Engenheiros florestais têm a importante função de cultivar a harmonia entre homem e natureza

O Brasil é uma Nação muito rica em biodiversidade florestal, abrangendo quase seis milhões de hectares de florestas plantadas e cerca de 5,1 milhões de quilômetros quadrados de florestas nativas, sendo a Amazônia brasileira uma das principais representantes desse ecossistema. A magnitude dessa riqueza natural necessita de profissionais qualificados e dedicados, que preservem a fauna e a flora e desenvolvam projetos de sustentabilidade ecológica. O principal agente de preservação e desenvolvimento das florestas é o engenheiro florestal. Segundo definição da Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais (SBEF), “o engenheiro florestal é o profissional apto a avaliar o potencial biológico dos ecossistemas florestais e, assim, planejar e organizar o seu aproveitamento racional de forma sustentável, garantindo sua perpetuação e a manutenção das formas de vida animal e vegetal”. 

Esses profissionais podem atuar em diversas frentes de trabalho, como em indústrias de produtos de madeira, órgãos ambientais, empresas de consultoria, unidades de conservação e desenvolvimento sustentável, com pesquisas relativas ao carbono e à celulose, entre outras. Recentemente, a área ganhou grande destaque em virtude da aprovação do novo Código Florestal Brasileiro, que atribuiu um conjunto de regras sobre a preservação ambiental em propriedades rurais.

A engenheira florestal Lívia Morena Brantes Bezerra, recém-associada da Mútua (fevereiro de 2014), trabalha no Setor de Meio Ambiente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), em Belém, no Pará, e comentou que decidiu seguir a profissão para “estar mais próxima à natureza”, mas, acima de tudo, para colaborar com a conservação dos recursos naturais. “Atualmente, o sistema econômico que temos extrai os recursos de forma predatória. Precisamos encontrar novas formas de convivências e novos meios de utilizar a natureza de forma harmônica”, enfatizou Lívia. Para ela, neste dia 12, os engenheiros florestais precisam refletir sobre o papel deles nesse processo de reformulação da interação do homem com a natureza.

O apoio da Mútua

O Sistema Confea/Crea e Mútua reúne profissionais que atuam essencialmente com o propósito de unir os avanços tecnológicos e o desenvolvimento do País com a sustentabilidade. No desempenho de suas funções, esses profissionais precisam ter à disposição as condições necessárias de fomento técnico e científico e, também, de qualidade de vida. A Mútua atua nesse sentido, cumprindo a função de pilar social do Sistema, ao disponibilizar benefícios específicos para o desenvolvimento dos profissionais.  “É uma boa forma dos profissionais se organizarem para obterem melhores condições pessoais e profissionais”, comentou Lívia sobre a Mútua.

A engenheira florestal ainda não pode utilizar os benefícios reembolsáveis da Mútua, pois estes exigem que o profissional esteja associado há mais de um ano. Mas outros serviços e produtos já estão a sua disposição, como planos de saúde, descontos com empresas parceiras e o TecnoPrev. “O que mais chamou minha atenção na Mútua e me levou à associação foram as excelentes condições dos financiamentos (benefícios) e o plano de previdência complementar (TecnoPrev). Ao cumprir o período de carência exigido, certamente farei uso dos benefícios”, antecipou Lívia.

 

Fonte: Acme/Mútua

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