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Encerrou-se ontem (28/8), em Frankfurt (Alemanha) o XX Congresso Mundial de Engenharia de Segurança do Trabalho. O presidente em exercício do Confea, engenheiro mecânico, civil e de segurança do trabalho Júlio Fialkoski, lidera a delegação do Sistema Confea/Crea e Mútua, que conta com profissionais engenheiros especialistas em  Segurança do Trabalho.
Iniciado no dia 24/08, o Congresso conta com a participação de governos, especialistas e representantes de entidades do mundo todo. No caso do Brasil, os representantes da Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho (Anest) e da Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança (Sobes), respectivamente José Delfino da Silva e Marlise de Matosinhos, elaboraram uma apresentação sobre o Marco Regulatório da Engenharia de Segurança no Brasil. O pôster sobre o assunto encontra-se disponível no local do evento. Delfino da Silva e Marlise de Matosinhos integram a delegação do Sistema Confea/Crea e Mútua e ambas as entidades compõem o Colégio de Entidades Nacionais (Cden).
Dentro da programação do Congresso, a exposição do Marco Regulatório da Engenharia de Segurança no Brasil é parte do simpósio “Cultura Preventiva”. “Esta é uma excelente oportunidade para divulgarmos as ações da Engenharia de Segurança do Trabalho brasileira, para colhermos informações de outros países sobre a formação da cultura prevencionista e podermos entender como é a relação dos profissionais com a prevenção”, afirma o engenheiro Delfino. 
Criado em 2012 por diversas entidades prevencionistas - a partir da tragédia ocorrida na cidade de Santa Maria (RS), quando mais de 240 jovens morreram vítimas de um incêndio na boate Kiss - o Marco Regulatório deve ser implantado até 2022 e tem 27 ações estabelecidas que visam disseminar a cultura da prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho no país.
Entre os vários brasileiros palestrantes no evento, destacou-se Marco Antônio Perez, representante do Ministério da Previdência Social. Perez falou sobre a experiência brasileira com doenças ocupacionais. Fazem parte da deleção o presidente do Confea em exercício, eng. mec., civ. e de seg. do trab. Júlio Fialkoski, as conselheiras federais Ana Constantina Sarmento e Darlene Leitão e Silva; a presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança (Sobes), Marlise de Matosinhos Vasconcellos, representando o Colégio de Entidades Nacionais; e o representante da Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho, José Delfino da Silva.

Fonte: Confea

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A cidade alemã de Frankfurt recebe desde domingo (24/8) até hoje (27/8) o XX Congresso Mundial de Engenharia de Segurança do Trabalho. O presidente em exercício do Confea, engenheiro mecânico, civil e de Segurança do Trabalho Júlio Fialkoski, lidera a delegação do Sistema Confea/Crea e Mútua, que conta com profissionais engenheiros especialistas em  Segurança do Trabalho.

O Sistema participa da programação do Congresso com a apresentação do Marco Regulatório da Engenharia de Segurança do Trabalho no Brasil. A exposição do documento é parte da programação do simpósio “Cultura Preventiva”, e tem como palestrante o diretor da Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho (Anest), engenheiro civil e de segurança do trabalho José Delfino Lima. “Esta é uma excelente oportunidade para divulgarmos as ações da Engenharia de Segurança do Trabalho brasileira, para colhermos informações de outros países sobre a formação da cultura prevencionista, e podermos entender como é a relação dos profissionais com a prevenção”, afirma o engenheiro Delfino.

Criado em 2012 por diversas entidades prevencionistas - a partir da tragédia ocorrida na cidade de Santa Maria (RS), quando mais de 240 jovens morreram vítimas de um incêndio na boate Kiss - o Marco Regulatório deve ser implantado até 2022 e tem 27 ações estabelecidas que visam  disseminar a cultura da prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho no país.

Fazem parte da deleção o presidente do Confea em exercício, eng. mec., civ. e de seg. do trab. Júlio Fialkoski, as conselheiras federais Ana Constantina Sarmento e Darlene Leitão e Silva; a presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança (Sobes), Marlise de Matosinhos Vasconcellos, representando o Colégio de Entidades Nacionais; e o representante da Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho, José Delfino da Silva.

 

Fonte: Confea

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A chancela de carreiras essenciais de Estado para a Engenharia e a Agronomia representará uma conquista da sociedade brasileira. Com esta visão, o assessor da presidência do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro eletricista Edison Macedo conduziu, na noite deste domingo (24/8), em Florianópolis, a abertura do II Seminário Nacional de Redes Subterrâneas de Energia para Condomínios, promovido de dois em dois anos pela Associação Catarinense de Engenheiros (ACE) com patrocínio do Confea.
Após a palestra, Edison Macedo, ex-professor de vários profissionais ali presentes, autografou o livro “Discutindo o papel da Engenharia Pública”, que trata exatamente sobre o tema da engenharia como carreira de Estado. Até terça-feira, cerca de 200 profissionais e lideranças do Sistema Confea/Crea e Mútua, além de empresários e gestores do setor, devem participar das palestras, na sede da Associação, que este ano completou 80 anos e é precursora do Crea-SC.
O dispositivo de honra foi formado pelo presidente da Associação Catarinense de Engenheiros, engenheiro eletricista Celso Ternes Leal; pelo assessor da presidência do Confea, engenheiro eletricista Edison Macedo; pelo presidente em exercício do Crea-SC, engenheiro agrônomo Gilson Galotti; pelo vice-presidente da CredCrea-SC Cooperativa de Crédito, engenheiro José Wilson Alexandre; pelo diretor financeiro da Mútua, engenheiro civil Laércio Domingos Tabalipa e pela vice-reitora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), engenheira eletricista Lúcia Helena Martins Peixoto.
Entre as lideranças presentes à abertura do seminário, estiveram o diretor e ex-presidente da ACE, engenheiro sanitarista Sérgio Bitencourt; o coordenador nacional das câmaras de engenharia elétrica, Sérgio Cequinel; o coordenador da Câmara de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul, Jorge Fernando Ruschel dos Santos; do presidente da Associação Catarinense de Engenharia de Segurança do Trabalho, Fernanda Maria de Félix Vanhon; e o presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Santa Catarina, Raul Zucatto.

Redes subterrâneas
Após destacar o pioneirismo da entidade de classe – que chegou aos 80 anos em 2014 - e as ações em prol do engrandecimento dos profissionais de Santa Catarina, o presidente da ACE, Celso Leal, destacou que o evento se refere tanto a condomínios residenciais e industriais, como para as cidades. “A ACE busca congregar e defender os interesses técnico-científicos dos associados e ainda defender o interesse público, notadamente nas questões da qualidade de vida e da defesa do meio ambiente. O objetivo macro do evento é discutir questões relacionadas às vantagens das redes técnicas, como os ganhos em estética, acabando com esse emaranhado de fios, e muitas outras, além de garantir atualização técnica e profissional, apresentando informações sobre ART e acervo técnico”. Segundo Celso, há um sucateamento muito grande da rede ao longo do tempo e é preciso investir em novas tecnologias de automatização e de redes subterrâneas, aumentando, assim, a confiabilidade.

Vice-Reitora da UFSC, Lucia Helena Peixoto considerou que estabelecer uma rede segura e confiável pode contribuir com o desenvolvimento do país. Já o presidente em exercício do Crea-SC, eng. agr. Gilson Galotti saudou os 80 anos da Associação Catarinense de Engenheiros e comentou que, mesmo não sendo da área, vê “com muito bons olhos” a proposta de despoluição visual das cidades. “Todas as tecnologias têm vantagens e desvantagens, vejo com bons olhos esses cursos dos quais o Crea também participa através da rubrica de convênios”, disse repassando, em seguida, dados do Regional, que registra 56 mil profissionais, 13 mil empresas, 23 inspetorias, sete escritórios e três postos de atendimentos, além de 56 fiscais, 30 diretores regionais, 375 inspetores, 83 conselheiros, 60 entidades de classe e 88 instituições de ensino. Apoiadora do evento, a Mútua-SC destacou, por meio de seu diretor financeiro Laércio Tabalipa, ser “o braço social do Sistema Confea-Crea, que retorna aos profissionais por meio de eventos como este, que deverá repetir o sucesso da primeira edição”.

Carreiras de Estado

O engenheiro eletricista Edison Flávio Macedo, que representava o presidente em exercício do Confea, eng. civ. Jùlio Fialkoski, saudou os conterrâneos, falando da satisfação de retornar a Florianópolis. Em seguida, traçou o roteiro da obra que lançaria em seguida, no estande do Sistema Confea/Crea e Mútua, ao abordar a Engenharia e a Agronomia como carreiras de Estado. Para ele, trata-se de um problema “90% resolvido”, prestes a ser aprovado, ainda neste mês de agosto, pela Comissão de Cidadania e Justiça do Senado Federal, por meio do projeto de lei 13/2013. “A matéria foi protelada, mas há boas possibilidade de ser aprovada. Nossa vitória exigirá muito mais trabalho do que tivemos até o presente momento”, conclama o veterano engenheiro eletricista catarinense.
Edison Macedo contextualizou o cenário político, econômico e social brasileiro (sétima economia do mundo e 12ª posição no ranking de desigualdades sociais) e ainda as características do Sistema Confea/Crea e Mútua – maior sistema profissional do Brasil com missão e código de ética orientados pelo interesse social e humano, com amplas responsabilidades ético-profissionais, técnico-administrativas, civis, penais e trabalhistas - para indagar os reflexos desta “promissora retomada, qual o papel da engenharia na área pública e ainda se haverá sentido em falar em estruturas de trabalho e planos de carreira em áreas públicas para a engenharia”.
Segundo o assessor da presidência do Confea, há espaço institucional para a Engenharia e a Agronomia entre as carreiras de Estado. “Pelo aviltamento ao qual foram relegadas estas profissões no âmbito da administração pública, com metade dos municípios sem engenheiros, parece que não existe”, ressalvou. Em seguida, relacionou uma série de elementos que justificariam a necessidade desse reconhecimento, por parte do Estado brasileiro.
A dependência da engenharia para que a administração tenha eficiência, eficácia e efetividade, por meio do seu projeto de nação, que deveria desdobrar-se em políticas públicas e, sucessivamente, em planos de governo, em programas e projetos de desenvolvimento público. Por essas carreiras devem ser, ainda segundo o autor/palestrante, desenvolvidas as atividades de supervisão, coordenação, planejamento. “Porque para assumir tais encargos o poder público precisa desenvolver um programa de profissionalização, capacitação e valorização de seus servidores e empregados”.

Resgate da Engenharia

Em outra perspectiva, a Engenharia deverá estar presente nas estruturas de governo sempre que se tratar de projeto de nação. “Se não pressionarmos, o projeto de nação será uma peça política feita ou aprovada no Congresso Nacional sem esta participação dos profissionais que entendem as políticas públicas, planos governamentais, planejamentos, elaboração de projetos básicos e projetos executivos, fiscalização das obras contratadas, fiscalização das empresas terceirizadas, participação em todas as etapas dos processos licitatórios, atuação na assistência técnica gratuita; assessoramento nos processos de perícia; atuação nas agências reguladoras, em que hoje fazem parte do mesmo quadro de carreira de analistas econômicos e administradores; gerenciamento das instituições de pesquisas, desenvolvimento e inovação, inclusive universidades; manutenção de uma representação mínima junto às casas legislativas; ocupação de cargos e funções de vários níveis das administrações públicas”.
Edison Flávio Macedo considera ainda que o desmonte da Engenharia no governo Collor permanece até hoje. “A retomada do desenvolvimento repercute intensamente na demanda de serviços de engenharia, nas áreas de transporte, energia, telecomunicações, desenvolvimento e inovação industrial, agrícola, científico e na área da meteorologia, geografia e geologia, entre outras”. E argumenta, enfaticamente: “Apenas os engenheiros fazem Anotações de Responsabilidade Técnica, garantindo, em toda a sua extensão, o serviço contratado”, justificando mais uma vez sua expectativa pela aprovação do projeto, diante de profissões capacitadas ao tratamento destes conteúdos e carreiras habilitadas com níveis remuneratórios compatíveis. “Estamos correndo atrás de gastar energia para o reconhecimento das carreiras dos profissionais do Sistema”, ressalta o sábio mestre.

Fonte: Confea

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Cerca de duas mil pessoas participaram da palestra sobre “Educação aberta, flexível e a distância: desafios, oportunidades e futuro na formação do engenheiro e prática da Engenharia Global”. O evento foi realizado na manhã desta quarta-feira (13/8), abrindo a programação do Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc), evento realizado durante a 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea). 
O assunto, que está presente na agenda da sociedade, evidenciou as discussões em torno da junção do tecnicismo e do humanismo na educação brasileira de qualidade. Ao final das discussões, ficou evidenciado que, embora ainda existam resistências sobre a EAD (Educação a Distância) na Engenharia, com questionamentos sobre a legislação, laboratórios e definição em nível de atribuição dentro do Sistema, o processo é uma realidade irreversível. 
Também ficou patente que existem problemas sérios na educação fundamental e no ensino médio, fatores que implicam as altas taxas de evasão escolar, notadamente, nos cursos superiores da área tecnológica. São questões que também precisam ser trabalhadas em prol da melhoria do ensino nacional. 
A palestra conduzida pelo engenheiro mecânico, professor universitário e coordenador-adjunto do Colégio de Entidades Nacionais (Cden), engenheiro mecânico Jorge Nei Brito, provocou uma reflexão na plateia formada por profissionais, educadores e estudantes. Para ele, a abordagem pode ser considerada um marco dentro do Sistema Confea/Crea e Mútua e, a partir de agora, deve ser trabalhada de maneira mais efetiva. “O ensino a distância é uma realidade na área tecnológica, e tenho a certeza de que a Engenharia brasileira não ficará de fora de jeito nenhum. O Sistema é que vai ter de se adaptar urgentemente aos novos tempos.”
A palestra teve como debatedores o chefe de divisão de Engenharia do Instituto de Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Cláudio Jorge Pinto Alves; o conselheiro do CNE/MEC, Luiz Roberto Liza Curi; o presidente da Academia Global de Artes e Ciências, Heitor Gurgulino Souza, tendo como moderador o conselheiro federal do Confea, engenheiro agrônomo Daniel Salati. 

Evolução do ensino a distância no Brasil
A EAD foi introduzida nos países desenvolvidos em 1972, ano em que também chegou ao País, porém, foi deixada de lado dois anos depois pelo governo brasileiro. O programa foi retomado em 2005, em função da necessidade da reciclagem dos professores de educação básica, tendo se expandido nos grandes centros e nas cidades onde não existem universidades. O crescimento dos cursos a distância nos últimos dois anos foi de 2.338,79%, no que há de se considerar o pouco tempo de margem referencial. 
Os cursos de ensino a distância já abrangem 3.662 municípios brasileiros. Algumas universidades brasileiras ministram cursos de Engenharia a distância. Os principais cursos são de Engenharia Ambiental, Engenharia de Materiais e Engenharia Civil, ministrados, em sua maioria, pelas universidades privadas. São 26 cursos com uma oferta em torno de duas mil vagas. 
 
Fonte:  Crea-RN

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Inscrições serão encerradas hoje (08), às 17 horas

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí (Crea-PI) comunica a todos interessados em participar da 71ª SOEA - Semana Oficial de Engenharia e Agronomia, que foram prorrogadas por mais um dia as inscrições para profissionais, apenas esta categoria, pois hoje serão encerradas as inscrições para os estudantes, assim como foi divulgado. As inscrições serão encerradas hoje (08), às 17 horas.                        

A 71ª Soea, maior evento da área tecnológica do Brasil, começa na próxima terça-feira, dia 12, e encerra, no dia 15, no Centro de Convenções Atlantic City, em Teresina, Piauí. A programação está sendo finalizada, e a qualquer momento será disponibilizada no site da Soea, no qual já se pode confirmar a presença de grandes nomes da engenharia e do desenvolvimento tecnológico mundial, como Ozires SIlva e Uriel Cukierman. A Semana também será contemplada com a presença de Ana Boscarioli, a primeira mulher a chegar ao cume do mais alto ponto da Terra, o monte Everest.                              

“Mais uma vez, devido a grande procura de pessoas de vários pontos do país, conseguimos abrir mais um dia de inscrições, os profissionais terão mais um dia para realizar a sua inscrição, infelizmente, não foi possível estender mais um dia para os estudantes”, afirma o Paulo Roberto, presidente do Crea-PI.                  

O evento é uma parceria do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí (Crea-PI) e a Caixa de Assistência aos Profissionais do Crea - Mútua.

 

Fonte: Crea-PI

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Teresina (PI) receberá aproximadamente de 3 mil lideranças, profissionais, acadêmicos e estudantes da área tecnológica de todo o País para a 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea). Também serão realizadas atividades precedentes e posteriores à Semana de Engenharia.
O maior evento do Sistema Confea/Crea e Mútua, que neste ano será realizado de 12 a 15 de agosto, no Centro de Convenções Atlantic City, da capital piauiense, terá início com credenciamento às 8h na terça-feira. A solenidade de abertura da Semana será às 17h30, no Auditório Master 1, onde também serão iniciados os trabalhos do Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc) e da ExpoSoea, exposição tecnológica que tradicionalmente integra a programação do evento e reúne instituições e empresas reconhecidas pela execução de produtos, processos ou serviços de inovação.
Renomados profissionais da Engenharia brasileira ganham destaque na lista de palestrantes da Semana. O oficial da aeronáutica e engenheiro formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Ozires Silva, debaterá com o público o tema "Liderança e Ética", na tarde do dia 14. Ozires é reconhecido por sua contribuição ao desenvolvimento da indústria aeronáutica brasileira. Liderou a equipe que projetou e construiu o avião Bandeirante e também esteve à frente do grupo que promoveu a criação da Embraer, uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo. O engenheiro já presidiu a Petrobras e Varig, assumiu o Ministério da Infraestrutura, e atualmente é reitor de uma instituição particular de ensino superior em Santos (SP).
Engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e considerado o “pai da ponte estaiada”, Catão Francisco Ribeiro marca também a agenda de debates da quinta-feira. Diretor executivo de uma empresa de Engenharia, Catão é responsável técnico por mais de 1.600 projetos estruturais de obras de arte especiais, entre elas a ponte estaiada Octávio Frias de Oliveira, em São Paulo. Catão defende que esse tipo de ponte não é apenas de modismo, mas é um verdadeiro símbolo de avanço tecnológico no Brasil.
Entre os temas que serão debatidos até o dia 15 de agosto estão ainda a influência da equidade de gênero na área tecnológica; interação entre instituições de ensino, empresas, Confea/Crea e fundações de apoio a pesquisa; energia fotovoltaica e eletronuclear; desenvolvimento regional; políticas públicas voltadas para saneamento, mobilidade e infraestrutura; e construção a seco.
A agenda institucional do Sistema Confea/Crea e Mútua também está prevista dentro da programação da Soea. Serão promovidas reuniões de lideranças das Coordenadorias de Câmaras Especializadas, do Fórum JR/Jovem e do Colégio de Entidades Nacionais (Cden).

Fonte: Confea

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Na manhã desta quarta-feira (6/8), o Projeto de Lei nº 13/2013 - que reconhece a Engenharia, a Agronomia e a arquitetura como carreiras essenciais e exclusivas de Estado – entrou como primeiro item da pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Uma convocação para cumprimento da Ordem do Dia no Plenário da Casa, porém, suspendeu todas as seções das comissões do Senado nesta manhã. A previsão agora é de que o PL 13/13 seja votado depois das eleições nacionais, em outubro, pois a partir da semana que vem começa a contar o prazo constitucional de não haver deliberações nas Casas Legislativas nos 60 dias que antecedem as eleições. 
A inserção da matéria como prioridade na pauta é resultante de um esforço e compromisso do relator, Senador Romero Jucá (PMDB/RR), e do Senador José Agripino Maia (DEM/RN), acatado pelo Presidente da Comissão, Senador Vital do Rego (PMDB/PB), além de outras lideranças políticas como o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, e outras autoridades do poder Executivo federal o Projeto de Lei. “Não temos medido esforços para viabilizar esse projeto de grande importância para os profissionais que atuam nos órgãos públicos”, afirmou o presidente do Confea, eng. civ. José Tadeu da Silva.
O destaque que a matéria recebeu entre as atividades da CCJ também está relacionado à atuação do GT Assuntos Parlamentares, do Confea e da Frente Parlamentar em Defesa da Engenharia, Agronomia e Arquitetura, proposta e conduzida pelo deputado federal Augusto Coutinho (SDD/PE). Tadeu da Silva destaca ainda a atuação da Associação Nacional dos Servidores Públicos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos do Poder Executivo Federal (Anseaf). “Presidida pelo José Roberto Senno, a Associação, junto com o Confea, liderou esse movimento”, afirmou o presidente do Confea.
Vale destacar que, na esteira da valorização profissional, a atual gestão concentra atenção em quase 200 projetos em tramitação, que interferem na área tecnológica, 34 deles relacionados com a Lei Federal nº 5.196/66 (Estatuto da Engenharia) e outros seis com a Lei nº 4.950A/66 (que estabelece o Salário Mínimo Profissional).
Retrospectiva
Em 2013, em Gramado, durante o 8º Congresso Nacional de Profissionais (CNP), dedicado ao acompanhamento de nosso marco legal, o deputado federal e engenheiro agrônomo Valdir Colatto (PMDB/SC) foi um dos que expressaram seu apoio à proposta. “Penso que se mais engenheiros participassem do processo decisório e da elaboração de políticas públicas, poderíamos acelerar nosso crescimento”, defendeu o deputado, ratificando um posicionamento que o presidente José Tadeu da Silva vem mantendo desde o início de seu mandato à frente do Confea.
Na avaliação da senadora Ana Amélia (PP/RS), arquitetos e engenheiros desempenharam papel importante na preparação do Brasil para sediar a Copa de Futebol de 2014 e ainda para a preparação das Olimpíadas de 2016, por exemplo. O presidente da Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS), senador Waldemir Moka (PMDB/MS), também lembrou que os engenheiros agrônomos são fundamentais para estados com vocação agrícola.
Para o presidente do Confea, a aprovação do projeto marcará o reconhecimento da excelência da engenharia brasileira. “Os profissionais da engenharia e a sociedade brasileira ganharão com a aprovação deste projeto de lei. Os profissionais terão o respaldo devido a seu papel histórico de competência em favor do desenvolvimento do país, com credibilidade nacional e internacional. Tenho reiterado como o país ainda necessita valorizar o profissional da Engenharia e da Agronomia para que ele continue desafiando os índices de crescimento e estimulando a produtividade e a infraestrutura nacionais.”, defende José Tadeu da Silva.
As carreiras essenciais e exclusivas de Estado estão previstas pela Emenda Constitucional 19, de 1998, conhecida como reforma administrativa e incluem diplomatas e servidores de carreiras jurídicas, de auditoria e de gestão governamental, entre outras. Para incluir os engenheiros, arquitetos e engenheiros agrônomos, a proposta altera a Lei nº 5.194/66, que regula essas profissões.

Fonte: Confea

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Ineivea apresentou balanço de sua gestão na Mútua-BA

A diretora geral da Mútua-BA, engenheira de produção Ineivea Farias, apresentou na Plenária do Crea-BA, nesta segunda-feira (4), balanço da sua gestão a frente da entidade (2009-2011 e 2012/2014), ao anunciar sua saída da Mútua para assumir a superintendência de projetos do Confea. Quando Ineivea tomou posse como diretoria geral, a Regional da Mútua no Estado tinha 1017 sócios e, hoje, já conta com 5.881 sócios. Além disso, neste período foram concedidos  R$15.024,779,00 em benefícios para os profissionais do Crea-BA. Para a diretora, os números falam por si só: “nos empenhamos neste período em divulgar os benefícios da Mútua para os profissionais baianos. Colocamos como meta aumentar o número de sócios e assim o número de benefícios concedidos. Entrego a direção geral da Mútua-BA com a certeza de ter cumprido essa missão”, ressaltou Ineivea.

O ponto chave do balanço foi a surpresa feita pelos funcionários da Caixa. Dois profissionais que receberam benefícios sociais foram convidados para falar sobre como a Mútua contribuiu para amenizar as dificuldades financeiras que estão passando por motivo de saúde.

Sócio da Mútua desde 1982, Mario Laert agradeceu a direção da Mútua Salvador e aos profissionais da Sede que o ajudaram na concessão de seus benefícios, “tive e ainda tenho muitos problemas de saúde e por conta deles dificuldades financeiras. Recebo R$1900 de aposentadoria e pago R$1.050 de plano de saúde, não tenho como arcar com todas as despesas mensais. Quando entrei em coma, as dificuldades aumentaram, procurei a Mútua e recebi desses profissionais todo apoio necessário. Este ano, precisei novamente recorrer a Caixa e mais uma vez fui acolhido. Agradeço também ao presidente do Crea-BA, Marco Amigo, que na época do meu primeiro benefício, em 2009, era diretor executivo na Mútua Sede”, destacou Mario.

Já o associado Roberval Negreiros precisou recorrer ao benefício social da Mútua em 2014, após complicações financeiras em decorrência de um AVC Cerebral. “Já estou na segunda parcela do benefício social concedido pela Mútua. Após cirurgias, viagem para Rio de Janeiro para tratamento que não existe em Salvador, minha situação financeira se agravou e foi a Mútua que trouxe um pouco de alivio. Recebi em minha casa a visita da diretora Ineivea Farias e da Supervisora Hedilma Silveira e elas comprovaram a minha situação e da minha família. Para os profissionais é muito importante contar com a Mútua, a anuidade de R$130 não paga o alivio pelo qual estou passando no final do mês com este benefício”.

Os relatos dos profissionais emocionaram os conselheiros do Crea-BA e os funcionários que participaram da Plenária. Alguns desconheciam os benefícios sociais da Mútua e ficaram impressionados com a assistência que a Mútua presta aos profissionais. Para encerrar, a diretora geral da Mútua-BA, agradeceu aos Crea-BA e ao presidente Marco Amigo pela parceria, aos funcionários do órgão e da Caixa que contribuíram positivamente para sua gestão. Já o presidente do Conselho, Marco Amigo, elogiou a atuação da diretora nesses quase seis anos de gestão e desejou sucesso nos novos desafios profissionais. 

 

Fonte: Mútua-BA

Fotos: Mútua-BA

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Após vivenciar ricos debates no Congresso Nacional dos Profissionais – CNP, o Senge-RJ dá continuidade às discussões ali travadas com o Ciclo de Debates do Sistema Confea-Crea e Mútua que tem início dia 7 de agosto.. O objetivo é  apontar soluções para alguns dos problemas crônicos do Sistema Confea/Crea e Mútua, tais como: fragmentação e necessidade de modernização e maior participação dos profissionais, entre outros. Os encontros serão sempre às quintas-feiras, às 19 horas no auditório do Senge-RJ, à Avenida Rio Branco 277 - 17° andar, Centro.
Os temas abordados serão: a Lei 5.194/66 – que regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo; Governos, Sociedade e Conselho Profissional; Instituições de Ensino e Conselho Profissional; e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Rio de Janeiro (CREA-RJ).
O engenheiro Luiz Cosenza, do Senge-RJ, coordenará o ciclo de debates, que tem início com a participação do engenheiro civil Henrique Ludovice na primeira mesa, dia 7 de agosto. Com a discussão da lei  5.184/66  serão tratados assuntos como: Inclusão dos Técnicos de Nível Médio e Tecnólogos, Piso Salarial, Processo Eleitoral

Mesa 1
Data: 07/08/14, quinta-feira
Tema: Lei 5.194/66
Convidado: Henrique Luduvice, ex-presidente do Confea 
Coordenador: Luiz Cosenza
Relator: Márcio Cisnaldo
Assuntos: Inclusão dos Técnicos de Nível Médio e Tecnólogos, Piso Salarial, Processo Eleitoral

Fonte: http://www.sengerj.org.br/

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Segunda, 04 Agosto 2014 16:47

Prorrogadas inscrições para a 71ª SOEA

 

Nesta segunda feira, 04, a organização da SOEA - Semana Oficial de Engenharia e Agronomia, aprovou a prorrogação das inscrições até às 18 horas de quinta feira, dia 07, como forma de garantir grande participação principalmente do público local, tanto estudantes como profissionais.
"Nós trabalhamos muito para que estas inscrições pudessem ser reabertas, é uma oportunidade para que ainda mais profissionais e estudantes de nosso estado se façam presentes neste evento", frisa Paulo Roberto Ferreira de Oliveira, presidente do Crea-PI. 
O evento terá inicio dia 12 de agosto, com participação de grandes nomes da engenharia e do desenvolvimento tecnológico mundial, como Ozires SIlva e Uriel Cukierman.
Quem solicitou inscrição mas não pôde fazer o pagamento da inscrição, terá a possibilidade de emitir 2ª via e confirmar inscrição sem ter que preencher novamente o formulário.
O evento ocorrerá de 12 a 15 de agosto, no Centro de Convenções Atlantic City, na cidade de Teresina, capital do Piauí.

Fonte: Crea-PI

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