimento deve, desde sua criação, financiar projetos privados, por meio de empréstimos, garantias e outros instrumentos financeiros. Esse seria o caminho mais eficiente para consolidar a agenda de longo prazo dos BRICS. “A mobilização de recursos para projetos públicos e privados de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável é crucial para que possamos avançar nessas áreas afastando limitações financeiras enfrentadas por nosso setor privado”, diz o presidente Robson Braga de Andrade.

A programação da reunião abrangeu ainda os temas “Comércio em moeda local” e “Logística, conectividade e padrões técnicos, sanitários e fitossanitários”. Os assuntos, tratados em mesas-redondas, foram abordados por representantes do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e Ministério da Fazenda.

 

Fonte: Confea

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Reunidos pela primeira vez em 2015, o grupo de trabalho que organiza o Congresso Técnico e Científico da Engenharia e da Agronomia – Contecc prepara o calendário e seu novo regulamento. Uma das propostas a serem levadas à Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap) e à Comissão de Organização, Normas e Procedimentos (Conp) é promover a isenção da taxa de participação de quem apresentar os trabalhos, caso um dos autores seja profissional regularmente registrado no Sistema Confea/Crea. A proposta também contemplará a cobrança de R$ 100 para os demais participantes de cada grupo. O Contecc é realizado paralelamente à Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia - Soea. Em sua 72ª edição, neste ano, a Semana será realizada em Fortaleza, de 15 a 18 de setembro.

"Esta iniciativa é uma forma de prestigiar a participação dos profissionais do Sistema Confea/Crea", define o coordenador do GT, engenheiro agrônomo José Geraldo Baracuhy. Na manhã desta sexta-feira (6/2), ele suspendeu sua atuação no grupo para participar de uma reunião com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Incubadores - Anprotec, visando à construção de uma parceria para analisar sua participação no Contecc. "Já nos reunimos outras vezes e estamos fechando como será essa participação. Uma das possibilidades é de que ela se integre à Exposição Internacional de Inovação Tecnológica (ExpoFitec), tema inclusive de outro GT da casa", considera Baracuhy.

O GT Contecc tem o objetivo de acompanhar e sugerir procedimentos para viabilizar a realização do Congresso. Com assistência das analistas Sabrina Carpentier e Mônica Lannes, do Confea, o grupo é composto pelo conselheiro federal José Geraldo Baracuhy e pelos especialistas Dermeval Araújo Furtado, Paulo Roberto Megna, Aline Costa Ferreira e Marcondes Moreira de Araújo.

Anprotec

A participação da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) no Contecc 2015 foi tratada pelo conselheiro federal José Geraldo Baracuhy  e pela superintendente executiva da Anprotec, Sheila Oliveira. Minicursos, apresentação de casos de sucessos e de insucessos e ainda mesa-redonda onde devem ser servidas soluções para os próprios parques tecnológicos nacionais estão sendo analisados.

Enquanto, para o Confea, a participação da Anprotec significa uma novidade na programação do Contecc, para a associação, segundo Sheila: “é uma oportunidade  de aproximação com o universo de profissionais reunidos pelo Sistema Confea/Crea”.

Para Baracuhy, a segunda edição do Contecc – a primeira foi realizada em 2014 – “representa que a inovação veio para ficar e marcar as Soeas, e que o empreendedorismo precisa ser incentivado no meio estudantil”.

As inscrições para a apresentação de trabalhos técnicos e científicos já estão abertas e o prazo se encerra em 31 de julho. Segundo Baracuhy, a expectativa é aumentar em 50% o número de trabalhos inscritos em 2014 e que somaram 600, dos quais 450 foram selecionados e expostos em pôsteres e destes 21 foram premiados pelo Confea e podem ser acessados neste endereço. "É só clicar em Contecc para saber o que pensam os estudantes universitários brasileiros e projetar o quanto eles podem fazer pelo desenvolvimento do país”, informou.

 

Fonte: Confea

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Após encerramento da primeira Sessão Plenária do ano, os conselheiros federais irão se reunir no sábado, 31/1, durante reunião-seminário que tratará sobre a inserção internacional do Sistema Confea/Crea. O evento será realizado em São Paulo e é restrito a conselheiros federais. 

Entre as palestras da manhã de sábado, um representante do MEC falará sobre os aspectos legais para o pleno exercício profissional, na palestra “Brasil Sem Fronteiras”. Também serão debatidas as propostas aprovadas no 8º Congresso Nacional de Profissionais que tratam do tema “inserção internacional”. Além disso, farão palestras representantes da Federação Mundial de Organizações de Engenharia (WFEO/FMOI) e da União Panamericana de Associações de Engenheiros (Upadi). 

À tarde, integrantes da Ciam (Comissão de Agrimensura, Agronomia, Arquitetura Geologia e Engenharia para o Mercosul) falarão sobre mercado de trabalho na Argentina, no Uruguai e no Paraguai. Quem hospeda o evento é o Instituto de Engenharia, que fica no bairro paulistano da Vila Mariana.

 

 

Fonte: Confea

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Mesa de abertura do Diálogo Confea/CNE-MEC: representante do CNE, José Fernandes de Lima; presidente do Confea, José Tadeu da Silva, representante do Crea-DF, Lia Sá, e presidente da Mútua, Cláudio Calheiros

O seminário “Diálogo Confea/CNE-MEC: as engenharias na perspectiva da demanda”, considerado o início do estreitamento das discussões entre o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional de Educação (CNE), foi retomado nestas quarta e quinta-feiras (22/1). A iniciativa dá continuidade a um plano de ação que visa aproximar academia e o sistema de representação profissional, a fim de resolver entraves como o reconhecimento de diplomados no exterior, a nomenclatura dos cursos oferecidos e a concessão de registro profissional para os formados por meio do ensino a distância.

Iniciado em 15 de dezembro do ano passado, o seminário teve seu primeiro desdobramento, voltado para a comunidade acadêmica das engenharias, na sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF), encerrando-se hoje (22/1). O presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, formou a mesa de abertura dos trabalhos ao lado da representante da presidência do regional, a engenheira civil Lia Sá; do representante da presidência do CNE, professor José Fernandes de Lima,  e do diretor-presidente da Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros.

O presidente do Confea lembrou que o Conselho é parceiro do MEC na avaliação e habilitação de cursos de engenharia. E que há necessidade urgente de tratar de questões como os registros profissionais diante da evolução tecnológica, o surgimento de novas profissões e o ensino a distância, “uma realidade inegável”. José Tadeu afirmou que, nos encontros da União Pan-americana de Associações de Engenheiros (Upadi), cuja presidência assume em fevereiro próximo, e da Federação Mundial de Engenheiros (Fmoi), que reúne associações de engenheiros de 90 países, percebe que também há preocupação com as mesmas questões, além de outras,  também tratadas durante o seminário, como o número expressivo de cursos abertos e em processo de abertura e a mobilidade e trânsito dos profissionais entre os países.

Como ensinar engenharia a distância?


Voltada para a discussão com o universo acadêmico, reunião teve continuidade com apresentação de propostas de grupos de trabalho

"Hoje, um profissional com uma sala, um bom computador e a internet atua no mercado de trabalho e envia seus  projetos para qualquer lugar do planeta. Não podemos ignorar isso”, afirmou José Tadeu da Silva. Ainda sobre o ensino a distancia, ele considerou que “podemos até ser contrários, mas temos que discutir o que é uma realidade planetária. Temos que tratar disso, sob pena de sermos atropelados por um rolo compressor. Não se questiona mais se quero ou não o ensino de engenharia a distancia. Temos que debater como será o ensino da engenharia a distância”, alertou, ao tempo em que revelou a preocupação com as aulas de laboratório, as aulas práticas, tão necessárias ao aprendizado. "Como ficariam?", indagou.

Para ele, a realidade atual incentiva o intercâmbio de jovens em formação profissional, buscando ensino de qualidade, o que gera formandos no exterior e revela as diferenças entre os currículos, dificultando a concessão de registro profissional. Escassez e excesso de profissionais, pluralidade de modalidades, diálogo e reflexão também foram aspectos abordados pelo presidente do Confea. Ainda sobre a formação em outros países, José Tadeu defendeu a reciprocidade nas condições de abrigar o estudante e reconhecer seus estudos, e também o profissional.

O segundo passo de um caminho seguro

“Hoje,  damos um segundo passo estreitando a aproximação entre MEC, CNE e Confea. Temos que nos organizar para planejar ações com o objetivo de atender ao interesse coletivo, criar novas estruturas e remodelar as atuais, transferir conhecimentos e aplicá-los para atender à sociedade e garantir uma melhor  qualidade de vida à população”. Encerrando sua participação, José Tadeu da Silva citou o artigo primeiro da Lei nº 5.194/66, segundo o qual as profissões de engenheiro e de agrônomo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano. ”É dentro dessa linha que temos que continuar”, finalizou.

Em sua participação na abertura dos trabalhos, o professor representante do CNE, José Fernandes de Lima, considerou que mais que um debate sobre o futuro da engenharia do Brasil, o seminário trata "sobretudo do futuro do país". Em sua fala, defendeu a regulamentação das profissões como uma necessidade.  Para ele, a aproximação entre CNE e Confea “é um bom caminho para que o debate proporcione sugestões de criação de resoluções a serem estabelecidas pelos dois conselhos”.

Ainda pela manhã do primeiro dia de trabalhos do Diálogo, o  assessor representante do senador Cristovam Buarque, Waldery Rodrigues, defendeu a transferência de conhecimentos, ao tratar da “Educação e os desafios para o futuro”. À tarde, os debates se concentraram na definição de dois grupos de trabalho, que passaram à discussão em torno de quatro eixos temáticos: "Diretrizes curriculares e harmonização de nomenclaturas de cursos" e "Ead e revalidação de diplomas".

Revalidação de diplomas e registro de cursos e instituições

Este último tema foi abordado em um bate-papo conduzido pelo engenheiro agrônomo e conselheiro federal José Geraldo Baracuhy, para quem é preciso redefinir "assuntos cartoriais" como a exigência de tradução juramentada para a revalidação de diplomas de profissionais formados no exterior e ainda a cobrança indiscriminada da mesma carga horária do país para estes profissionais.

"Em tese, professores universitários não deveriam ter dificuldades para conhecer ementas e cargas horárias em línguas como inglês ou espanhol", apontou sobre o primeiro tema, para acrescentar: "outra grande dificuldade é quando, mesmo com a tradução juramentada, o processo se inicia no Crea e temos dificuldade de dar atribuição em função da carga horária do profissional, algo complicado porque coloca não só o aluno em xeque, mas também aquela universidade da qual não estamos aceitando seu projeto pedagógico".

Antes de concluir sua breve apresentação com alguns dados sobre os pedidos de revalidação de diplomas do exterior, como a superação dos brasileiros em relação aos portugueses, entre 2013 e 2014, e a permanência da engenharia civil como a mais requisitada, José Geraldo Baracuhy dialogou com os colegas de academia, em torno, principalmente, da carga horária diferenciada, sobretudo de países europeus, e da forma como essa e outras discussões deverão ser conduzidas pelo Sistema Confea/Crea e Mútua, inclusive no seminário. "Ano passado, a Ceap deliberou 1.048 processos, cerca da metade era de registro de instituições e de cursos. Desde dezembro, não há mais a necessidade de o Crea enviar aquele monte de papel porque a homologação será feita pelo Crea, e o Federal ficará apenas com os recursos".

Profissionais representantes da Unisinos, professora Silvia Dutra, e do Centro Universitário de Brasília, professor João Bosco Ribeiro e ainda da universidade de Joinvile, professor Wesley, e da Universidade Federal Rural de Pernambuco, professor Evanildo, estiveram entre os que apresentaram contribuições. Elas também foram levantadas por profissionais e lideranças do Sistema como o coordenador da Coordenadoria Nacional das Câmaras Especializadas de Engenharia Civil, Luiz Capraro, o coordenador da Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap), engenheiro mecânico Gustavo Braz, e ainda o presidente da Associação Brasileira de Educação de Engenharia (Abenge), Nival Nunes de Almeida, ligado à Universidade Estadual do Rio de Janeiro, e o coordenador da Câmara Especializada de Geologia e Minas do Crea-AM, Albertino Carvalho, além do membro do conselheio federal Daniel Salati, um dos organizadores do seminário, que lembrou que sua intenção nesta etapa foi reunir apenas os professores universitários, em uma linha de audição aos diversos segmentos da área tecnológica do país.

Sistemática nova e grupos de trabalho

Comissão de Eduação e Atribuição Profissional do Confea deverá estabelecer uma nova metodologia para tratar os temas discutidos no seminário. "A Ceap vai fazer um estudo de todas as sugestões, convocando especialistas para tentar dar um andamento aos problemas identificados. Há a intenção de que possamos ter conversas diretamente com professores universitários para avançarmos nessa questão. Temos que abrir essa ponte com as universidades. Imagino que seria interessante fazer uma força-tarefa por regiões até a Soea para que virássemos essa página", sugeriu José Geraldo Baracuhy, antes de dar início às discussões nos dois grupos de trabalho em que os participantes se dividiram, com base nas discussões mantidas na primeira etapa do seminário Diálogo Confea/CNE-MEC, em dezembro.

Foram então iniciados os debates nos grupos de trabalho, que apresentaram seus planos de ação, calendário e composição, na manhã desta quinta-feira (22/1), em torno dos seguintes eixos temáticos: "Diretrizes curriculares e harmonização de nomenclaturas de cursos" e "Ead e revalidação de diplomas". Em torno das diretrizes curriculares foram sugeridas abordagens como sua diferenciação em relação ao currículo mínimo; dificuldade do Sistema Confea/Crea e Mútua em adaptar-se às atuais diretrizes e atribuições profissionais. Quanto à harmonização de nomenclaturas de cursos, foram sugeridos: avaliação do impacto da proliferação de novos títulos; dúvida da sociedade sobre esses novos profissionais; consulta da instituição de ensino superior ao Sistema Profissional antes da criação de novos cursos e verificação da existência de títulos em outros países.

Sobre Ead, foram abordados entre outros temas: qualidade dos cursos de graduação em EaD na Engenharia e na Agronomia; qualidade dos pólos (professores de Engenharia/Agronomia, Laboratórios Básicos e Profissionais, Biblioteca etc); porcentagem presencial nos curso de graduação EaD e ainda, novo regulatório sobre EaD. Já quanto à revalidação de diplomas estrangeiros, serviram como eixos de discussão: a reciprocidade entre países; necessidade de cumprimento da carga horária estabelecida por resolução; diferença de rigor nas análises das instituições de ensino; processos de revalidação simultâneos em mais de uma instituição de ensino e definição, pelo Sistema Confea/Crea, das atribuições profissionais em função do que foi cursado, independente da revalidação.

Resultados

Convênio entre Confea e Ministério da Educação para que a avaliação dos cursos tenha, além do ponto de vista acadêmico, também o ponto de vista do profissional; propor ao MEC infraestrutura mínima nas universidades de forma a uniformizar os polos; manter e desenvolver as diretrizes curriculares político-pedagógicas de acordo com as demandas da sociedade. Esses foram alguns dos pontos discutidos na manhã desta quinta-feira (22/1), no encerramento da segunda reunião do “Diálogo Confea/CNE-MEC: as engenharias na perspectiva da demanda”.

Para Jorge Nei Brito, presidente da Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (Fenemi), estes encontros são oportunidades de troca. “Precisamos aproveitar este diálogo para colocar as propostas para o MEC”, disse, lembrando o primeiro encontro da série “Diálogo Confea/CNE”, realizado em dezembro do ano passado. Um dos conselheiros federais responsáveis pelos eventos explicou a necessidade de se realizar este encontro em janeiro. “Não quero interromper este trabalho”, disse o engenheiro agrônomo Daniel Salati, ao esclarecer que, após a Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap) definir a data da próxima reunião, o assunto deve entrar na pauta da próxima sessão plenária do Confea, ainda este mês.

Palestras

Na manhã de quinta-feira, antes de iniciar os trabalhos, os participantes assistiram às palestras da Associação Brasileira de Educação à Distância (Abed), entidade com três mil associados, entre acadêmicos, corporações, instituições governamentais, instituições do Sistema S, ONGs, bibliotecas e museus. O presidente da instituição, prof. Dr. Frederic M. Litto, defendeu a adaptação do ensino brasileiro de Engenharia  à educação a distância. “O estudante terá oportunidade de ter títulos de Harvard e Berkeley, por exemplo”, disse.

Já o ex-diretor da instituição, Waldomiro Loyolla, segundo palestrante do dia, assegurou que 98% de seus alunos têm acesso à banda larga. Waldomiro é professor no campo da Engenharia há 37 anos e defende uma maior atuação do Sistema Confea/Crea junto ao MEC com relação à supervisão dos cursos de Engenharia. “É uma necessidade real, não só para educação à distância”, afirmou. Loyolla disse acreditar que a promoção do Diálogo Confea/CNE-MEC mostra o reconhecimento dos conselhos de que há uma realidade no uso da tecnologia para a educação. “A gente precisa estar atento, para orientar os profissionais e para supervisionar as escolas, que também são nossa responsabilidade”, concluiu.


Litto defende educação à distância e Loyolla reconhece importância do diálogo entre Confea e CNE-MEC

 

 

 

 

Fonte: Confea

Fotos: Israel Lima e Leandro Barbosa

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O primeiro evento foi realizado no dia 15 de dezembro do ano passado, na Sede do Conselho Nacional de Educação (CNE)


À mesa de abertura do Seminário: José Fernandes de Lima, conselheiro do CNE, José Tadeu da Silva, presidente do Confea, Lia Sá, coordenadora adjunta do GT de Equidade de Gêneros do Confea e ex-presidente o Crea-DF, e Cláudio Calheiros, diretor-presidente da Mútua

Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua e do Conselho Nacional de Educação (CNE), além de professores de diversas universidades do País, participam, durante todo o dia de hoje (21) e na manhã de quinta-feira, da segunda etapa do seminário  “Diálogo Confea/CNE-MEC: as Engenharias na Perspectiva da Demanda”. O primeiro evento foi realizado em 15 de dezembro do ano passado, no auditório do Conselho Nacional de Educação (CNE). Pontos como “A necessidade de regulação”, “Revalidação de Diplomas – Brasil sem Fronteiras” e “Educação a Distância” integram a pauta da programação desta segunda rodada do Seminário, que acontece no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF).

Novamente, o diretor-presidente da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros, acompanha os relevantes debates oportunizados pelo Seminário, que tem como objetivo estreitar o diálogo e a relação entre o Sistema Confea/Crea e Mútua e os órgãos regulamentadores da educação no Brasil. Essas ações poderão estabelecer novos paradigmas para a formação das áreas tecnológicas.


Público do Seminário é composto por representantes do Sistema, do CNE e de instituições de ensino

 

Fonte: Acme/Mútua

Fotos: Margareth Vicente (Acme/Mútua)

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Participantes do treinamento e demais presentes posam para foto antes da visita aos setores do Confea

Dez novos conselheiros federais (titulares e suplentes), eleitos para o triênio 2015/2017, iniciaram seus mandatos a partir de 1º de janeiro e, nesta terça e quarta-feira (20 e 21), nove deles participam de treinamento e integração na Sede do Confea, em Brasília (DF). A abertura do encontro foi realizada na manhã de hoje, com a presença do diretor-presidente da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros, do diretor de Benefícios, engenheiro agrônomo Ricardo Antonio de Arruda Veiga, e do superintendente da Mútua, engenheiro civil Paulo Roberto de Queiroz Guimarães.

Além do presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, que conduziu os trabalhos e deu boas-vindas aos novos integrantes do Plenário, também estiveram presentes conselheiros federais, que fizeram questão de reiterar a importância da composição completa do colegiado – com os 18 conselheiros federais –, para o trabalho do Conselho e a defesa dos profissionais da área tecnológica.

O diretor-presidente da Mútua também saudou os novos integrantes do Plenário do Confea e destacou que a Mútua está à disposição dos conselheiros e que espera, ainda, poder contar com eles nas demandas que a Caixa de Assistência tem no Confea. Nos pronunciamentos dos participantes da reunião, tanto do presidente do Confea, quanto dos conselheiros mais antigos e dos novos, foi evidenciado o papel e o trabalho da Mútua em prol do Sistema.

“Já pela abertura desse treinamento, podemos observar o tamanho da missão que nos foi dada”, disse o novo conselheiro da PB, engenheiro civil e de Segurança do Trabalho Paulo Laércio Vieira. Esse mesmo sentimento foi replicado nas falas dos outros conselheiros em treinamento, que ressaltaram, também, a necessidade de o Confea debater temas nacionais e a relevância de se avaliar a continuidade e a reativação de alguns Grupos de Trabalho (GTs) do Conselho.

Ainda pela manhã, os novos conselheiros visitaram os setores do Confea e, na tarde de hoje e ao longo dessa quarta-feira, irão assistir a apresentações específicas sobre cada um deles e o funcionamento do Conselho. Também será detalhado o trabalho de cada Comissão do Confea e a Mútua fará uma apresentação abordando aspectos institucionais e os benefícios e serviços oferecidos aos associados.


Estrutura administrativa, funções do Conselho Diretor e as atividades da Mútua são alguns dos temas abordados nas apresentações do treinamento

 

Conselheiros federais participantes do treinamento

 


Engenheiro industrial e mecânico Afonso Bernardes (AM)
 


Engenheiro agrônomo Antonio Carlos Albério (PA)

 


Engenheiro agrônomo Célio Moura Ferreira (CE)

 


Engenheiro civil Homero Catão Maribondo da Trindade (PB)

 


Engenheiro eletricista Lúcio Antônio Ivar do Sul (DF)



Engenheiro eletricista Marcus Vinicius Fusaro Mourão (DF)



Engenheiro agrônomo Moisés Moreira dos Santos (PA)



Engenheiro civil e de Segurança do Trabalho Paulo Laércio Vieira (PB)

 


Engenheiro mecânico Wagner Ornellas da Silva Correa Lopes (AM)

 

Fonte: Acme/Mútua

Fotos: Alline Abreu e Margareth Vicente (Acme/Mútua)

 

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GT Normativos Externos ao Sistema Confea/Crea reúne-se com presidente José Tadeu, em Brasília

Integrantes do Grupo de Trabalho Normativos Externos ao Sistema Confea/Crea reuniram-se na sexta-feira (9/1) com o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil José Tadeu da Silva, para tratar do andamento dos trabalhos acerca dos normativos que interferem nas atividades dos profissionais das categorias abrangidas pelo Sistema Confea/Crea e Mútua.

De acordo com o coordenador do GT, engenheiro civil Francisco José Teixeira Ladaga, o grupo tem se dedicado a analisar resoluções editadas por outros conselhos profissionais. “Estamos buscando conhecer as legislações que afetam as atividades profissionais dos registrados no Sistema. Também estamos consultando os coordenadores das nossas Câmaras Especializadas para agregar ainda mais informações ao levantamento de dados”, explicou Ladaga.

O GT encerra seus trabalhos em 31 de março próximo, quando será apresentado o parecer técnico com informações que, segundo o coordenador, visam propor medidas pertinentes junto às comissões permanentes do Confea no sentido de solucionar os conflitos de atribuições profissionais identificados.

 

Fonte: Confea

Foto: Confea

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O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil José Tadeu da Silva, recebeu os cumprimentos dos participantes da 1ª Reunião dos Conselheiros Federais, Regionais e Profissionais de Engenharia de Segurança do Trabalho do Sistema e da 3ª Reunião Extraordinária do Colégio de Entidades Nacionais (Cden), na manhã desta quinta-feira (4/12). No encerramento de ambos os colegiados, José Tadeu, muito cumprimentado pela vitória em sua campanha de reeleição, apresentou propostas em comum, como a mobilização de todos em favor da aprovação de projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional.

“Temos agora que unir as forças, fazer um trabalho de base em favor da aprovação de projetos como o da criminalização do exercício ilegal da profissão; o que destina parte da renda líquida da arrecadação do Confea, dos Creas e da Mútua para o aperfeiçoamento técnico-cultural dos profissionais; o do laudo de inspeção obrigatória; o da federalização do plenário do Confea. Temos que convencer cada um dos três senadores das unidades da federação em prol da engenharia brasileira”, apontou. Discussões sobre o ensino a distância e outras mantidas anteriormente no Seminário Nacional de Encaminhamento de Ações Institucionais do Sistema Confea/Crea e Outros Conselhos e levadas também ao Colégio de Presidentes sobre a possibilidade de anulação da Resolução nº 1.010/2005, acerca de atribuições profissionais, também foram repercutidas por José Tadeu junto aos representantes. “Pedem a anulação da Resolução, mas não têm a noção exata do que isso representa”, asseverou.

Representantes do Cden saudaram as iniciativas apontadas pelo presidente do Confea
Representantes do Cden saudaram as iniciativas apontadas pelo presidente do Confea
 Outra proposta apresentada pelo presidente do Confea, tanto ao Cden, como aos engenheiros de segurança do trabalho, foi a ideia de “dar maior sustentabilidade” à Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea). “Nesses três anos, a Soea já está mais participativa, não é mais apenas para os amigos do rei. Agora, queremos desenvolver sua sustentabilidade. Há empresas que fazem isso e estamos buscando formas de tornar essa sustentabilidade viável para o Sistema”. Posicionamento elogiado por todos, principalmente no Cden. “É nítida a diferença da Soea. E agora vamos resgatar os profissionais com essa possibilidade de aprimorar a parte financeira das entidades”, comentou o presidente da Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais (Sbef), Glauber Pinheiro.

Em longa reunião com os membros do Cden, o presidente enumerou aqueles que considera os três principais desafios a serem enfrentados em seu segundo mandato. O primeiro, acelerar a modernização da legislação profissional, por meio da mobilização dos profissionais a favor da votação dos projetos de interesse do Sistema Confea/Crea e Mútua; o segundo, desenvolver esforços para sanar pendências internas, como a Resolução nº 1.010/2005 e discussões sobre o Ensino a Distância (EaD), e o terceiro, a sustentabilidade financeira das entidades profissionais.

O fortalecimento das entidades, lembrando sua trajetória profissional, teve outros aspectos destacados por José Tadeu. “Farei tudo o que puder pelas entidades de classe”. Já na reunião das lideranças de engenharia de segurança do trabalho, o presidente se comprometeu a realizar encontros anuais de todas as modalidades, recomendou a realização do segundo encontro, com maior representatividade, e acolheu a sugestão de data para 27 de novembro, Dia do Engenheiro de Segurança do Trabalho. Após breve leitura, o presidente também reconheceu algumas das iniciativas defendidas na Carta de Aracaju, encaminhada pelo coordenador nacional das Câmaras Especializadas de Engenharia de Segurança do Trabalho (CCEEST), Nelson Burille. O presidente questionou alguns itens e recomendou maior profundidade de análise para a viabilidade de seus atendimentos.

 

Fonte: Confea

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Segunda, 24 Novembro 2014 11:12

Confea realiza sua 1415ª Sessão Plenária


Acontece de hoje (24) até a próxima quarta-feira, a 1415ª Sessão Plenária Ordinária do Confea, para a análise de relatos de processos e de diversos itens das Comissões do Conselho. À mesa de abertura da reunião, na manhã desta segunda-feira, Clécia Abrantes, assistente da mesa diretora do Plenário, engenheira mecânica Sandra Ascari, coordenadora nacional da Coordenadoria Especializada de Engenharia Industrial, engenheiro civil Jorge Silveira, coordenador do Colégio de Presidentes e presidente do Crea-SE, engenheiro mecânico Júlio Fialkoski, presidente em exercício do Confea, engenheiro agrônomo João Francisco dos Anjos, conselheiro federal e coordenador da Comissão Eleitoral Federal, e o engenheiro de Alimentos Gumercindo Ferreira da Silva, coordenador do Colégio de Entidades Nacionais

 

Fonte: Acme/Mútua

Foto: Margareth Vicente (Acme/Mútua)

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O diretor-presidente da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros, o presidente em exercício do Confea, engenheiro mecânico Júlio Fialkoski, e o coordenador do Cden, engenheiro de Alimentos Gumercindo Ferreira da Silva, no espaço do Sistema Confea/Crea e Mútua na Fimai

Começou nesta terça (11), a XVI Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade (Fimai/Simai), em São Paulo, no Expo Center Norte. O evento reúne, até quinta-feira, diversos representantes dos mais variados setores - especialistas, pesquisadores, profissionais, governo, entidades de classe, conselhos profissionais, estudantes, empresários e indústria - que trabalham, direta ou indiretamente, com assuntos ligados às temáticas meio ambiente e indústria. O Sistema Confea/Crea e Mútua, através do Colégio de Entidades Nacionais (Cden), é um dos participantes da Fimai. A parceria foi viabilizada pela Federação Brasileira de Associações de Engenheiros (Febrae), que também apoia o evento.

Os profissionais do Sistema que passarem pela Fimai, nos três dias de evento, contarão com espaço de atendimento da Mútua. No local, os profissionais poderão sanar suas dúvidas sobre os benefícios e demais serviços oferecidos pela Caixa de Assistência. Já o Confea tem uma programação de palestras técnicas, que serão realizadas em um auditório exclusivo, com capacidade para 80 pessoas. A agenda do Confea na Fimai será aberta na tarde de hoje, às 13h, com o seminário “Energia/2014 - Brasil & Termelétricas: essa energia é nossa!”. Clique aqui e veja a programação completa de palestras do Confea.

A Fimai

Sendo considerada a mais importante feira do setor de Meio Ambiente Industrial da América Latina, a Fimai reúne um grande público para a discussão dos temas mais atuais da área, como resíduos sólidos, emissão de CO2, reciclagem, energia, recursos hídricos, entre outros. A feira ainda proporciona a troca de informações sobre novas tendências, tecnologia, práticas e iniciativas do setor socioambiental e integra dezenas de expositores com produtos e serviços voltados a diversos segmentos, como produção mais limpa, ecoeficiência, análise de riscos, consultoria e prestação de serviços ambientais, laboratórios ambientais, remediação de solo, responsabilidade social, segurança e saúde ocupacional, sistemas de gestão integrados, transporte de produtos perigosos e muitos outros.

As palestras ocorrerão pela manhã e à tarde e a visitação aos estandes dos expositores estará aberta nos três dias do evento, a partir das 13h.

 

Fonte: Acme/Mútua

Foto: Confea

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