No site oficial da 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA), evento realizado em Teresina (PI), de 12 a 15 de agosto deste ano, estão disponíveis os certificados de participação na Semana Oficial. Para baixar o documento é preciso informar o número de CPF. Acesse aqui o link direto da página de certificados.

Caso haja erro de informações no certificado ou problemas de qualquer natureza, entre em contato com a organização do evento através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

 

Fonte: Acme/Mútua

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O anfitrião da 71ª SOEA, presidente do Crea-PI, engenheiro civil Paulo Roberto Ferreira de Oliveira, participou da reunião realizada pela Mútua entre as Diretorias Executiva e Regionais da Instituição com profissionais convidados da Mútua para a SOEA, representantes das delegações dos Creas e das Caixas. Paulo Roberto agradeceu a presença de toda a delegação da Mútua. “Obrigado por vocês terem vindo até minha terra. Tenho certeza que saímos daqui com outra visão da SOEA e com muitas reflexões e ensinamentos. A 71ª Semana foi um marco em nosso Sistema", avaliou o presidente, que também defendeu a SOEA como ferramenta de democratização do Sistema Confea/Crea e Mútua. "É necessário levarmos a SOEA e a Engenharia e Agronomia para todos os cantos”, refletiu 

 

Fonte: Acme/Mútua

Foto: Flávio Mottola (Acme/Mútua)

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Cerca de 22 assuntos constaram da pauta da 52ª Reunião Extraordinária da Diretoria Executiva da Mútua, realizada nos últimos dois dias (14 e 15), em Teresina (PI). Os diretores aproveitaram a presença na 71ª SOEA para tratarem de assuntos importantes e com prazo para definição. Na foto, a partir da esquerda, Luiz Alberto Freitas Pereira (diretor administrativo), Ricardo Antonio de Arruda Veiga (diretor de Benefícios), Lino Gilberto da Silva (diretor financeiro) e Cláudio Calheiros (diretor-presidente).


Os diretores executivos também estiveram reunidos com os gestores da Mútua

 

Fonte: Acme/Mútua

Foto: Margareth Vicente e Flávio Mottola (Acme/Mútua)

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A evolução dos programas de cálculos estruturais tem permitido a construção de pontes estaiadas cada vez maiores. Elas são uma solução para vãos livres de 100 até 1.200 metros de comprimento, com estruturas complexas, que alinham técnica e estética em projetos que vêm se tornando verdadeiras atrações turísticas.
Catão Francisco Ribeiro, engenheiro civil considerado o “pai da ponte estaiada”, realizou palestra na tarde desta quinta-feira (14/8), na 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), em Teresina (PI), cidade da ponte estaiada Mestre João Isidoro França, projetada para a comemoração dos 150 anos da capital, que foi o símbolo desta Soea. 

Responsável pelo projeto estrutural de mais de 20 pontes estaiadas, Catão Ribeiro demonstrou tecnicamente que, mesmo em distâncias menores, a partir de 100 metros de vão livre, essa tecnologia construtiva permite projetos de pontes ou viadutos economicamente viáveis. A evolução tecnológica permite a realização de cálculos estruturais complexos em programas exclusivos, o que não era possível há 20 anos.
Esse crescimento na construção de pontes estaiadas vem se alinhado ao refinamento estético. Para Catão, “é um privilégio projetar; cada ponte é como um filho, que é único, e deve ter essa característica preservada”. Por isso, os projetos são idealizados a partir da realidade local, com características que identifiquem a população, a arquitetura, suas influências étnicas e culturais.
Curiosidade revelada em vídeo durante a palestra, os cálculos para a construção das pontes estaiadas correspondem à sequência de Fibonacci, uma clássica sucessão de números que se repetem em fenômenos da natureza e foi identificada pelo italiano Leonardo Fibonacci, no final do século 12. Infinita, inicia pelo número 0, sucedida pelo número 1 e, a partir daí, todo número seguinte é a soma dos dois anteriores.

Catão falou ainda sobre educação e formação profissional, e foi aclamado pelos jovens presentes. “Gosto de motivar os jovens. Os mais velhos não posso mudar, mas os jovens são a nossa esperança e devemos estimulá-los a aprofundar seus conhecimentos”, finalizou.

Fonte: Crea-SE

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A tarde desta quinta-feira (14/8), segundo dia de atividades do Congresso Técnico e Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc), contou com mesas redondas com autores dos trabalhos selecionados e premiados. 
Na oportunidade, os participantes puderam saber mais sobre temas caros para os profissionais da área tecnológica e para a sociedade, como degradação ambiental e produção de alimentos mais saudáveis. O espaço foi mediado pela presidente do Crea-PB, engenheira agrônoma Giucélia Figueiredo. Já a segunda mesa redonda contou com o presidente do Crea-CE, engenheiro civil Victor César da Frota Pinto, no papel de moderador. 
Os autores dos trabalhos apresentaram temas de modalidades diversas. Keviane Aragão é estudante de Engenharia Agrícola da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande) e falou sobre seu estudo da degradação ambiental do açude de Bodocongó, em Campina Grande. A estudante afirmou ser um privilégio participar de um evento grandioso da Engenharia no país e disse que todos devem pensar o lado ambiental em suas profissões. 
Já Gustavo dos Santos, estudante da Universidade Federal de Pernambuco, demonstrou  satisfação por ter tido a oportunidade de participar da mesa redonda. “Ter o trabalho aceito já foi uma surpresa, ser premiado não se fala. Estou muito contente com a premiação. Considero este como um dos objetivos de vida concluído”, arrematou o doutorando de Engenharia Elétrica na UFPE. 
Quem representou a Engenharia de Alimentos foi a engenheira Kamila Silva, que apresentou no Contecc um trabalho baseado no seu estudo do Trabalho de Conclusão de Curso sobre o efeito de antimicrobianos naturais em queijos Minas frescal. Kamila destacou a aproximação dos estudantes com o sistema Confea/Crea e explicou: “Eu sabia o que era o Crea na universidade e, quando me formei, fiz o meu registro no Crea-GO. Mas só agora, durante o evento, tive a dimensão do que são o Confea e os Creas”.
As apresentações e debates ocorreram no Espaço Multiuso do Centro de Convenções Atlantic City, em Teresina, Piauí, local que recebeu, além do Contecc, toda a programação da 71ª Soea.
 
Fonte: Crea-PB

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O assessor da presidência de Furnas, engenheiro Luiz Oswaldo Norris Aranha, explanou na tarde desta quinta-feira (14/8) sobre a Matriz Energética Brasileira, quando fez uma série de reflexões sobre o tema. 
Enquanto falava sobre os custos da energia, o engenheiro ponderou que apenas cobrar que as empresas pausem aumentos não é a solução. “Nós realmente temos de baixar o preço da energia, mas não se consegue isso estrangulando as empresas. É necessário fazer uma reforma tributária geral no País, não só no campo da energia”, considerou.
A tutela sobre as estatais foi outro ponto destacado pelo engenheiro Luiz Oswaldo Aranha. Ele aponta como possível solução em favor de melhorias no serviço energético “minimizar certos entraves burocráticos e focar nos resultados, pois colocar dificuldades não é eficiente”. Para o engenheiro, o correto seria fiscalizar com maior eficiência, conforme se faz em outros países. 
Ao citar os tipos de burocracia que podem interferir negativamente nos trabalhos das empresas, o palestrante citou a questão das licenças ambientais, mas enfatizou a importância que os documentos têm. “As licenças ambientais são muito importantes, mas não podem continuar levando até dois anos para sair”, apontou.
O engenheiro Luiz Oswaldo Aranha abordou, ainda, outras questões relacionadas às energias, como os temas: vetores energéticos, energia térmica e mecânica, energia eólica, fontes renováveis, energia solar, reservatórios plurianuais e financiamentos de novos empreendimentos.  
Fonte: Crea-PI

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O coordenador do Colégio de Entidades Nacionais, engenheiro de alimentos Gumercindo Ferreira da Silva, chamou atenção para a oportunidade que a 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea) ofereceu às entidades para a troca de experiências e a reflexão acerca das principais questões internas que preocupam cada segmento da engenharia brasileira. “Até o próximo sábado, ao participar das atividades precedentes e posteriores à 71ª Soea, as entidades de classe podem-se debruçar sobre problemas e traçar os caminhos mais adequados para equacioná-los”, incentivou o coordenador. 
Entidades discutem propostas e pautas prioritárias
Os participantes da Federação Nacional de Engenheiros Agrimensores (Fenea) estabeleceram também, na tarde da última quinta-feira, os itens de pauta que serão debatidos na 3ª reunião ordinária da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia de Agrimensura (CCEEAGRI), que será realizada em Goiânia de 17 a 19 de agosto. A reunião preliminar foi coordenada pelo presidente da Fenea, engenheiro agrimensor Joseval Carqueja.
Outra reunião promovida foi a da Sociedade Brasileira dos Engenheiros Florestais (SBEF), que discutiu, dentre outros assuntos, a possibilidade da criação de um Ministério Florestal (MFLO). "Precisamos de um órgão para defender o desenvolvimento florestal. Nosso intuito é repercutir a ideia para que isso seja enviado ao legislativo", afirmou o ex-diretor da SBEF, engenheiro florestal Glauber Pinheiro. De acordo com o engenheiro, a proposta foi apresentada ao GT de Políticas Públicas e, quando estiver amadurecida, poderá ser encaminhada ao legislativo. 

Fonte: Crea-DF/Confea

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Desenvolvimento Regional foi o tema da palestra do presidente do Instituto Nacional de Administração para o Desenvolvimento (INAD), Leonides Alves da Silva Filho. O palestrante iniciou sua exposição trazendo a constatação de que o Brasil atualmente e há muito tempo não possui mecanismos palpáveis para o desenvolvimento das diversas regiões do País, visto que o traçado traz um plano único para o desenvolvimento nacional, sem levar em consideração as peculiaridades político-econômicas de cada área. 
“Não se pode pensar em políticas nacionais de desenvolvimento, isso é um engodo. Apenas faz com que o desenvolvimento chegue de forma desordenada, sempre tendenciosa a atender as áreas com maior poder econômico e, consequentemente, maior poder de decisão”, sentenciou. “Só há crescimento se houver investimento regional”, argumentou.
Citou como experiência adequada o modelo de Francisco Julião, ativista pernambucano dos anos 50, que, de forma ordeira e organizada, conseguiu fazer com que a população cobrasse das autoridades competentes maneiras mais eficientes de desenvolvimento econômico para a região, o que acabou por culminar no surgimento do Banco do Nordeste (30 dias depois do BNDES) e, posteriormente, da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
Entretanto, ele observou que “na chegada do governo militar, veio a mudança de diretriz econômica do País para uma política nacional de redução de subsídios, a administração orçamentária da Sudene foi passada aos estados, o que trouxe burocratização e emperramento dos processos de captação de recursos”. Por fim, ao cobrar com força e firmeza a organização do povo nordestino, finalizou a sua palestra, mediada pelo conselheiro federal Leonides Alves da Silva Neto, seu filho (foto ao lado).

Fonte: Crea-PI

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Engenheiro civil Catão Francisco Ribeiro e o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí (Crea-PI), Paulo Roberto, participaram de um debate durante a 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia, em Teresina (PI). O encontro foi para falar da Ponte Estaiada João Isidoro França, sobre o rio Poty, em Teresina (vencedora do Prêmio Gerdau - Talento da Engenharia Nacional - 2010), projeto do engenheiro Catão.
O encontro promoveu um debate sobre a Ponte Estaiada, que hoje faz parte da paisagem de Teresina, e atualmente é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade e, por isso, está sendo apresentada na divulgação da 71ª Soea. 
Na conversa, os dois engenheiros falaram um pouco sobre a manutenção que está sendo feita frequentemente na ponte, que há pouco tempo foi inaugurada (em 2010). O presidente do Crea-PI, Paulo Roberto, falou da normalidade desse tipo de benfeitorias que estão fazendo na Ponte Estaiada. “Eu particularmente tenho certeza da segurança da Ponte Estaiada, mas, claro, exigi uma manutenção. Tudo tem de ter manutenção, principalmente a estaiada, pela sua complexidade. Tem-se que olhar o cabo, olhar a sua resistência. E vai passar o tempo e vai precisar de mais manutenção”, enfatizou. 
Para falar um pouco da Ponte Estaiada, do ponto de vista da área da engenharia no Piauí, o presidente Paulo Roberto reforçou o quão é importante para a cidade de Teresina, assim como para todo o Estado do Piauí, ter um ponte estaiada. “Essa obra, além da beleza dela, mudou a visão de Teresina. Nós temos três pontes interessantes: a ponte metálica, a ponte de concreto e a ponte estaiada. Estamos na evolução. É interessante para a engenharia. Essa mudança, essa modificação arquitetônica. Estamos evoluindo”, reforçou.
Quando questionado se defende novas pontes estaiadas na cidade de Teresina, Paulo Roberto foi categórico, quando disse que não é possível generalizar, é necessário estudar cada caso. “Veja bem, quando se fala em ponte estaiada, cada caso é um caso. Tem de ver a viabilidade dela, tem de fazer um vão que justifique a ponte estaiada. Essa é a grande dificuldade, você precisa fazer uma ponte sem precisar fazer muitos pilares. Você tem que justificar a viabilidade econômica e a beleza estética”, garantiu o presidente.
O engenheiro civil Catão, afirmou que, para projetos como a ponte estaiada, são comuns esses tipos de manutenção. Para isso, deu um exemplo simples, para se entender os motivos das realizações de manutenção na Ponte Estaiada do Estado do Piauí. “Assim como o carro, as pontes também precisam de manutenção”, falou dando importância da inspeção em pontes, como forma de prevenção.
Ainda sobre o modelo da ponte estaiada, Catão disse que uma ponte é uma obra de arte, por sua funcionalidade. “A ponte estaiada é uma tecnologia conhecida como estado da arte, é o que tem de mais moderno no mundo hoje na área de projeto de construção de pontes hoje. Ela, se for de um vão de 100 metros livres, aí você pode construir uma ponte. Porque ela tem seu ponto ótico, e ela agrega uma beleza que as outras não têm”, fundamentou o engenheiro civil.
Catão falou que a Ponte Estaiada de Teresina sobre o Rio Poty tem um vão de 160 metros, ela está no ponto ótico, e tem funcionalidades. “Além da beleza, ela tem um elevador panorâmico, que é o mirante, que infelizmente não está operando. Porque essa é uma característica única, é a única ponte estaiada com um Mirante. Já ganhei prêmio por esse projeto da ponte de Teresina”, destacou.
Ao fim do encontro, Catão falou da importância de se promover encontros com profissionais da engenharia, e do imenso prazer de estar na 71ª Soea. “O encontro de profissionais de alto nível eleva a cultura geral. É importante a comunicação. Assim como é um prazer estar aqui”, finalizou o engenheiro civil. 
 
Fonte: Crea-PI

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Cerca de duas mil pessoas participaram da palestra sobre “Educação aberta, flexível e a distância: desafios, oportunidades e futuro na formação do engenheiro e prática da Engenharia Global”. O evento foi realizado na manhã desta quarta-feira (13/8), abrindo a programação do Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc), evento realizado durante a 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea). 
O assunto, que está presente na agenda da sociedade, evidenciou as discussões em torno da junção do tecnicismo e do humanismo na educação brasileira de qualidade. Ao final das discussões, ficou evidenciado que, embora ainda existam resistências sobre a EAD (Educação a Distância) na Engenharia, com questionamentos sobre a legislação, laboratórios e definição em nível de atribuição dentro do Sistema, o processo é uma realidade irreversível. 
Também ficou patente que existem problemas sérios na educação fundamental e no ensino médio, fatores que implicam as altas taxas de evasão escolar, notadamente, nos cursos superiores da área tecnológica. São questões que também precisam ser trabalhadas em prol da melhoria do ensino nacional. 
A palestra conduzida pelo engenheiro mecânico, professor universitário e coordenador-adjunto do Colégio de Entidades Nacionais (Cden), engenheiro mecânico Jorge Nei Brito, provocou uma reflexão na plateia formada por profissionais, educadores e estudantes. Para ele, a abordagem pode ser considerada um marco dentro do Sistema Confea/Crea e Mútua e, a partir de agora, deve ser trabalhada de maneira mais efetiva. “O ensino a distância é uma realidade na área tecnológica, e tenho a certeza de que a Engenharia brasileira não ficará de fora de jeito nenhum. O Sistema é que vai ter de se adaptar urgentemente aos novos tempos.”
A palestra teve como debatedores o chefe de divisão de Engenharia do Instituto de Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Cláudio Jorge Pinto Alves; o conselheiro do CNE/MEC, Luiz Roberto Liza Curi; o presidente da Academia Global de Artes e Ciências, Heitor Gurgulino Souza, tendo como moderador o conselheiro federal do Confea, engenheiro agrônomo Daniel Salati. 

Evolução do ensino a distância no Brasil
A EAD foi introduzida nos países desenvolvidos em 1972, ano em que também chegou ao País, porém, foi deixada de lado dois anos depois pelo governo brasileiro. O programa foi retomado em 2005, em função da necessidade da reciclagem dos professores de educação básica, tendo se expandido nos grandes centros e nas cidades onde não existem universidades. O crescimento dos cursos a distância nos últimos dois anos foi de 2.338,79%, no que há de se considerar o pouco tempo de margem referencial. 
Os cursos de ensino a distância já abrangem 3.662 municípios brasileiros. Algumas universidades brasileiras ministram cursos de Engenharia a distância. Os principais cursos são de Engenharia Ambiental, Engenharia de Materiais e Engenharia Civil, ministrados, em sua maioria, pelas universidades privadas. São 26 cursos com uma oferta em torno de duas mil vagas. 
 
Fonte:  Crea-RN

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