Luiz Alberto Freitas Pereira, diretor administrativo da Mútua, Cláudio Calheiros, diretor-presidente da Mútua, Maria do Socorro Gomes Araripe Seabra, diretora geral da Caixa PI, Paulo Roberto Ferreira de Oliveira, presidente do Crea-PI e Antonio Salvador da Rocha, diretor de Tecnologia

O diretor-presidente da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros, o diretor administrativo, engenheiro agrônomo Luiz Alberto Freitas Pereira, e o diretor de Tecnologia, engenheiro eletricista Antonio Salvador da Rocha, participaram na sexta-feira (21) da solenidade de lançamento da 71ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia (SOEA), realizada no Centro de Convenções de Teresina (PI), cidade sede do evento, que acontecerá em agosto.

Nesta edição, a SOEA debaterá “Inovação Tecnológica para Desenvolvimento Nacional”, com destaque para as discussões em torno da visibilidade do Brasil com a Copa do Mundo e as eleições gerais. Sendo o maior evento da área tecnológica no Brasil, a Semana Oficial deve reunir cerca de quatro mil pessoas no estado do Piauí durante e já concentra esforços do poder público teresinense e das entidades locais parceiras.

Na cerimônia de lançamento do evento, além do presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, do presidente do Crea-PI, engenheiro civil Paulo Roberto Ferreira de Oliveira, de conselheiros federais e conselheiros regionais, também estiveram presentes, o presidente do Sindicato dos Engenheiros do Piauí (Senge), o engenheiro químico Antonio Florentino, o coordenador de Turismo da Prefeitura de Teresina, Eneas Barros, e dezenas de representantes de entidades nacionais.

“O lançamento da 71ª SOEA foi um sucesso e contou com a participação maciça dos profissionais do Sistema, de representantes da área empresarial, de entidades locais e nacionais. A SOEA deste ano, que será realizada em Teresina, irá mudar a história das Semanas Oficiais da Engenharia e Agronomia, pois o evento é sempre é realizado em Estados que têm condições financeiras e capacidade de orçamento e, ao levar o evento para o Estado do Piauí, certamente ficará o legado para outros Estados. Será um marco para aqueles Estados que não têm tanto orçamento, mas desejam também sediar as próximas edições do evento. Em Teresina vamos discutir temas muito relevantes para o Sistema e para a área tecnológica. Espero que neste debate também possamos discutir os temas estruturantes para o desenvolvimento do Brasil no universo da Engenharia e da Agronomia”, destacou o presidente da Mútua.

 

Fonte: Acme/Mútua

Foto: Caixa PI

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O evento, que acontece dia 21 no Atlantic City, terá apresentação do Balé da Cidade de Teresina

A Direx da Mútua será representada na solenidade de lançamento da 71ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia (SOEA) pelo diretor-presidente, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros, pelo diretor administrativo, engenheiro agrônomo Luiz Alberto Freitas Pereira, e pelo diretor de Tecnologia, engenheiro eletricista Antonio Salvador da Rocha. A cerimônia de lançamento acontecerá no dia 21 deste mês, no Centro de Convenções do Atlantic City – mesmo local onde será realizada a 71ª SOEA, em agosto – em Teresina (PI).

Na ocasião estarão presentes, ainda, o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), o engenheiro civil José Tadeu da Silva e presidentes de Creas.

O evento contará com a apresentação do Balé da Cidade de Teresina, uma escolha foi feita pelo presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí, o engenheiro civil Paulo Roberto Ferreira de Oliveira, juntamente com a comissão organizadora do evento, prestigiando, assim, a arte e a cultura local.

O Balé da Cidade de Teresina é uma Companhia de Dança Contemporânea criada em 1993 e tem como diretor o coreógrafo Roberto Freitas. A companhia tem como apoio a Prefeitura Municipal de Teresina, através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves. Com 20 anos de história, pesquisas e descobertas de sucesso, a Cia realiza importantes projetos artísticos, educativos e sociais, disseminando a cultura piauiense dentro do cenário artístico local, regional e nacional.

71ª SOEA

A 71ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia- SOEA será realizada na capital do Estado do Piauí, Teresina, durante os dias 12 a 15 de agosto, no Centro de Convenções do Atlantic City, com o tema "Inovação Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional".

Durante o evento acontecerão debates de temas diretamente ligados ao desenvolvimento e à infraestrutura brasileira, mobilizando estudantes e profissionais da área, como engenheiros, agrônomos, meteorologistas, geólogos, geógrafos, técnicos e tecnólogos.

 

Fonte: Acme/Mútua - com informações do Crea-PI

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Sexta, 07 Fevereiro 2014 15:02

Lançamento da 71ª Soea

Na sessão plenária ordinária 1.407, em janeiro deste ano, os conselheiros federais aprovaram o lançamento da 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea) em Teresina (PI), no dia 21 de fevereiro de 2014. Esta edição da Soea será realizada em agosto de 2014.

O lançamento é a oportunidade divulgar a Semana à comunidade dos profissionais do Estado do Piauí, às áreas tecnológicas atuantes no estado, à mídia regional e à sociedade em geral, além de integrar os profissionais, as entidades de classe, as instituições de ensino, os órgãos governamentais em âmbito estadual, regional e municipal, empresários e empresas locais e regionais.

Ainda na plenária de janeiro, foi definido o tema da 71ª Soea, que será "Inovação Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional".  Os eixos centrais, regionais e outros temas ainda serão submetidos à Comissão Organizadora da Soea (ConSoea).

 Sobre o Crea e o Estado do Piauí

O Crea Piauí, que possui 11 inspetorias, sete entidades e 3.833 empresas registradas ativas, reúne aproximadamente sete mil registros, é presidido pelo engenheiro civil Paulo Roberto Ferreira de Oliveira.

Com cerca de três milhões e cem mil habitantes (Censo 2010), o Estado do Piauí tem uma forte atividade turística, em aspectos naturais, histórico-culturais e de aventura e misticismo. Conforme o Programa de Regionalização do Turismo, ao todo, são 123 municípios com potencial para o turismo, que integram sete regiões, de norte a sul do Estado.

No ano passado, o Piauí participou da 11ª Rodada de Licitações de Blocos para a Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural, promovida pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os lotes piauienses pertencem à bacia do Parnaíba e ocupam uma área de 20 mil km². Seis multinacionais pretendem comercializar o gás natural que será extraído do subsolo piauiense.

 

Fonte: Confea

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O site da 70ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea) disponibiliza aos participantes do evento, realizado em Gramado (RS) entre os dias 9 e 11 de setembro passado, a emissão dos certificados de participação. Para fazer o download, basta acessar o link “Certificado” no menu principal do site do Confea, inserir o código de inscrição na 70ª Soea ou o nº do CPF e gerar o arquivo, que pode ser impresso diretamente do site.

Informe

O Conselho Diretor (CD) se reúne hoje, a partir das 10h30, para a realização da 9ª reunião ordinária do ano. Entre os assuntos a serem apreciados pelos diretores da Casa, a atualização da Política de Tecnologia da Informação e Telecomunicação do Confea (Portaria AD-400/2009); relatórios técnicos informativos de participações em missões no exterior; e sugestão de calendário para as sessões plenárias ordinárias do próximo ano.

Fonte: Confea

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Segunda, 30 Setembro 2013 16:51

CONSOEA se reúne em Brasília

Realizada na tarde de hoje (30) a 5ª Reunião Extraordinária da Comissão Organizadora Nacional da 70ª SOEA. A Mútua foi representada pelo seu diretor de Tecnologia, Antonio Salvador da Rocha (primeiro à direita). Também estiveram presentes o presidente do Confea, José Tadeu, os presidentes dos Creas RS, Luiz Alcides Capoani, PI, Paulo Roberto Ferreira de Oliveira, e do DF, Flávio Correia de Souza, além dos outros membros da Comissão, conselheiro federal Marcelo Gonçalves Nunes Morais e o representante das Comissões Nacionais das Câmaras Especializadas Juarez Morbini Lopes.

 

Fonte: Acme/Mútua

Foto: Margareth Vicente/Acme/Mútua

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Formulada a partir de uma tragédia – o incêndio que vitimou 242 pessoas em uma boate de Santa Maria (RS), em janeiro deste ano –, a proposta da nova legislação de segurança, prevenção e proteção contra incêndio do Rio Grande do Sul, que tramita na Assembleia Legislativa do Estado (Alergs), foi apresentada pelo deputado Adão Villaverde (PT-RS), presidente da Comissão Especial que tratou do tema. Villa, que tem formação em Engenharia Civil, fez questão de destacar o papel das entidades da área técnica na proposição e formulação do projeto. “Quero registrar perante este evento o empenho das entidades. Não fosse o trabalho desses profissionais, não teríamos essa Lei”, afirmou, citando o Crea-RS, que formulou o pedido de atualização da legislação vigente. De acordo com ele, a expectativa é que, dentro de algumas semanas, o PLC 155/2013 vigore como a “legislação âncora” de proteção de incêndio para os municípios gaúchos.

Segundo o deputado, uma das preocupações da nova lei foi considerar os riscos de cada edificação, incluindo novos parâmetros para o enquadramento das exigências de segurança. “Buscamos evitar a leniência e, em outro extremo, não inviabilizar os empreendimentos. Pela lei atual, somos flexíveis com uma fábrica de fogos de artifícios e exigentes com uma outra de gelo”, exemplificou, referindo-se aos critérios de classificação atuais – altura e área da edificação – aos quais, pelo novo texto, somaram-se à ocupação e uso, capacidade de lotação e carga de incêndio.

Entre os avanços da nova legislação, destaca-se, ainda, a sugestão da criação de um Conselho de Segurança, Prevenção e Proteção Contra Incêndio, regulado pelo Executivo e responsável por atualizar a norma; a exigência de vistoria e análise de profissionais da engenharia e/ou arquitetura do Corpo Técnico do Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS) ou contratados para o trabalho para liberação do Alvará do Plano de Prevenção e Combate de Incêndio, exigência para licença de funcionamento municipal; além de exigência de projeto com responsável técnico habilitado na execução dos Planos de Prevenção e Contra Incêndio (PPCI). Também foi salientado por Villa o endurecimento das penalidades. “Hoje sai muito mais barato pagar a multa do que fazer o projeto de prevenção”, afirma.

 

Fonte: Confea

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A regulamentação das licitações e o Sistema Tributário Nacional foram tratados na palestra proferida pelo engenheiro civil e professor Luís Roberto Andrade Ponte, que compôs a programação da 70ª SOEA. Autor da Lei 8.666/93, que dispõe sobre as exigências do processo licitatório nos órgãos públicos, e do livro Capitalismo Sem Miséria, o palestrante defendeu que um governo bom “é aquele que arrecada honestamente e com racionalidade, aplicando corretamente os recursos naquilo que a sociedade almeja”.

De acordo com Ponte, existe uma vontade permanente no Brasil em contratar empresas de pessoas conhecidas e, consequentemente, favorecer um amigo ou até parente. Segundo ele, essa irregularidade leva muitas pessoas a criticarem ou difamarem a legislação, que possui como fundamentos: contratação mediante licitação pública, direito isonômico de participação, obrigação do pagamento e manutenção das condições efetivas da proposta.

O professor explicou que antes da Lei 8.666, existiu o Decreto-lei 2.300, que não obrigava a publicação dos editais. “Vi concorrências nas quais metade dos participantes ficou de fora porque estava com o preço 50% superior. Alguns empresários fechavam o preço antecipadamente com o governo”, declara. Ponte ainda colocou que a partir desta inconformidade começou-se a discutir o que, até então, era chamada de Carta de Belo Horizonte, primeira crítica a esta deformação, ainda na gestão do ex-presidente Fernando Collor.

A falta de punições severas pelo descumprimento contratual de contratado e contratante foi criticada por Luís Roberto Ponte. Segundo ele, existem condições diferenciadas para bancos e empresas de construção, por exemplo. Existe um favorecimento aos bancos, enquanto que as demais organizações são penalizadas. “A lei é clara, são 30 dias para pagar. É necessário fazer correções e propor penalizações que a lei ainda não definiu, como multas e juros”, afirma.

Dispositivos possibilitando diversas interpretações da lei relacionadas ao financiamento junto ao governo foi outro ponto destacado pelo palestrante, que vem dedicando (desde 1993) grande parte do seu tempo à regulamentação. Como resposta às críticas da regulamentação, disparou: “É um engodo acreditar que a 8.666 é complexa. Querem desmoralizá-la para fazer valer a dispensa de licitação”.

Tributação

Os abusos cometidos também pelos impostos cobrados no Brasil e entre os estados foram tratados pelo especialista. Ele citou como exemplo um veículo comprado no Piauí, que gera impostos para estados considerados ricos, como São Paulo. O professor também informou que o Rio Grande do Sul transfere recursos gerados pelo imposto do Gás ao Mato Grosso do Sul. Essas disparidades foram criticadas pelo palestrante, que sugeriu uma melhor distribuição desta renda.

O presidente do Crea-RS, Luiz Alcides Capoani, que coordenou os trabalhos, agradeceu a participação do engenheiro na Soea e o agraciou com um certificado, entregue por um amigo de infância do Ceará, estado de origem do palestrante.

 

Fonte: Confea

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O novo Código Nacional de Ciência e Tecnologia foi o tema da palestra ministrada  no dia 10, durente a 70ª SOEA,  pelo engenheiro agrônomo, conselheiro federal suplente e coordenador do grupo de trabalho Código de Ciência, Tecnologia & Inovação do Confea, Renato Roscoe. O GT foi estabelecido em junho de 2012 para colher informações e elaborar propostas para participar da consulta pública sobre o PL 2177/2011.

Durante a palestra, Roscoe apresentou as contribuições encaminhadas pelo GT e traçou um paralelo entre a produção científica brasileira e a internacional e apresentou alguns dos entraves que prejudicam a inovação no país. Além das alterações no Projeto de Lei que estabelece o Código Nacional de Ciência, Tecnologia & Inovação (PL 2177/2011), o GT recomendou ao Plenário do Confea a criação de uma Comissão Permanente de Ciência, Tecnologia & Inovação, para conectar o Sistema Confea/Crea e Mútua constantemente às políticas do setor.

Roscoe falou sobre a produção científica mundial e sobre o distanciamento entre quem inova e quem produz essas inovações. “Não temos um ambiente de inovação adequado, principalmente por influência da burocracia, demora no registro de patentes, leis trabalhistas, insegurança jurídica, a logística e o baixo nível de investimentos. Em 2011, o Brasil registrou 572 patentes, enquanto que os Estados Unidos registraram 48.596”, disse.

O palestrante disse ainda que é necessário que se busque um ambiente de inovação favorável e estimule a interação entre setor produtivo e as instituições de pesquisa e universidades, principalmente da iniciativa pública, que é onde, no Brasil, se concentra a maior parte da produção científica. “O agronegócio brasileiro, por exemplo, é um dos poucos setores com grande ganho de produtividade. É preciso que apontemos onde somos mais competitivos e onde podemos avançar”, concluiu.

 

Fonte: Confea

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O palestrante Carlos Arantes iniciou sua palestra falando sobre a importância de ser ético acima de qualquer situação e declarou que “Não é porque o cliente contrata que não vou apurar o que ele quer. É necessário que se veja a identidade do fato.” Outro tema abordado foi a relevância de se atuar somente dentro de suas atribuições, pois para uma perícia e necessário ter um profissional legalmente habilitado e competente para cada situação.

Para o estudante de engenharia física Paulo Morishita, apesar de o curso não ser especificamente voltado para área ambiental, a palestra abordou um tema que o interessa bastante. “No meu curso temos algumas matérias voltadas para o meio ambiente e com o que foi falado pelo eng. Carlos Arantes, podemos esclarecer alguns pontos sobre a profissão que também poderemos exercer quando formados”, destaca o membro do Crea Júnior/MS.

De acordo com Carlos Arantes, hoje o Brasil apresenta um déficit de profissionais que atuem na área, e acredita que essa deficiência na perícia agrária seja um atrativo principalmente aos futuros profissionais. Contudo, tem que se ter ciência da responsabilidade.

O conselheiro do Crea-AC, tecnólogo Carlos Cunha se mostrou empolgado com a apresentação e disse que grande parte dos exemplos citados são aplicados pelos profissionais acreanos. “Trabalho em um órgão ambiental e, sempre que realizamos as perícias, procuramos atuar de acordo com a legislação. São de extrema importância esses esclarecimentos para os profissionais que pretendem atuar na área”, afirmou.

 

Fonte: Confea

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Grande maioria de municípios brasileiros, talvez por falta de ações, não conseguem captar recursos do governo federal a fundo perdido, disse, durante sua explanação na 70ª SOEA, o palestrante Marcelo Chaves Garcia, engenheiro civil e consultor com muita experiência nessa questão da captação de recursos voluntários e que estão à disposição dos gestores municipais e também estaduais. Segundo Marcelo, esses recursos que podem ser captados por ONGs, associação de bairros e demais entidades sem fins lucrativos não precisam de intermediação ou ação de lobistas.

Para uma plateia atenta, abriu o site do Sistema de Convênios do Governo Federal (SINCONV), onde aparecem programas e propostas voluntárias, e mostrou como se deve fazer, lembrando que alguns projetos sociais foram rejeitados por descuidos como a data do início e fim do projeto. Afirmou que não existem programas com valores inferiores a R$ 100 mil.

Responsabilidade Fiscal

O consultor mostrou que algumas transferências são consideradas voluntárias e outras não. Voluntárias são definidas no artigo 25 da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal) com a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira que não decorra de determinação constitucional legal. Segundo o engenheiro, tem regras básicas para essa captação. Ele ainda mostrou no site do Sistema de Convênios que muitos dos recursos duram somente dias, abrem e fecham de forma rápida escapando dos que vivem rastreando.

E onde tem mais a fundo perdido? Para as obras sociais que é uma prioridade do governo. Os recursos podem ser adquiridos para saneamento básico do município, para a saúde, educação e meio ambiente. Uma observação importante sobre o Sinconv é que ele, como instrumento que facilita a obtenção dos recursos, está atrelado às instituições bancárias federais (Banco do Brasil, BnB,Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia) com um leque de programas à disposição dos administradores. O engenheiro ressaltou que é fundamental o planejamento, identificando os problemas, apresentando os objetivos, fazer Termo de Adesão e não dispensar as orientações técnicas da Caixa Econômica Federal. “Até para a engenharia pública os recursos estão lá à espera de projetos”, concluiu. Devido ao tempo exíguo, o palestrante disponibilizou, a pedido da plateia, o email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. com todo o conteúdo da sua exposição. O conselheiro federal Marcelo Moraes (da Cais) mediou o debate coordenado pelo eng. Arciley Alves Pinheiro.

Fonte: Confea

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