Britânico inventa teste que diagnostica Alzheimer antes de primeiros sinais

Cada vez mais vemos exemplos de jovens se preocupando com o futuro da sociedade, sempre com o desejo de proporcionar melhorias em diversos âmbitos. Por exemplo, citamos recentemente por aqui o caso de um rapaz de 22 anos, que desenvolveu uma espécie de pequena geladeira de vacinas, capaz de armazenar recursos básicos e salvar mais de 1 milhão de vidas por ano.

Krtin Nithiyanandam é um desses jovens brilhantes. O estudante do ensino médio em Surrey, Inglaterra, diz ser adepto de esportes e piano, mas gosta muito de passar o tempo inventando novos projetos de ciência. Ele se interessa muito pela área médica, e foi nela que ele se aventurou em descobrir mais sobre os exames atuais que identificam pacientes com Alzheimer.

O jovem britânico criou um projeto que consiste em um novo sistema de diagnóstico dos primeiros sinais de Alzheimer. O mais interessante é que ele consegue identificar a incidência da doença cerca de dez anos antes de os primeiros sintomas aparecerem.
Atualmente, os testes para essa finalidade se baseiam em análises cognitivas ou estudos cerebrais feitos após a morte. O menino propõe o uso de um anticorpo apelidado de “cavalo de Tróia”, que penetra no cérebro e se anexa às proteínas neurotóxicas presentes nos primeiros estágios da síndrome.

Para chegar ao resultado final, os anticorpos precisam ser injetados na corrente sanguínea do paciente, associados a partículas fluorescentes. Dessa forma, é possível visualizar sua influência no cérebro e fazer uma varredura em busca dos indícios do Alzheimer.

O projeto foi apresentado no Prêmio Google Science Fair. De acordo com a apresentação no concurso, o Alzheimer atinge 47 milhões de pessoas em todo o mundo. São mais de oito milhões de novos casos todos os anos. Poder identificar a doença antes mesmo de seus sintomas serem manifestados, deve ajudar no tratamento e a melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Confira o site oficial desse projeto para conhecer tudo sobre ele.

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

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