A ABEAS, agora renovada para o triênio 2014 – 2016 busca fortalecimento para direcionar suas ações em prol das ciências agrárias no país


A nova gestão da Associação Brasileira  de Educação  Agrícola Superior– ABEAS, empossada no início desse ano, logo tratou de abrir um a agenda mais ampla, na busca do fortalecimento de suas ações na política educacional, tratando, junto aos órgãos federais, questões pertinentes às ciências agrárias no país. Para isso, a Entidade, representada por seu presidente, Prof. Dr. Fernando Cezar Juliatti, o vice da ABEAS, Prof.Dr. José Otávio Menten que também é Presidente do CCAS -Conselho Científico para Agricultura sustentável – Coordenador do Curso de Engenharia Agronômica da USP/ESALQ, Conselheiro do CREA- SP e Membro do Conselho da AEASP  – Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de S. Paulo – além do coordenador administrativo Prof. Claudson Cordeiro Lima, trataram, em uma reunião na tarde dessa quarta – feira, no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP assuntos relacionados à educação superior na área das Ciências Agrárias.
Os membros da diretoria da ABEAS foram muito bem recebidos pelo presidente do INEP, Dr. Luiz Claudio Costa, que prontamente atendeu a agenda, procurando responder as demandas ali elencadas.
Ao tratar com o presidente do Instituto, O Prof. Dr. Menten pontuou alguns assuntos, dentre as quais a resolução nº 1, de 2 de fevereiro de 2006 do MEC que institui as diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agronômica ou agronomia, procurando saber o  detalhamento a respeito, dentre outros aspectos, da nomenclatura adotada nessa resolução. Também, ao solicitar do INEP um panorama geral com números reais e atualizados das escolas existentes no Brasil, o Dr.  Menten resolveu questioná-lo sobre a visão do INEP/MEC, a respeito no nº de profissionais formados e atuantes existentes no Brasil,  e qual a necessidade do governo por demanda de profissionais na área de ciências  agrárias, vagas ofertadas, etc.
Com relação à resolução editada, o presidente do INEP, salientou que Seria interessante a ABEAS criar um grupo de trabalho para discutir esse assunto com uma agenda direta com o CNE – Conselho Nacional de Educação, em especial na Câmara de Educação Superior com o Dr. Gilberto, para debater mais afundo esse tema e propor medidas que  contribuem efetivamente no que concerne a atribuição desses graduados. Sobre os dados estatísticos das ciências agrárias no Brasil, ressaltou que o Instituto possui grande informação sobre o tema e que disponibilizará os dados atualizados para a ABEAS, para que ela tenha uma ideia panorâmica das ciências agrárias no Brasil e que através dessas informações a Associação  possa trabalhar em cima desses índices. Relatou também que, curiosamente, na Europa e nos Estados Unidos a demanda por cursos na área de Ciências Agrárias vem caindo, e que no Brasil, na sua visão particular, já existe muita oferta e profissionais suficientes para atuação no mercado.

Fonte: http://www.abeas.com.br/

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