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À mesa de condução dos trabalhos: eng. flor. Glauber Márcio Sumar Pinheiro, coordenador da coordenadoria da Câmaras Especializadas da Engenharia Florestal (representando todas as coordenadorias de câmaras), eng. civ. José Tadeu da Silva, presidente do Confea, eng. civ. Paulo Roberto de Queiroz Guimarães, presidente da Mútua, e Angelo Petto Neto, presidente da Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil – Confaeab (representando as entidades de classe)

A Sessão Plenária do Confea do mês de agosto começou nesta quarta-feira (26) com a tradicional apresentação do relatório da Mútua. O novo presidente da Caixa de Assistência, eng. civ. Paulo Roberto de Queiroz Guimarães, compôs a mesa dos trabalhos, saudando os presentes e informando como está o andamento dos trabalhos da nova Diretoria nesse segundo dia de gestão. “Os diretores estão tomando conhecimento das áreas e das rotinas da Instituição”, disse ele, que convidou o ex-presidente eng. agr. Cláudio Calheiros para fazer a apresentação do relatório de sua gestão, triênio 2012/2015.

Para acompanhar os trabalhos do Plenário, ainda estiveram presentes os diretores da Mútua eng. civ. Gerson Taguatinga, diretor financeiro, eng. mec., civ. e de Seg. Trab. Júlio Fialkoski, diretor administrativo, e eng. civ. Marcelo Morais, diretor de Tecnologia, além do ex-diretor financeiro, da gestão 2012-2015, téc. Em Edif. Lino Gilberto da Silva, e os gestores Lúcio Aparecido dos Anjos (Tecnologia) e Rodrigo Barbosa Castilho (Previdência).


Os diretores da Mútua Júlio Fialkoski e Marcelo Morais


Também presente Gerson Taguatinga, diretor financeiro da Mútua

Crescimento da Mútua: trabalho em conjunto

“O trabalho desenvolvido pelos diretores executivos, diretores regionais, gestores e colaboradores da Sede e das Caixas, com o apoio desse Plenário, do presidente José Tadeu, dos presidentes de Creas e de entidades de classe, foi fundamental para alcançarmos as metas estabelecidas para a gestão”, disse Calheiros ao iniciar a exposição do relatório.

Calheiros pontuou as principais metas alcançadas no período, enfatizando o grande crescimento da Mútua, essencialmente nos quesitos de concessão de benefícios, associatividade, reformulação dos regulamentos dos benefícios e criação de novos, modernização dos sistemas e equipamentos de informática, no controle e na gestão financeira, ampliação da qualificação dos colaboradores e implantação do plano de cargos e salários, fortalecimento e aumento dos convênios com Creas e entidades, entre outros. “Cada diretor conduziu com dedicação e primazia as ações de sua pasta, contribuindo para o sucesso da Mútua como um todo”, avaliou.


Calheiros fez a apresentação do relatório de sua gestão

Ele mais uma vez agradeceu a confiança dos conselheiros, destacando a responsabilidade e o empenho com que o Plenário aprovou as propostas de sua Diretoria Executiva, como os novos seis benefícios reembolsáveis que a Mútua passará a oferecer a seus associados. Ao indicar os números do período, o ex-presidente informou diversos dados, como o número de benefícios concedidos (sociais e reembolsáveis), valores renegociados, disponibilidade financeira, investimentos, entre outros. Citando o quantitativo de concessões do benefício social “Pecuniário”- que girou em torno de 307 mil entre agosto de 2012 (início da gestão) e maio de 2015 - Calheiros reforçou a importância desse auxílio. “É um Desafio para a nova Diretoria aumentar a concessão desse benefício, fazendo com que ele chegue cada vez mais aos associados que necessitam, porque esse é o papel primordial da Mútua, amparar aquele profissional em necessidade”. O Pecuniário tem caráter não reembolsável e se destina a conceder auxílio financeiro mensal ao associado carente de recursos, em evidente necessidade de sobrevivência.

Ao concluir, o engenheiro agrônomo alagoano desejou sucesso aos novos diretores, almejando que a Mútua continue no caminho de prosperidade e que, cada vez mais, os profissionais compreendam a missão da Instituição e se unam em torno do sentimento do mutualismo. Foram entregues, ainda, exemplares da publicação " Mútua - Relatório de Gestão 2012-2015" com todos os dados e informações referentes às atividades da organização no triênio.


Lino Gilberto e Rodrigo Castilho
 


Conselheiros Federais cumprem a programação dessa 1422ª Sessão Plenária Ordinária, que tem encerramento na sexta-feira (28)


Fonte: Acme/Mútua

Fotos: Alline Abreu (Acme/Mútua)

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Teve início no domingo (2), o XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, com o tema “O Solo e suas Múltiplas Funções”, no Centro de Convenções de Natal. O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), eng. civ. José Tadeu da Silva, foi  representado  pelo conselheiro federal, eng. agr. Mário Varela Amorim.
Na manhã desta segunda-feira (3), dois temas foram discutidos em simpósio e conferência. O especialista australiano Alexander Mac Bratney tratou das dimensões e segurança do solo e, em seguida, a conferencista Regina Alvalá abordou o tema “Solos urbanos e vulnerabilidades das cidades às mudanças climáticas”. À tarde estão sendo realizados três simpósios: “Funções do solo e mudanças climáticas”; “Inoculantes não tradicionais da agricultura: novos rizóbios e não leguminosas” e “Estratégias de suprimento eficiente de nutrientes para mitigação de emissões de gases de efeito estufa de solo em sistemas agrícolas”.
Amanhã (4), segue mais um dia de atividades com temas variados, começando às 8h30, com dois palestrantes estrangeiros, da França e da Alemanha. À tarde também serão discutidos temas, como “Estoques e fluxos de carbono no sistema solo-planta no Bioma Caatinga” e “A utilização física para a ciência do solo”. Também será iniciada a apresentação de e-pôsteres sobre Fertilidade, Microbiologia, Física e Poluições.
As palestras e conferências estão sendo ministradas por grandes nomes nacionais e internacionais, de países como Estados Unidos, França, Alemanha e Austrália. O Congresso é promovido pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, com apoio da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte S/A (EMPARN) e correalização da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) e Embrapa Solos, além do apoio de diversas entidades e instituições públicas.

Participação do Confea
Até sexta-feira (7), o Conselho Federal recepciona em seu estande institucional os mais de três mil participantes que são esperados na edição deste ano. No espaço será divulgado o trabalho desenvolvido pelo Conselho, esclarecidas dúvidas de visitantes e distribuído material informativo de interesse dos profissionais e da sociedade.

Fonte: Confea

Ao decidir dilatar o prazo, até novembro deste ano, para o  Grupo de Trabalho Equidade de Gênero, do Confea, apresentar o relatório final sobre as atividades de 2014, - Decisão Plenária 1407/2014, tomada na Sessão 1407 -, os conselheiros federais permitiram que o GT continuasse atuando para alcançar um de seus objetivos: obter o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, emitido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM/PR), órgão ligado diretamente à Presidência da República.
Nesse sentido, um Termo de Compromisso assinado entre Eleonora Menicucci de Oliveira, ministra-chefe da SPM/PR e o presidente do Confea, eng. civ. José Tadeu da Silva, “é mais um passo para alcançarmos o selo, o que deve acontecer em novembro próximo”, anuncia Ineivea Farias, Superintendente de Estratégia e Gestão (SEG), do Confea, e coordenadora do Comitê Interno responsável pela implantação de ações que visam à equidade entre funcionários e colaboradores do Conselho Federal.
Mais que acertada, a decisão do plenário atesta a defesa feita pelo presidente do Confea, José Tadeu da Silva, para quem: “É inadmissível, inaceitável qualquer tipo de discriminação de raça, credo, cor e gênero”, afirmou na manhã da quinta-feira (30), ao receber o Termo de Compromisso das mãos da coordenadora do GT, a vice-presidente do Confea, Ana Constantina Sarmento.

Avanços 
Ana Constantina, por sua vez, não escondia a alegria de ver no gabinete da presidência do Confea, “a vida e o movimento natural gerado pelas mulheres no ambiente de trabalho”. Ela ressaltou a importância do selo: “O selo é uma formalidade, mas que atesta o quanto avançamos nas discussões e incentivos para aumentar a  representação feminina dentro do Sistema Confea/Crea e Mútua”. 
Ana já anunciou que na próxima Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (72ª Soea), a ser realizada em setembro próximo, em Fortaleza (CE), haverá um fórum especialmente dirigido à questão da equidade de gênero.
“Queremos manter o interesse revelado na Soea anterior, realizada em Teresina, quando uma tarde inteira de palestras e debates atraiu 2.800 dos seis mil participantes da Semana”, anunciou.

Fonte: Confea


Criar novas resoluções que atualizem a regulamentação da composição plenária dos Creas e dos registros de instituições de ensino e de entidades de classe: essa tem sido a prioridade da Comissão de Organização, Normas e Procedimentos (Conp) do Confea. Atualmente, esses temas são regulamentados pelas Resoluções nº1.018 e 1.019, ambas de 2006.
Entre outubro de 2013 e março de 2014, as propostas de novos documentos receberam contribuições da sociedade, por meio de audiência pública virtual, totalizando cerca de 140 sugestões. “Agora, estamos verificando a aplicabilidade dessas contribuições à técnica legislativa e aos textos”, explicou o coordenador da Comissão, conselheiro federal Mário Varela Amorim. 
Além de Amorim, a comissão é composta pelos conselheiros Jolindo Rennó e Antônio Carlos Albério. Também auxiliam no trabalho a gerente Técnica do Confea, Carla Camila Rocha, a gerente de Conhecimento Institucional, Wanessa Almeida, e a assessora da Conp Ana Luiza Queiroz.


Fonte: Confea 


No Ano Internacional dos Solos, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia marca presença em renomado congresso sobre o tema, que irá reunir em Natal (RN) professores, pesquisadores, extensionistas, estudantes de graduação e pós-graduação, empresários e profissionais liberais para debater aspectos agrícolas, ambientais, ecológicos, sociais e econômicos ligados à Ciência do Solo.
O presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, estará representado, na abertura do XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, pelo conselheiro federal, eng. agron. Mário Varela Amorim, no dia 2 de agosto, às 19h, na Sala Mateus Rosas Ribeiro, do Centro de Convenções de Natal.
Até o dia 8, o Conselho Federal recepciona em seu estande institucional os mais de três mil participantes que são esperados na edição deste ano. No espaço será divulgado o trabalho desenvolvido pelo Conselho, esclarecidas dúvidas de visitantes e distribuído material informativo de interesse dos profissionais e da sociedade.

O evento
O XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo é realizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte S/A (EMPARN) e tem como tema central “O solo e suas múltiplas funções”.
A escolha do tema une dois eixos temporais. Um deles se inicia com a ideia central do XXXIV CBCS, realizado em Florianópolis no ano de 2013, “Ciência do Solo: para que e para quem”, e outro que se dirige ao XXI Congresso Mundial de Ciência do Solo, a ser realizado pela primeira vez no Brasil em 2018, na cidade do Rio de Janeiro, com o tema “Solo para alimentar e abastecer o mundo".
No congresso de Natal, será seguida essa linha na qual a discussão em Ciência do Solo deve abranger sua multifuncionalidade, provocando e convocando todos os setores da sociedade, bem como as ciências afins, para a discussão do solo dentro de uma visão ampla e multidisciplinar.

Fonte: Confea


Em defesa dos seus milhares de profissionais registrados, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) tem trabalhado para esclarecer as atribuições e definir as atividades desempenhadas por engenheiros, agrônomos, meteorologistas, geólogos e geógrafos, conforme previsto na Lei Federal nº 5.194/66, que regula o exercício profissional. 
Neste mês, os prefeitos do Brasil estão sendo informados pelo Confea sobre a importância de respeitar a legislação que regulamenta o exercício e as atividades inerentes às Engenharias e à Agronomia, especialmente a atribuição legal do engenheiro de elaborar projetos. “Face à necessidade de ratificar o entendimento de ‘projeto’, a fim de evitar controvérsias quanto à exata definição e aplicação de suas tipificações, informamos acerca da importância do cumprimento das disposições contidas em regulamentos, notadamente a Decisão Normativa nº 106, de 17 de abril de 2015, do Confea”, destaca o ofício expedido no dia 21 de julho pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia para as prefeituras. 
Tal normativo define projeto como a somatória do conjunto de todos os elementos conceituais, técnicos, executivos e operacionais abrangidos pelas áreas de atuação, pelas atividades e pelas atribuições dos profissionais da Engenharia e Agronomia, nos termos das leis específicas, dos decretos-lei e dos decretos que regulamentam tais profissões e a Constituição Federal de 1988. O termo genérico “projeto” é definido como um conjunto constituído pelo projeto básico e pelo projeto executivo.
Já o projeto básico é entendido como os principais conteúdos e elementos técnicos correntes aplicáveis às obras e serviços sem restringir as constantes evoluções e impactos da ciência, da tecnologia, da inovação, do empreendedorismo e do conhecimento e desenvolvimento do empreendimento social e humano nas especialidades: levantamento topográfico; sondagem; projeto arquitetônico; projeto de fundações; projeto estrutural; projeto de instalações hidráulicas, projeto de instalações elétricas; projeto de instalações telefônicas, dados e som; projeto de instalações de prevenção de incêndio; projeto de instalações especiais (lógicas, CFTV, alarme, detecção de fumaça); projeto de instalações de ar condicionado; projeto de instalações de transporte vertical e projeto de paisagismo.
Por sua vez, o projeto executivo consiste no conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra ou do serviço, conforme disciplinamento da Lei no 8.666, de 1993, e das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 
A Decisão Normativa nº 106/2015, do Confea, explicita essas definições baseada no art. 6°, incisos IX e X, da Lei n° 8.666, de 21 de junho de 1993, que regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, bem como na definição de “projeto básico” produzida na seção 4 da Orientação Técnica IBRAOP/OT - IBR 001/2006, de 7 de novembro de 2006, do Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas (IBRAOP), que visa a uniformizar o seu entendimento da legislação a respeito do conceito de projeto básico, especificado na Lei Federal n° 8.666, de 1993, e alterações posteriores.
Na mesma linha de proteção das competências dos mais de 1 milhão de registrados no Confea, a Decisão Normativa estabelece ainda que cabe exclusivamente ao Sistema Confea/Crea e Mútua definir as áreas de atuação, as atribuições e as atividades dos profissionais a ele vinculados, não possuindo qualquer efeito prático e legal resoluções ou normativos editados e divulgados por outros conselhos de fiscalização profissional tendentes a restringir ou suprimir áreas de atuação atribuições e atividades dos profissionais vinculados ao Sistema Confea/Crea e Mútua.
Nesse sentido, o ofício encaminhado aos municípios chama atenção para o fiel cumprimento da legislação. “As prefeituras, órgãos governamentais e outros entes que recusarem ARTs (Anotações de Responsabilidade Técnica) de quaisquer projetos anotadas por profissionais legalmente habilitados do Sistema Confea/Crea poderão incorrer em ilegalidade”, enfatiza o documento.

Campanha 
Ainda como forma de esclarecer e promover as atribuições dos profissionais da Engenharia, está sendo lançada a campanha “Contrate um engenheiro”. A ação envolve entidades de classe e a sociedade de todo o Brasil, além de órgãos públicos.
De modo lúdico e explicativo, o conceito de “projeto” e suas tipificações são detalhados em campanha publicitária e outros materiais de divulgação institucional. A proposta é garantir a compreensão do público acerca das competências legais dos engenheiros na elaboração do projeto arquitetônico, classificado como uma subcategoria tipificada do projeto básico.
Para o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, eng. civ. José Tadeu da Silva, essa iniciativa leva informação para o público e resguarda as competências dos registrados no Sistema Confea/Crea e Mútua “Tenho certeza de que os profissionais que estão sofrendo pela falta da conceituação de uma palavra agradecerão essa medida”, afirma.
 
 Fonte: Confea

Praticada pela Ordem dos Advogados do Brasil e em processo de implantação por parte do Conselho Federal de Medicina (CFM), a acreditação de cursos poderá se tornar realidade também no Sistema Confea/Crea e Mútua. Pelo menos é o que pretende a atual gestão do presidente José Tadeu da Silva. Acompanhados pelo chefe de gabinete do Confea, engenheiro civil José Gilberto Campos, o conselheiro José Geraldo Baracuhy e os analistas do Confea, engenheiro civil Fábio Merlo e engenheiro eletricista Roldão Lima Jr.,  estiveram reunidos, na última quinta (16),  com o presidente Carlos Vital Tavares Corrêa Lima e outros representantes do CFM para conhecer  o Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (Saeme). 
Meses atrás, contato semelhante havia sido feito também com a OAB, que disponibiliza, em outro formato, o selo OAB Recomenda.  “Vamos dando os primeiros passos para a acreditação de cursos técnicos e de engenharia e agronomia. Por enquanto, a nossa meta é conhecer detalhes jurídicos para efetivar o programa no Confea”, comenta o engenheiro agrônomo José Geraldo Baracuhy, conselheiro membro da Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap). 
Ele informa que, diferente da proposta do selo OAB Recomenda, a acreditação do Saeme incentiva o cadastro voluntário dos cursos. “A escola que deseja obter a acreditação se manifesta, preenchendo um questionário e aguarda uma visita in loco do Conselho. Já na OAB, a escola nem sabe se está sendo avaliada, antes da Ordem recomendá-la ou não. Em seguida, 20 escolas são selecionadas para receber o selo de qualidade a cada período”.
Na visão do engenheiro agrônomo, a importância da acreditação é que, “ao dar o lastro, o Conselho dá uma maior qualidade de serviços ao estudante. Um diagnóstico técnico que nem sempre coincide com as propagandas”.  Já o chefe de gabinete José Gilberto Campos acrescenta que, com a acreditação, o Conselho oferecerá melhores serviços não apenas aos estudantes, mas também à sociedade e considera que “quem tem competência para reconhecer cursos é o Ministério da Educação, enquanto o Sistema fornece as atribuições, cuidando do profissional após sua formação. Daí porque podemos ter essa competência de chancelar o curso, algo que não cabe ao Mec”.

Experiência e metodologia própria
Toda a experiência da Ceap, ao avaliar cerca de mil cursos de engenharia e agronomia, deverá ser considerada para levar adiante o processo de acreditação a ser implantado pelo Sistema Confea/Crea e Mútua. José Geraldo Baracuhy considera possível integrar as metodologias adotadas pelo CFM e a OAB, “criando uma metodologia específica para aproveitar os dados disponíveis no Sistema”. 
Em outro momento, será possível também para o Confea analisar ainda os cursos de educação a distância. Outro dado apresentado pelo conselheiro é que a OAB utiliza em sua acreditação informações oriundas do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e do Exame de Ordem. “Eles também utilizam, por amostragem, uma lista dos profissionais formados, tidos como referências para a sociedade. Por iniciativa do presidente José Tadeu, nós da Ceap deveremos criar essa metodologia, o que, pessoalmente espero concluir antes do término de meu mandato como conselheiro”, acrescentou Baracuhy.

Fonte: Confea


“Há hoje no país 46 cursos de Engenharia na modalidade a distância, com 20 a 25 alunos cada um. Todos eles vão ter que tirar a sua carteira profissional. Se negarmos, qualquer juiz dará esse direito. Vamos dizer para a Justiça que não tivemos coragem de discutir o assunto?”, considerou o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil José Tadeu da Silva, no encerramento da primeira sessão plenária extraordinária de 2015, na tarde desta quarta-feira (15). 
“Estamos iniciando o debate, pondo o assunto na pauta, para que a gente possa dar conta do recado. Senão, em questão de dias, meses, essa determinação da Justiça vai entrar no Crea, na base, e vai subir para este Federal”, arrematou, ao final da palestra “Educação a Distância: breve diagnóstico”, do engenheiro Rubens Araújo de Oliveira, que foi professor de cursos presenciais de faculdades de economia e administração durante 32 anos e atualmente é diretor-superintendente do Instituto de Estudos Avançados (IEA e-Learning), empresa que tem entre seus clientes instituições como  o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Ainda pela manhã, ao convidar os demais conselheiros a participar da palestra, o presidente José Tadeu havia se manifestado a favor do debate em torno do tema, posição já manifestada por ele em outras ocasiões. “Precisamos obter mais clareza e mais conhecimento do assunto. Milhares de pessoas estudam a distância. Gostaria, então, que assistíssemos uma explanação sobre o ensino a distância, como funciona, como a coisa flui... Teríamos a oportunidade de fazer perguntas, nos esclarecermos, pois esse é um assunto que vai caminhar dentro do Sistema, assim como já caminha em outros conselhos profissionais”. 
O presidente do Confea argumentou ainda que, em diversos países do mundo, o processo em torno de Ensino a Distância, já está em andamento. “Precisamos estabelecer que tipo de procedimento vamos adotar. Não podemos nos esconder e simplesmente não discutir isso nunca. Já estamos sendo atropelados”, disse José Tadeu. E complementou: “Temos que nos atualizar, para, quando inserirmos a matéria no Plenário, termos o conhecimento. Se pudermos ver essa apresentação hoje, será uma forma de aproveitarmos a presença dos conselheiros na Casa”, enfatizou.
Informação e conhecimento
O palestrante Rubens Araújo de Oliveira considerou, a princípio, a importância de promover a discussão sobre o ensino a distância em uma área tão técnica em suas diversas habilitações. “Por isso, gostaria de fazer reflexões sem me posicionar, nem contra nem a favor, trazendo aos conselheiros alguns pontos de conhecimento e alguns números sobre o cenário do EaD, com as eventuais repercussões que possam ter na profissão de engenheiro”, comentou.
Em seguida, ele apresentou as primeiras experiências de Ensino a Distância no Brasil e no mundo. “Aqui, tivemos o Instituto Universal Brasileiro, telecurso 2º Grau e outras experiências não-regulares que conseguiam um certificado e não uma carreira homologada por um conselho regional profissional. Houve uma primeira geração: por correspondência; a segunda, por televisão, rádio e depois por satélite; e a terceira geração, caracterizada pelo uso de computadores conectados à internet e que hoje contempla mais de um milhão de alunos assistindo aulas por esta modalidade. A informação nesse momento se encontra com a educação, a não formal, realizada por cursos livres, e por cursos regulamentares e formais, que dão o regime de conhecimento, em todo o mundo”.
Institucionalmente, somente no início dos anos 1990 é criada a Secretaria de EaD no Ministério da Educação. “De lá pra cá, a gente viu a profusão de números do EaD em todas as especializações. Temos 200 milhões de smartphones, praticamente um por cidadão, no País”, disse Rubens Oliveira, que apresentou as características do Ensino a Distância, entre elas, a possibilidade de encontros presenciais periódicos, entre outras que obedecem às diretrizes curriculares emanadas pelo Ministério da Educação, carga horária, titulação mínima dos professores, laboratórios, bibliotecas.
Participação da Engenharia
“A formação acadêmica hoje é presencial, semi-presencial e a distância. Há os que consideram ela impessoal, outros pensam que a EaD permite a educação em larga escala. O Conselho vai ter que se posicionar sobre o EaD em algum momento porque ele já é uma realidade. A modalidade das engenharias é a que mais cresce no Ensino a Distância. A verdade  é que não é a modalidade de ensino que determina o aprendizado, mas o esforço e a dedicação do estudante. No Enade, é constatado que os alunos têm notas muito melhores que os do ensino presencial”, informou.
Em 2014, a internet no País possibilitava a realização de cerca de 15 mil cursos, incluindo os cursos livres, com mais de quatro milhões de matrículas. “Desses, um milhão e 100 mil em cursos de graduação, a maior parte em instituições particulares. Nenhuma engenharia está entre os cursos mais demandados. Primeiro porque eles começaram em 2007, na Universidade Federal de São Carlos. No entanto, hoje, a engenharia é a área de conhecimento que traz a maior taxa de crescimento. Segundo o Ipea, aproximadamente 660 mil novos postos de engenharia devem surgir até 2020, principalmente em petróleo e gás. Mas estamos formando apenas cerca de 30 mil profissionais por ano. E o mesmo Ipea diz que, entre 2000 e 2012, houve um crescimento de 351% na procura por cursos a Distância de engenhara, enquanto a modalidade presencial cresceu 120%”.
Debate em construção
Os conselheiros federais elogiaram a palestra de Rubens Oliveira. Coordenador da Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap), o engenheiro mecânico Gustavo Braz parabenizou o palestrante e informou que o Conselho tem procurado discutir o tema. “Fomos a vários lugares e devemos discutir o tema agora no Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc), durante a Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia. Acredito que também seja importante que os tutores e professores universitários quebrem o paradigma e façam suas ARTs”, argumentou, em posicionamento aquiescido pelo convidado. 
Já o conselheiro José Geraldo Baracuhy foi enfático: “Não podemos ser contra uma realidade mundial.  É impossível ter um professor com o perfil que foi o meu professor.  Hoje, na aula, os alunos comparam on-line os conceitos ensinados pelo professor que está a sua frente. Isso já é uma realidade. Acabou esse preconceito que nós tínhamos com parte da sociedade. Acredito piamente que estamos dando um passo correto para definir com responsabilidade sobre esse tema para que os Creas possam ter a compreensão do seu papel, caso contrário, qualquer juiz dará ganho de causa para esta questão, gerando insegurança para o Conselho”. 
Para ele, o tema era um tabu no Sistema. “Nós tomamos essa responsabilidade agora. Levamos para o Contecc ano passado. Este ano, tivemos uma reunião com o MEC e foi constituído um GT, coordenado pelo conselheiro Daniel Salati, que está com um relatório  muito bem fundamentado, contribuindo para a construção deste debate no Sistema. Não compete ao Confea autorizar ou não autorizar o funcionamento dessa modalidade. O que nos compete é discriminar as atribuições e, nas oportunidades das avaliações que fazemos, avaliar o curso e recomendá-lo ou não recomendá-lo. Já tivemos mais de mil cursos avaliados, nenhum de EaD ainda”, comentou o engenheiro agrônomo.

Em suas considerações, o conselheiro Leonides Alves Neto afirmou que todas as regras para o ensino oficial são exigidas também para o EaD, inclusive outras como as ferramentas adotadas e os laboratórios. “Eu me convenci que não é por falta de normativos que essa forma de ensino deveria receber as críticas. Outro ponto é que as mesmas formas de controle do ensino oficial são aplicadas ao EaD, como o Enade. Então, fiquei sem entender porque esse preconceito. A conclusão que pude chegar é que qualquer posicionamento do Sistema não vai ser finalístico. A análise da carga horária dá a atribuição, que é  o posicionamento do Confea. Isso seria mais produtivo se tentássemos melhorar esse sistema, que já é autorizado pelo MEC, até porque a competência é do MEC, e isso viria por formas judiciais”.
Para o engenheiro civil, a maioria dos profissionais não é contra o EaD. “O que se teme é a mercantilização. Em muitos casos, as pessoas acham que pode ter milhões de pessoas inscritas, quando a gente sabe que existe um regramento. Outro preconceito é com relação a laboratório e aula de campo. Acredito que mesmo EaD não são 100% a distância, propriamente. Ou seja, a área de campo continua sendo necessária”, disse, referindo-se à boa proposta do conselheiro Baracuhy: manter a exigência de 20% da carga horária para aulas em campo, mesma proporção das aulas presenciais. Leonides chamou atenção ainda para a diferença entre conteúdo e habilidade, “você pode saber como se faz, mas não conseguir fazer”, e aventou a possibilidade de estabelecer um exame de proficiência apenas para a modalidade EaD.
Já o conselheiro Antônio Martins, considerou “o Confea não pode passar ao largo desta discussão que vem para ficar”. Repetindo o posicionamento do presidente José Tadeu, o engenheiro eletricista considerou que, “se o Conselho não tomar as decisões, vamos ser atropelados”.  A seu questionamento se todos os alunos seriam vocacionados e sobre quais seriam os índices de evasão da modalidade, o engenheiro Rubens Oliveira argumentou que estes já foram o dobro em relação ao ensino tradicional e hoje estão muito próximos, na ordem de 27% dos inscritos. Por fim, Martins sugeriu que é preciso aumentar o nível do ensino presencial para fazer as devidas comparações com os cursos a distância atuais. Mas ressaltou o mérito da discussão: “Isso assusta um pouco, mas acredito que o caminho seja por aí”.
Ao final do debate, Rubens Oliveira se disse feliz de que o Sistema esteja olhando com carinho essa área.  E aceitou o convite do presidente José Tadeu para reapresentar suapalestra ao Colégio de Presidentes, que se reunirá no próximo dia 24, em Brasília.  

Fonte: Confea


De hoje (22) a quarta-feira (24), o Colégio de Entidades Nacionais (Cden) realiza sua primeira reunião extraordinária do ano em Brasília. Com a presença de presidentes e representantes dos Estados, iniciaram-se os trabalhos na manhã desta segunda-feira. A reunião foi aberta por Gilberto de Campos, chefe de gabinete do Confea, Conselho que sedia o encontro.
“É preciso aprimorar a atuação das entidades que são a base do Sistema Confea/Crea e Mútua”, reconheceu Gilberto, e,  ao mesmo tempo, anunciou ações que visam otimizar parcerias que levem os recursos necessários para as entidades desenvolverem suas atividades. O chefe de gabinete também disse aos participantes que estão adiantados os estudos que visam reduzir a burocracia para que as entidades sejam registradas ou renovem seus registros no Sistema.
Ao falar na sequência, Marcos Motta, conselheiro federal  que coordena a Comissão de Controle e Sustentabilidade do Sistema (CCSS), falou sobre a Comissão Temática Sustentabilidade e Modernização dos Creas, que vem analisando o atual processo de convênios com a finalidade de melhorar as condições para os Regionais. “Além de desburocratizar, visamos também dar agilidade ao repasse dos recursos”, disse, confirmando as informações antecipadas por Gilberto Campos.

Momento de transformação
Angelo Petto Neto, por sua vez, falou como coordenador adjunto do colegiado. Para ele, “a valorização das entidades por meio do associativismo é uma característica de José Tadeu da Silva, que trouxe a prática para o Confea”. Ele também informou de uma reunião dos conselheiros nacionais e regionais de agronomia a ser realizada em Foz do Iguaçu (PR), de 4 a 7 de agosto. Angelo acredita que “o momento seja de transformação e é necessário debater os problemas das profissões reunidas pelo Sistema”.
Helder Carnieri, presidente do Crea do Espírito Santo, acha que “o repasse direto de recursos para as entidades é o melhor caminho para a valorização dos profissionais”.
Preocupado com o volume de trabalho, o coordenador do Cden, Jorge Nei Brito, disse das providências para que o colegiado se reúna mais duas vezes neste ano.
Representando o presidente do Confea, José Tadeu da Silva, José Geraldo Baracuhy, conselheiro federal e um dos diretores do Confea, disse da incumbência que lhe foi passada pela Presidência em 2014, para reduzir ao máximo a inadimplência das entidades de classe ligadas ao Sistema. “Com a única exigência de respeitar a lei, por orientação do presidente Tadeu, nos lançamos ao trabalho e recuperamos todas”, afirmou.
Com uma pauta extensa, o Cden vai analisar a proposta de realizar Seminários de Ética em todas as regiões do país. A participação do Sistema em Conselhos e Grupos de Trabalho do governo que tratam da definição de políticas públicas também será discutida.

Fonte: Confea

A importância da Responsabilidade Técnica na área agrícola: este foi um dos pontos elencados por integrantes do Sistema Confea/Crea e Mútua à Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil (BB), ao tratarem de questões relacionadas às operações de crédito rural. O encontro foi realizado na terça-feira (16/6) e teve como enfoque os créditos relacionados aos serviços de assistência técnica e extensão rural, prestados por profissionais registrados nos Creas.
Representando o Confea, o chefe de gabinete e eng. civ. Gilberto Campos argumentou que “requerer o acompanhamento de um técnico pode garantir o bom uso do recurso financeiro”. Nesse mesmo sentido, o presidente do Crea-DF, eng. civ. e de seg. trab. Flavio Correia, exemplificou que “um recurso mal aplicado faz a safra não render e no final pode gerar inadimplência”.
Ainda de acordo com o presidente do Crea-DF, o Banco do Brasil deve cobrar a apresentação de projetos para liberações de créditos agrícolas, bem como a comprovação de que há um responsável técnico (RT) que cuidará da utilização dos produtos. “O responsável técnico pode evitar que o uso de agrotóxicos em excesso, por exemplo, venha trazer riscos à sociedade”, apontou Flavio.
De acordo com o coordenador Nacional das Câmaras Especializadas de Agronomia (CCEAGRO), eng. agr. Kleber Santos, “há o sentimento dos profissionais de que a responsabilidade técnica muitas vezes não tem sido exigida nas aquisições de créditos rurais”. O gerente da Divisão de Estudos de Mercado do BB, eng. agr. José Alfredo, falou que “algumas linhas já exigem o registro de um RT, independentemente se é custeio ou investimento agrícola”.
A gerente da Divisão de Assessoramento Técnico Rural, eng. agr. Dulcenel Barbosa, explicou que há linhas em que é facultativo apontar o RT, mas destacou que “não há dúvidas que a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) dá amparo no que tange ao respaldo legal, inclusive nos casos de fraudes e faltas éticas”.
O conselheiro federal, eng. agr. Mario Amorim, alertou para a crescente complexidade da área de atuação. “Devemos aportar a responsabilidade técnica no máximo de linhas (de crédito) possíveis, por causa dos riscos”.
Nos próximos dias, os representantes das duas instituições irão estudar a criação de um grupo de trabalho, que irá sugerir a alteração de alguns parâmetros nas liberações de créditos, tanto do BB, quanto de outros bancos, dentre eles o Banco Central do Brasil (Bacen).
Participaram também da reunião, os assessores do Banco do Brasil e engenheiros agrônomos Frederico Fleury e Leonel Devincenzi e a diretora de Relações Institucionais do Confea, eng. civ. Fátima Có.

Fonte: Confea

 

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