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Em sua 20ª Reunião Ordinária, a Seção Brasil do Conselho Mundial da Água reúne, durante esta terça-feira (6/12), representantes de cerca de 60 instituições públicas e privadas para tratarem da realização do 8º Fórum Mundial da Água, que será realizado no Brasil em 2018. Integrante do grupo há quatro meses, o Confea participa da reunião pela primeira vez. O encontro está sendo realizado em Brasília, na sede da Agência Nacional de Águas (ANA).

Ao abrir a reunião, o diretor-presidente da Agência, Vicente Andreu, destacou e agradeceu presença do Confea. “Nosso grupo está cada vez mais representativo. A seção Brasil do Conselho Mundial da Água pode ir além da organização do Fórum: deve explorar sua atuação na gestão dos recursos hídricos do país”, afirmou. Outras instituições participantes pela primeira vez são Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Ambev e o Parlamento Nacional da Juventude pela Água. Representando o Confea, participaram o conselheiro federal Daniel Salati e o superintendente de Integração do Sistema, José Gilberto Pereira de Campos.

Entre os itens da pauta está o lançamento da plataforma Teamworks, de consulta pública para os cinco processos de preparação do Fórum Mundial: temático, regional, político, cidadão e sustentabilidade. Em sua oitava edição, em 2018 o Fórum Mundial da Água será realizado em Brasília. Promovido trienalmente, em 2015 o evento ocorreu na Coreia do Sul. O Confea passou a integrar o Conselho Mundial da Água em julho deste ano, após ter participado do Kick Off Meeting, que marcou o início oficial da preparação do Fórum Mundial.

 

Fonte: Confea

 

 

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Uma apresentação do diretor técnico da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Sandro Yamamoto marcou o início dos trabalhos da 3a Reunião Ordinária do GT Matriz Energética Brasileira para 2050. Reunidos até esta terça-feira, os participantes assistirão outras cinco apresentações, cujos debates envolvem energia solar, hidrelétrica e geração e distribuição de energia. Além disso, o grupo recebe, ainda, diretor da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia, para debater o "Plano Energético Brasil - 2050".

Participam da reunião o conselheiro federal Marcus Vinícius Fusaro, que coordena o Grupo, Ana Constantina Sarmento e Edson Navarro (membros-especialistas do GT) e os assessores do Confea João de Oliva e Paulo Prado. Também integram o grupo o conselheiro federal Carlos Batista das Neves, o coordenador nacional da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica, Jovanilson Falero de Freitas, e o presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas, Olavo Botelho Almeida.

O Grupo de Trabalho Matriz Energética Brasileira para 2050 tem como objetivo estudar os impactos da crise energética brasileira na formação de mão de obra, no desenvolvimento da cadeia produtiva e de novas tecnologias, na manutenção da malha energética. A criação do GT foi motivada pela recente crise provocada por conta da baixa disponibilidade de energia hidroelétrica e do subaproveitamento de recursos naturais como energia solar e eólica, entre outras razões. Saiba mais.

Custo
Para o presidente da Associação Brasileira de Fomento às Pequenas Centrais Hidrelétricas (ABRAPCH), Paulo Arbex, o setor elétrico deveria ser uma prioridade para o país. 

"Hoje temos uma das energias mais caras do mundo, inibindo o investimento e ainda sujeito a apagões". Segundo ele, as hidroelétricas representam o menor custo médio efetivo, da ordem de R$ 95/MWh. No entanto, o segmento sofre com uma "política industrial às avessas", com carga tributária desigual e outras desvantagens. Ao final de sua apresentação, ele afirmou que é preciso construir mais hidrelétricas, gerando mais empregos especializados. 

Já o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Lopes Sauaia, comentou a projeção de crescimento do setor nas próximas décadas, atingindo 10% da matriz energética em 2030. "Seria um aumento de mil por cento em relação a hoje, o que exigiria investimentos da ordem de 125 bilhões de reais". Rodrigo enalteceu a iniciativa do GT Matriz Energética, afirmando que o momento é de acreditar no diálogo, sobretudo diante da abertura que a atual diretoria da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vem sinalizando com o setor. "Acho que eles estão reincorporando as hidrelétricas e também as novas fontes de energia, promovendo oportunidade de trabalho para todos".

 

Fonte: Confea

A XXXV Convenção da União Panamericana de Associações de Engenharia (Unión Panamericana de Asociaciones de Ingeniería - Upadi) ocorreu paralelamente ao XIII Congresso Nacional de Engenharia Civil do Panamá, durante os dias 24 a 28 de outubro de 2016, na Cidade do Panamá - Panamá. Essa foi a última Convenção presidida pelo eng. civ. José Tadeu da Silva, o qual encerra o seu mandato de dois anos no dia 31 de dezembro de 2016. A próxima presidente será a engª Maria Teresa Dalenz (Bolívia - mandato 2017/2018). Ao final da Convenção foi realizada eleição para o mandato 2019/2020, sendo eleita por aclamação a engª Maria Teresa Pino (Paraguai).

Durante os trabalhos da XXXV Convenção, o Termo de Reciprocidade firmado entre o Confea e a Ordem dos Engenheiros de Portugal teve destaque, sendo objeto de comemoração pelas demais delegações presentes, as quais se mostraram interessadas em levar a efeito instrumentos de mobilidade profissional semelhantes, porém no âmbito panamericano.

Destacamos também a indicação e aprovação por unanimidade para que o Brasil sedie os seguintes Comitês Técnicos, pelos próximos quatro anos: 
•    Petróleo e Gás;
•    Tecnologia Social; e
•    Mobilidade Profissional

Além desses Comitês, o Brasil continuará sediando o Comitê Técnico de Água e Energia, o qual atuou junto ao Conselho Fedral de Engenharia e Agronomia (Confea), Federação Mundial de Engenheiros  (Fmoi) e Federação Brasileira de Associações de Engenheiros ( Febrae)  para a realização da Conferência Internacional Água e Energia, ocorrida em Brasília, em 2016, e que ensejou a inclusão do Confea no Comitê Organizador do 8º Fórum Mundial das Águas, que ocorrerá no Brasil em 2018.  Essa informação foi muito bem recebida pelas demais delegações presentes na Convenção, havendo inclusive a aprovação de proposta para que as entidades integrantes da Upadi realizem eventos preliminares ao mencionado Fórum, com o objetivo de apresentarem o posicionamento e soluções panamericanas para as questões que envolvem o uso e consumo de água.

Outro detaque do encontro foi a inclusão da Associação Panamericana de Engenheiros Agrônomos (Asociación Panamericana de Ingenieros Agronomos - APIA) como membro associado, bem como do Conselho Nacional de Engenharia da Itália (Consiglio Nazionale degli Ingegneri - CNI), na qualidade de membro observador da Upadi.


Presidente Paulo Oliveira (Crea-PI), Eng. Flávio Bolzan (Assessor do Confea), Conselheiro Federal Afonso Bernardes. Na frente: Conselheiro Federal Paulo Laércio, Conselheiro Federal Marcos Motta, Eng. Edemar Amorim (tesoureiro da Upadi), Eng. Ângelo Petto Neto (Presidente da Confaeab), Eng. Jorge Spitalnik (Presidente da FMOI), Eng. José Tadeu da Silva (Presidente do Confea e da Upadi), Engª Maria Teresa Pino (CPI/Paraguai - Presidente Eleita da Upadi 2019/2020), Eng. Júlio Salgado (UNAICC/Cuba) e Eng. Tomás Sancho (CCCP/Espanha).

Fonte: Confea

Em função de um workshop a ser desenvolvido por representantes do Sistema Confea/Crea na Ordem dos Engenheiros de Portugal, em Lisboa, de 21 a 27 de novembro, a sessão plenária 1.435, do Confea, inicialmente marcada de 23 a 25 de novembro, foi antecipada para os dias 16 a 18 do mesmo mês, atendendo ao inciso II do Art. 63 e inciso XVIII do Art. 9º da Resolução 1.015, de 2006.

O workshop, cuja  programação tratará da legislação que rege o exercício das atividades  dos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea, atende ao Termo de Reciprocidade firmado entre o Confea e a Ordem dos Engenheiros de Portugal (OEP), que facilita a mobilidade de profissionais brasileiros e portugueses para atuar nos dois países.

Comandada pelo presidente do Confea, José Tadeu da Silva, a comitiva será formada por conselheiros federais, por um representante do Colégio de Presidentes de Creas, um integrante da Comissão Temática de Inserção Internacional do Exercício da Engenharia e um funcionário do Confea, a ser designado pela Presidência, para apoio técnico e logístico aos membros da delegação.

“A ideia de esclarecer sobre a legislação que rege as atividades dos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea – engenheiros, agrônomos, meteorologistas, geógrafos e geólogos, de formação plena e de nível técnico -, pretende evitar ocorrência de erros em função do desconhecimento das normas”, informa José Tadeu que adianta: “como reciprocidade, a OEP deve vir ao Brasil e por sua vez esclarecer sobre a legislação vigente em Portugal, com o mesmo objetivo”.

 

Fonte: Confea

O segundo dia da plenária nº 1.434, nesta quarta-feira (19), foi marcado pela aprovação de processos de registro dos primeiros 64 profissionais portugueses com base no Termo de Reciprocidade firmado entre o Confea e a Ordem dos Engenheiros de Portugal, encaminhados pela Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap), além de um debate em torno das composições dos plenários para o ano de 2017, conduzido pela Comissão de Organização, Normas e Procedimentos (Conp) e pelos conselheiros com apoio da Gerência Técnica do Confea.

Assinado em setembro de 2015, o Termo de Reciprocidade representa a primeira experiência de mobilidade profissional voltada para engenheiros brasileiros e portugueses. Estabelecido pelo prazo de um ano, o Termo de Reciprocidade leva em consideração diversos instrumentos legais, como o Tratado de Amizade, Cooperação e Consulta, celebrado pelos dois países em 2000 e ainda dispositivos normativos das duas entidades. Apenas profissionais regularmente registrados nas duas entidades poderão candidatarem-se à admissão, preservando suas respectivas atribuições profissionais. Os termos foram relatados pelo coordenador da Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap), eng. civ. Osmar Barros Jr.

O presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, destacou, na assinatura do Termo, que  brasileiros e portugueses seriam “beneficiados pelo estatuto da igualdade, tendo os mesmos direitos e deveres junto às instituições que emitem seus registros profissionais. É para os atuais e para os futuros profissionais que esse trabalho é dirigido”. E acrescentou: “Na Era do Conhecimento, com os avanços tecnológicos e os novos recursos de comunicação, a informação chega em alta velocidade em qualquer lugar do planeta e com um computador e a internet, o profissional da Engenharia coloca seu trabalho em qualquer lugar. Não podemos fechar os olhos para essa realidade que, inclusive, já altera o ensino e a formação profissional com a Educação a Distância”.

Composição e renovação do Terço
Marcada por vários pedidos de vista, a intervenção da CONP, em torno das composições dos plenários para o ano de 2017, obteve a aprovação dos conselheiros em relação aos seguintes Regionais: Rondônia (23 conselheiros, representantes das entidades de classe de profissionais de nível superior e instituições de ensino superior); Pará (40 representantes); Santa Catarina (60 representantes);  Rio Grande do Norte (45 representantes); Piauí (31 representantes) e Amapá (23 representantes). Os processos foram conduzidos pelo coordenador da comissão, eng. agr. Mário Amorim.

Recomendações
Já a Comissão de Ética e Exercício Profissional (Ceep), coordenada pelo eng. mec. Paulo Roberto Viana, acatou e viu aprovar propostas encaminhadas pelas coordenadorias de Câmaras Especializadas de Geologia e Minas (CCEGM) e de Engenharia de Segurança do Trabalho (CCEEST). 

Da CCEGM, foi aprovada a recomendação para que os Regionais estabeleçam parcerias específicas com as entidades de classe com o objetivo de desenvolver junto aos municípios programa de fomento e divulgação sobre a importância dos mesmos implementarem as respectivas Políticas Municipais de Proteção e Defesa Civil,  conforme a  Lei federal 12.608/12 e priorizando a gestão de riscos ambientais urbanos.

Ainda no escopo da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDC), a coordenadoria de Câmaras Especializadas de Geologia e Minas também teve aprovada proposta que recomenda que os Creas elaborem um convênio com os respectivos Ministérios Públicos Estaduais para institucionalizar um programa de fiscalização junto aos municípios integrantes no Cadastro Nacional de Municípios “no que concerne aos riscos em áreas de vulnerabilidade ambientais, especialmente os riscos geológicos e hidrológicos”.

Já a deliberação nº 1541/2016 da CEEP foi aprovada, acatando a proposta da CCEEST,  sobre o encaminhamento ao ministério do Trabalho, por meio da Comissão de Articulação Institucional do Sistema (Cais), de ofício solicitando a alteração da Norma Regulamentadora n° 15, considerando que “as operações ou atividades que exponham os trabalhadores às radiações não-ionizantes, sem a proteção adequada, serão consideradas insalubres, em decorrência de laudo de inspeção realizada no local de trabalho, com avaliação ocupacional quantitativa, de acordo com a norma Anatel 303/2002 ou de outra que vier a substituí-la”.

 

Fonte: Confea

Até esta sexta-feira (14), o Confea recebe reuniões de três fóruns do Sistema Confea/Crea: a Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica (CCEEE), a Comissão Temática de Acessibilidade e Equipamentos e a Comissão Temática Governança Legislativa. Em pauta, a participação de profissionais da área tecnológica em assuntos de interesse da sociedade. Os conselheiros regionais integrantes da CCEEE, por exemplo, assistirão à palestra “Instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS)”.

A Comissão de Acessibilidade entre seus objetivos fomentar a iniciativa privada e as entidades de ensino brasileiras a desenvolver ou nacionalizar tecnologias específicas sobre acessibilidade e criar um prêmio sobre tecnologias assistivas para inventores independentes, micro e pequenas empresas, organizações não governamentais e organizações da sociedade civil de interesse público.

Já os integrantes da Comissão de Governança Legislativa se empenham em pesquisar - junto a dirigentes dos Creas, conselheiros regionais, servidores dos Creas, dirigentes de entidades de classe e de instituições de ensino - quais são as maiores dificuldades na aplicação dos normativos aprovados pelo Plenário do Confea.

 

Fonte: Confea

 

Durante a 4ª Sessão Extraordinária de 2016 , o Plenário aprovou o registro de candidatura da chapa composta por Marcos Cézar Azzi Paes e José Braga de Moura Sobrinho para o cargo de conselheiro federal titular e suplente, respectivamente, representantes dos Grupos Profissionais pelo estado de Rondônia (Modalidade Elétrica). A decisão acompanha o parecer do relator em recurso eleitoral, Mário Varela Amorim, que pela manhã foi sorteado  entre os 11 conselheiros para manifestar acerca do recurso impetrado contra a decisão tomada pela Comissão Eleitoral Federal (CEF), que indeferiu o registro da candidatura.

Eleições via internet
O Plenário rejeitou ainda, por 10 votos, a adoção do voto pela internet na eleição de conselheiro federal em 2016. Além disso, a Comissão Eleitoral Federal deverá se basear na Resolução 1.021/07, anexo II, que estabelece o regulamento eleitoral para eleição de conselheiro federal e de seu suplente, representantes dos grupos profissionais.

 

Fonte: Confea

O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia  realizará chamada pública  visando à seleção de propostas para apoio financeiro, através de termo de parceira, na execução de projetos oriundos de entidades de classe nacional credenciadas junto ao Colégio de Entidades Nacionais – Cden; oriundos de entidades de classe reconhecidas como precursoras ou com Entidade de Classe regional, registrada no Crea, conforme disposto na Resolução 1.070, de 15 de dezembro de 2015, e que possua vínculo federativo com entidade nacional credenciada no Cden.

Serão disponibilizados R$ 1,7 milhão, conforme a PL 1057/2016 aprovada na sessão plenária 1.433. As propostas poderão ser enviadas à sede do Confea até 27 de outubro, às 18 horas. O resultado será divulgado em 28 de novembro de 2016.  Confira o Chamamento nº 1/2016.

 

Fonte: Confea

Em Foz do Iguaçu (PR), depois da entrega da Medalha do Mérito e da inscrição no Livro do Mérito, durante a solenidade de abertura da 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), os 24 homenageados com as honrarias do Sistema Confea/Crea em 2016 participaram, na noite de 30 de agosto, de um jantar que reuniu as principais lideranças da área tecnológica nacional.

Durante o jantar, a exibição do vídeo Láurea ao Mérito, que contém entrevistas com os homenageados e/ou seus representantes - caso das homenagens in memoriam -,  foi acompanhada de aplausos desde o início. Por sua vez, o livro Láurea ao Mérito - que registra a vida dos que tiveram sua atuação profissional reconhecida como fundamental para o desenvolvimento tecnológico brasileiro - foi autografado pelos 13 homenageados em vida e por familiares dos 11 já falecidos, e também pelos conselheiros que compuseram a Comissão do Mérito, do Confea, responsável pela seleção final dos indicados.

Leia o perfil de cada laureado com a Medalha do Mérito
Leia o perfil de cada laureado com a inscrição no Livro do Mérito

Na manhã de 6 de setembro, vídeo e livro foram entregues à Sônia Spínola, bibliotecária do Confea, que, ao lado de Socorro Ferro, cuida da preservação da memória do Sistema Confea/Crea.
 
Documentário com entrevistas com homenageados e familiares pode ser acessado no Youtube.

 

Fonte: Confea

Encerrou-se na tarde de hoje o 9º Congresso Nacional de Profissionais. Na tarde de sexta-feira e no sábado pela manhã, os 594 delegados se dividiram em oito grupos de trabalhos para debater 83 propostass para o Sistema Confea/Crea e Mútua. No sábado à tarde, a plenária final encerrou os trabalhos, finalizando 54 propostas aprovadas . Confira avaliação dos participantes:

Eng. civ. Daybson Dias de Sousa (Crea-TO)
"Os debates foram  interessantes com profundidade, caloroso, tivemos oportunidade de aprofundar questões. A proposta mais importante foi a que trata do exame de proficiência onde os oito grupos de trabalho,  unânimemente ,aprovaram a proposição, pois entenderam que é uma demanda da sociedade que exige os melhores profissionais."

Eng. civ. Quirino Rabelo (Crea-BA)
“O Congresso foi uma oportunidade de os profissionais do interior participarem dos debates em peso. Destaco a proposta sobre engenharia florestal porque apesar de ser civil me solidarizo com a causa deles para pertencer à modalidade correta.”

Eng. agr. Mabel Moreira(Crea-SP)
"É o primeiro CNP que participo como delegada sem mandato. No início, os debates começaram tensos, mas depois parecia que os grupos de trabalho compartilhavam de uma comunhão de ideias em que os pensamentos estavam alinhados, independente da formação profissional e do estado."

Eng. ftal. Antonia Lopes (Crea-RR)
"Os debates foram produtivos, pois tivemos a oportunidade de debater propostas de todas as categorias, além da oportunidade de interagir com outras realidades profissionais. E temos motivo para comemorar a alteração do grupo da Agronomia para a Engenharia, pois era uma demanda antiga florestal, que neste ano começou nos Ceps até vir para o Nacional diante de uma mobilização da categoria."

Eng. agr. Antonio Albério (Crea-PA)
"O CNP é uma oportunidade de expressarmos nosso desejo de alterar a legislação para facilitar o trabalho. Poderíamos ter otimizado o tempo se não houvesse a repetição de tantas propostas já aprovadas nos Congressos anteriores. Destacaria a proposta que trata da  a Resolução 1.073 cuja suspensão foi rejeitada quase que majoritariamente. Como integrante da Conp é uma grande alívio."

Eng. ftal. Felipe Rabelo (Crea-PE)
“Acredito que as contribuições buscam unificar as engenharias, que têm estado muito separadas. E precisamos fortalecer a categoria. Os debates aqui foram produtivos e um ponto interessante discutido e que não houve aceitação por parte dos participantes foi a proposta que tinha o objetivo de reduzir o número de representantes das instituições de ensino dentro dos Creas. Ela foi rejeitada e isso demonstra um avanço pois evita o enfraquecimento dessas instituições, que são consideradas o nascedouro das profissões.”

Eng. agr. Janaína Somensi (Crea-MS)
“Esta primeira etapa do CNP foi produtiva e a expectativa é de consolidar na segunda fase as contribuições que atendam aos anseios dos profissionais. Destaco a proposta 22 que trata da participação do Sistema na autorização e reconhecimento de cursos junto ao Ministério da Educação. É fundamental essa relação no processo de criação, autorização e reconhecimento de novos cursos.”

Téc. eletr.  Alisson Teles (Crea-BA)
“É a primeira vez que participo do CNP e, para mim, foi importante discutir o tema ‘valorização profissional’. Os debates que trataram disso buscam enriquecer as profissões e a categoria. E o mais interessante é que as proposições que abordaram esse tema foram consenso entre os participantes.”

Eng. naval Cladice Diniz (Crea-RJ)
“Dois pontos foram fundamentais, para mim, neste debate da primeira etapa do CNP. O primeiro tratou da ‘criação de políticas de incentivo à participação feminina no Sistema Confea/Crea e Mútua’. A aprovação desse tema vai ao encontro do momento atual da sociedade, demonstra que estamos afinados com as demandas da sociedade. O outro ponto discutido foi a viabilidade da regulamentação do ensino à distância, que é uma necessidade em nosso país em que as pessoas têm dificuldades de frequentar cursos presenciais.”

 

 

Fonte: Confea

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