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Acompanhe ao vivo a 3ª Sessão Plenária Extraordinária de 2016.

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Fonte: Confea

A Comissão Temática Criatividade e Inovação Tecnológica realiza o I Seminário Confea de Inovação Tecnologia na Engenharia, em São José dos Campos (SP), nos dias 23 e 24 de junho. 

Resultado de parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), a iniciativa cumpre a proposta de conhecer o estágio atual de desenvolvimento tecnológico de instituições nacionais, como o próprio ITA, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

De acordo com o coordenador da Comissão Temática, conselheiro  Antônio Roberto Martins, o evento  tem como objetivo provocar os profissionais para inovação. “Ao realizar esse evento o Confea marca posição no cenário nacional, pois é a inovação e a criatividade  que alavancam o desenvolvimento”. Além do evento, a comissão deverá produzir uma cartilha impressa sobre criatividade e inovação tecnológica a ser oferecida a todos os profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua.

Com a presença do presidente do Confea, dos conselheiros federais membros da comissão, além de profissionais da área tecnológica de São José dos Campos, serão promovidos painéis de debate sobre engenharia de inovação, produtividade, propriedade intelectual e procedimentos para criar parcerias. 
O evento funcionará como um preparatório para a 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), onde haverá um painel com a mesma temática.  A Soea será realizada de 29 de agosto a 01 de setembro em Foz do Iguaçu (PR).

A Comissão Temática Criatividade e Inovação Tecnológica tem a proposta de fomentar o desenvolvimento de Tecnologias Inovadoras Nacionais, por meio de iniciativas que visem à aproximação entre empresas e profissionais de tecnologias. A Comissão foi instituída pela Decisão Plenária nº 1520/2015.

 

Fonte: Confea

A troca de informações, o questionamento, sugestões e debate marcaram até o último minuto a reunião que, durante três dias, preparou lideranças da área tecnológica para a conferência sobre Água e Energia – novas abordagens sustentáveis, que o Sistema Confea/Crea realiza em julho.

Uma mesa formada pelos conselheiros federais Marcos Motta, Paulo Laércio, os palestrantes Augusto José Pereira Filho, Hélio Dias e Paulo Carvalho, comandou a última mesa-redonda programada.

No encerramento, no final da tarde de sexta-feira (6), José Tadeu da Silva, presidente do Confea, disse que “a reunião marca nova fase para o Conselho, diante do momento de dificuldades que o país atravessa”. Para ele, “é hora de união para colocar engenheiros na discussão e elaboração de políticas públicas, a fim de ajudar o país a se desenvolver”. Ele lembrou que nos países desenvolvidos, engenheiros compõem 70% das equipes que definem os programas a serem incrementados.

José Tadeu também defendeu mais investimentos em ensino e pesquisa, o diálogo com academia e setor empresarial e criticou o pregão eletrônico e o menor preço para obras de engenharia. 

Daniel Salati, conselheiro federal que coordenou os trabalhos da reunião, disse que  objetivo do evento foi alcançado: “estamos formando massa crítica para a conferência de julho”. Ele aproveitou para divulgar a ideia de realizar eventos semelhantes nos Creas com a participação de profissionais da própria região: “Temos profissionais de excelente qualidade país afora e temos que aprender com eles e dar espaço para que disseminem seus conhecimentos”.

 

Fonte: Confea

Na manhã desta quinta-feira (5), o físico alemão e professor da Universidade de Michigan, Wolfgang Bauer, palestrou sobre “Energia para a economia mundial no século 21: problemas e oportunidades”, para lideranças do Sistema Confea/Crea que se preparam para a conferência internacional “Água e energia – novas abordagens sustentáveis“, que o Confea realiza em julho próximo.

Segundo Bauer, “80% da energia consumida no planeta vem de combustíveis fósseis, que não são infinitos, geram dióxido de carbono e consequentemente o aquecimento global, que não é positivo para nada e nem ninguém. O desafio é encontrar fontes alternativas para alterar essa realidade por meio da energia eólica, hídrica, térmica, solar, e de biocombustíveis”.

Para ele, falta vontade política dos governantes e administradores de todos os países para mudar o modelo atual. Especialmente, porque exige mudanças de ordem econômica e social. “O que falta, depois de 100 anos em que se estuda os efeitos colaterais ambientais a partir da revolução industrial, é vontade política de políticos, administradores e governantes de todos os países, cada um a seu grau e maneira”, afirmou.

A reunião preparatória – aberta na quarta-feira (4) à noite, em cerimônia presidida pelo presidente do Confea, José Tadeu da Silva – acontece no Brasília Imperial Hotel (SHS), e além de Bauer, como primeiro palestrante, teve ainda a participação de Paulo Ferreira, secretário nacional de Saneamento Ambiental, do Ministério das Cidades, falando sobre o “Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento”; José Antônio da Silva, da Universidade Federal de São João Del-Rei, que tratou de  “Energias Alternativas e Renováveis”, e o professor Ivanildo Hespanhol, diretor do Centro Internacional de Referência em Reúso de Água, da USP, que falou de “Conservação e Reúso de Água como instrumentos de gestão”.

 

Amanhã, dia 6, as palestras “Soluções em Eficiência Energética e Hídrica”, com o tecnólogo Paulo Carvalho, mestrando em engenharia civil; “Panorama Atual do Setor Elétrico”, com Delson Amador, que trata de Assuntos Estratégicos da Secretaria da Agricultura e Abastecimento de São Paulo e “Meteorologia e Climatologia na Gestão Hídrica, Energética e Ambiental”, com Augusto José Pereira Filho, da USP, alimentam a programação, que começa às 09h. À tarde, “Água, Energia e Clima: problemas e desafios da divulgação científica” é tema para Hélio Dias, presidente do Instituto para Valorização da Educação e da Pesquisa. Uma mesa-redonda com palestrantes e públicos encerra a programação do evento.

Da reunião preparatória, participam o presidente do Conselho Federal, José Tadeu da Silva, presidentes dos conselhos regionais, conselheiros federais e regionais e demais lideranças do Sistema Confea/Crea, representantes de entidades como a Febrae (Federação Brasileira de Associações de Engenheiros) e da Upadi (União Pan-americana de Associações de Engenheiros).

 

Fonte: Confea

Na última sexta-feira (29), o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), eng. civ. José Tadeu, participou de audiência pública sobre o Projeto de Lei (PL 2245/07), que regulamenta a profissão de tecnólogo.

Durante entrevista ao jornal Bom Dia Sergipe, o presidente do Confea defendeu a regulamentação, uma vez que o projeto não cria uma nova profissão, apenas regulamenta uma categoria que já existe. “O Confea já tem a Resolução 313, que regulamenta o exercício dos tecnólogos da área de Engenharia e Agronomia, mas apoia a luta pela aprovação do PL que regulamenta no Brasil o exercício da profissão em todas as atividades e em todas as áreas de atuação”, reforçou José Tadeu.

O presidente do Crea-SE, Arício Resende, também manifestou o apoio à aprovação da proposta que regulamenta a profissão de tecnólogo por entender  que esses profissionais de nível superior precisam ter a segurança jurídica para o exercício da sua profissão. Ele ressaltou que o Sistema Confea/Crea detém a prerrogativa de fiscalizar a profissão e definir, na carteira profissional, o que cada profissional pode fazer, conforme seu conhecimento formal.  “Não há dúvidas de que os tecnólogos passam por esse sistema de formação e adquirem notório conhecimento técnico-científico. Por isso, acredito que esta regulamentação vai mostrar a importância dos tecnólogos para o País”, disse ele.

Sobre o projeto de lei
O Projeto de Lei, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), está parado na Câmara por conta de dois recursos apresentados pelos deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Sandro Alex (PPS-PR). O presidente da Federação Nacional de Tecnólogos, Efraim Geraldo Rodrigues, afirmou que os recursos apresentados são um verdadeiro desserviço não apenas aos tecnólogos, mas também a toda sociedade. “Os cursos de tecnólogos cumprem todos os requisitos exigidos para serem regulamentados. Todos têm base teórica e técnica, impacto socioeconômico reconhecido, e os diplomas são reconhecidos pelo Ministério da Educação. Mesmo assim o estudante se forma, mas encontra dificuldade de inserção no mercado de trabalho”, lamentou Efraim Geraldo ao ressaltar que já procurou os dois deputados, mas ainda não teve resposta quanto à possível retirada dos recursos.

Moção
No final da audiência, a presidente da Comissão de Educação, a deputada estadual Ana Lúcia Menezes (PT-SE), afirmou que vai propor à Assembleia Legislativa de Sergipe que faça uma moção de apelo à presidência da Câmara Federal para destrancar a pauta do PL 2245/2007.  Também afirmou que vai buscar o apoio dos deputados federais que formam a bancada sergipana no sentido de se mobilizarem em defesa da luta pela regularização da profissão do tecnólogo.

 

Fonte: http://www.confea.org.br/

 

Engenheiros mecânicos atuantes no setor de refrigeração, ar condicionado, ventilação e aquecimento estão preocupados com a atuação de leigos no mercado. Em reunião com o presidente do Confea, eng. civ. José Tadeu da Silva, representantes da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicional, Ventilação e Aquecimento (Abrava), acompanhados de outras entidades parceiras, solicitaram apoio do Confea na resolução do problema. Na ocasião, José Tadeu ressaltou a aprovação recente da Resolução nº 1.037/2016 que, ao regulamentar a atribuição de títulos, atividades, competências e campos de atuação dos profissionais do Sistema Confea/Crea, auxiliará o pleito da Abrava.

Durante a apresentação, o vice-presidente da Associação, Arnaldo Basile, afirmou que se estima uma participação de cerca de 300 mil profissionais no setor de aquecimento e refrigeração, e que há, em todo o Brasil, mais de 200 escritórios de projetos na área. “Em um país tropical, ar condicionado não é mais luxo, mas sim qualidade de vida e produtividade”, ressaltou, quando explicou que, anualmente, o setor chega a crescer de duas a três vezes a taxa de crescimento do PIB. 

Na exposição, os representantes fizeram uma análise comparativa entre as grades curriculares dos cursos de Engenharia Mecânica e de Arquitetura, a partir da qual se conclui que há necessidade de o profissional da área ter formação na primeira. “Esse é o motivo da nossa reunião” afirmou Basile, “reverter o processo das atribuições profissionais referentes a concepção, projeto e instalação de sistemas de ar condicionado ao engenheiro mecânico”. Eles se mostraram preocupados com a Lei nº 12.378/2010, que criou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).

Além de sugerir que os representantes se inteirassem a respeito da nova resolução, o presidente do Confea mencionou a existência da Comissão Temática de Harmonização Interconselhos, cuja composição contempla dois engenheiros mecânicos entre os cinco integrantes: o conselheiro federal Paulo Viana, e o presidente do Crea-BA, Marco Amigo. “Vou inserir esse tópico no grupo. Quando eles sinalizarem a inclusão do tema na pauta, solicitaremos a participação de um especialista que vocês indicarem”, sinalizou José Tadeu. Outro encaminhamento sugerido pelo presidente do Confea foi abordar o assunto com os quatro conselheiros federais representantes dos engenheiros mecânicos no Plenário, e sugerir a criação de um Grupo de Trabalho específico para o tema. 

Além de Arnaldo Basile, participarem da reunião o presidente do Departamento Nacional de Empresas de Projetos e Consultorias da Abrava, Renato Nogueira, o diretor da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav), Sérgio Helfensteller, e os presidentes dos sindicatos da área: Carlos Trombini (SP), Adalberto Zanizzelo (SP), Paulo Rosenthal (SP), Newton Victor (CE) e Mauricio Lopes (BA). Também estavam presentes Ricardo Gibrail, diretor da empresa Air System, e Francisco Correa Rabello, conselheiro do Crea-DF. 

 

Fonte: Confea

 

Em decisão histórica para o Sistema, o plenário do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia aprovou, na última terça-feira (19), a Resolução nº 1.073/2016, que regulamenta a atribuição de títulos, atividades, competências e campos de atuação aos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea. O novo normativo substitui a Resolução nº 1.010/2005 e passa a vigorar após publicação no Diário Oficial da União. O documento, que reúne as atribuições previstas nas leis relacionadas ao Sistema Confea/Crea, ainda não foi publicado no Diário Oficial da União.

O assunto foi pautado pelas comissões de Organização, Normas e Procedimentos (Conp) e de Educação e Atribuição Profissional (Ceap) que, durante a sessão plenária extraordinária, apresentaram deliberação conjunta e histórico de debates sobre a Resolução nº 1.010/2005.

Para o presidente do Confea, eng. civ. José Tadeu da Silva, o normativo irá reforçar as competências de atuação dos registrados no Sistema, acompanhando as tendências tecnológicas e demandas atuais da sociedade. “O projeto de resolução preserva e amplia as prerrogativas dos profissionais que estão aptos para contribuir para desenvolvimento do nosso País”, afirmou. 

Educação continuada
Representando a Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap), o eng. civ. Osmar Barros Júnior pontuou que a resolução incentiva e valoriza a educação continuada, uma vez que prevê a extensão de atribuições a partir da conclusão de especialização, mestrado, doutorado e sequencial de formação específica. Durante a apresentação do projeto, o coordenador da Ceap explicou como se dará a concessão da extensão da atribuição inicial de atividades e de campo de atuação profissional: “Será em conformidade com a análise efetuada pelas câmaras especializadas competentes do Crea da circunscrição na qual se encontra estabelecida a instituição de ensino ou a sede do campus avançado, conforme o caso”. E adicionou que, conforme o documento, “a extensão de atribuição será permitida entre modalidades e grupos profissionais da 

engenharia e da agronomia”.

Questionado sobre a vigência da nova resolução, o coordenador da Comissão de Organização, Normas e Procedimentos (Conp), eng. agr. Mário Amorim, esclareceu que, embora o novo projeto substitua a Resolução nº 1.010/2005, “aqueles profissionais que tiveram atribuições definidas pela resolução anterior têm o direito preservado e as atribuições adquiridas mantidas”.

Reconhecimento
Aprovado por unanimidade, o projeto de resolução teve o reconhecimento dos conselheiros federais. Para o eng. eletric. Jolindo Rennó, a elaboração do documento demandou o período necessário para a maturação que o tema requer. “Há tempos debatemos esse assunto, mas agora o ganho será muito grande para os profissionais registrados”. Em complemento, o eng. agr. Célio Moura enfatizou que os meses dedicados ao rito legislativo demonstram o cuidado que os conselheiros tiveram para amadurecer a Resolução nº 1.010/2005. “Foi um tempo que nos proporcionou mais oportunidades para debater a matéria”, afirmou. 

O eng. civ. Paulo Laércio Vieira elogiou a dedicação das comissões em trabalhar conjuntamente: “Isso demonstra entendimento uníssono que resulta nesse passo definitivo, nessa resolução tão esperada pelo Sistema Confea/Crea”.

Já o eng. civ. Marcos Motta Ferreira fez questão de enfatizar os ganhos que o normativo irá proporcionar aos profissionais. “Os critérios estabelecidos no projeto de resolução estão bem estabelecidos e rigorosos. Por isso, essa legislação vanguardista traz segurança para os registrados e proporciona reconhecimento aos que buscam capacitação continuada”. Também por esses motivos, o vice-presidente do Confea, eng. agr. Antônio Albério, disse acreditar que a novidade irá “atender à expressiva maioria dos registrados no Sistema”.

Entenda o caso
O projeto de resolução aprovado substitui a Resolução nº 1.010/2005, que já foi suspensa por inúmeras vezes. A última suspensão foi em dezembro de 2015, quando foi identificada a necessidade de ajustes para que sua aplicação fosse de maneira uniforme nas ações dos 27 Conselhos Regionais. Assim como o novo normativo, o texto também tratava da regulamentação de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional.

Por apresentar dificuldades de operacionalização, a Resolução nº 1.010/2005 foi tema de debates e pautada em consulta pública no Sistema Confea/Crea, a fim de serem coletadas manifestações dos Creas, do Colégio de Presidentes (CP), do Colégio de Entidades Nacionais (Cden), das Coordenadorias de Câmaras Especializadas dos Creas, dos conselheiros federais e dos profissionais registrados sobre o anteprojeto que viria a substituir a resolução. Em 2015, por exemplo, foram colhidas 107 contribuições no site do Confea. “As manifestações de muitos professores e profissionais que estão na prática enriqueceram o documento, que pode ser considerando um texto maduro, resultante de muitas discussões e reuniões conjuntas com o objetivo de encontrar a melhor saída para a Resolução nº 1.010”, lembra o coordenador da Conp, Mário Amorim.

Numa segunda fase e em atendimento à Resolução 1.034/11, que esclarece o rito do processo legislativo no âmbito do Sistema, essas contribuições foram sistematizadas e passaram por instrução técnica–jurídica, pela Ceap, pela Conp para, assim, chegarem ao projeto de resolução apresentado na sessão plenária extraordinária de abril, em que a proposta foi aprovada por unanimidade.

 

Fonte: Confea

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Em solenidade nesta sexta-feira (15), às 15h, na sede do Confea, será assinado o aditivo do Termo de Reciprocidade, firmado entre o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia e a Ordem dos Engenheiros de Portugal (OEP), em setembro de 2015. Documento esse que permitirá aos profissionais da Engenharia brasileiros e portugueses a requererem o registro recíproco. 

Participarão da cerimônia representantes do Itamaraty e os presidentes da OEP, Carlos Matias Ramos, e do Confea, eng. civ. José Tadeu da Silva, que analisa o acordo como elemento fomentador de novas oportunidades de trabalho para os brasileiros. “Especialmente para os jovens engenheiros, o Termo de Reciprocidade abre as portas do mundo, a começar por Portugal”, destaca.
Requisitos e formulários
O Termo de Reciprocidade aplica-se aos profissionais graduados que tenham cursado, no mínimo, 3.600 horas no Brasil, e cinco anos de estudos em Portugal. Além disso, os interessados devem apresentar o formulário de requerimento, a partir de 1º de maio de 2016. Saiba quais são os documentos necessários: 
      - Procedimentos para registro
      - Formulário de requerimento
      - Termo de Reciprocidade e  aditivo


Serviço
Assinatura do aditivo do Termo de Reciprocidade entre Confea e OEP
15h, no Plenário do Confea, SEPN 508, Bloco A, Brasília-DF
Cobertura completa será publicada em www.confea.org.br 

 

Fonte: Confea

No primeiro dia da sessão plenária 1429, o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), eng. civ José Tadeu,  recebeu o diploma de reconhecimento do presidente da Confederação Pan-americana da Engenharia Mecânica, Elétrica, Industrial e Ramos Afins (Copimera), Jorge Gallo Navarro. “Esse diploma é entregue aos engenheiros mais ilustres. Esperamos que o Confea, o Brasil, esteja tão bem representado sempre”, disse Navarro.

A comitiva da Copimera  composta também por Aramis Guerra, e o recém-eleito coordenador da 5ª Região (da qual participam Brasil, argentina, Paraguai e Uruguai), Jorge Nei Brito, aproveitou para convidar o presidente para a reunião da Confederação, que será realizada de 28 de novembro a 01 de dezembro, em São Domingos, na República Dominicana.

Sobre a Copimera
A Copimera é uma entidade internacional que congrega profissionais dos países das três Américas com o objetivo de promover o intercâmbio de novos conhecimentos científicos e inovações tecnológicas para contribuir com o desenvolvimento dos países americanos. O Confea se tornou membro da Copimera no ano de 2010, por meio da Decisão Plenária 1474/2010.

A sessão plenária 1429 prossegue até sexta-feira (15), na sede do Confea, em Brasília (DF).

 

Fonte: Confea

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