27 de outubro: Dia do Engenheiro Agrícola, o profissional amigo do campo

Qualidade do solo, produção agrícola, projetos de armazenamento, sistemas de irrigação, maquinário e ações de sustentabilidade no campo. Todos esses conceitos, entre outros, estão ligados à rotina dos engenheiros agrícolas.

Esses profissionais trabalham, antes de tudo, na otimização dos procedimentos empregados na agricultura, visando melhorias nas plantações e na qualidade dos produtos colhidos. É uma área que se desenvolveu bastante nos últimos anos e que foi fundamental para o crescimento e o aperfeiçoamento do setor agrícola no País.

Com sua formação bastante abrangente, envolvendo áreas como Ciências Exatas (cálculo, física e química), estudo do solo (geologia e pedologia) e engenharia da computação, o engenheiro agrícola trabalha na busca de soluções inovadoras, que melhorarem a produção, sem se descuidar da sustentabilidade. O profissional dessa área ainda está apto a executar atividades de planejamento e administração agrícola, sistemas de produção animal e vegetal, pós-colheita, irrigação e drenagem, mecanização agrícola, automação e controle.

“Parabenizo todos os engenheiros agrícolas do Brasil e almejo que continuemos trabalhando para mostrar nossa capacidade em ajudar no desenvolvimento do País”, essa é a mensagem do presidente da Associação Brasileira dos Engenheiros Agrícolas (Abeag), Valmor Pietsch, que destaca, também, a necessidade de uma Lei específica para regulamentar a profissão. “Estamos trabalhando para que nossa categoria seja reconhecida por Lei, pois ainda somos regulamentados por Resolução do Conselho Federal. Temos efetuado contato com os parlamentares no sentido de se estabelecer essa legislação”, disse o presidente da Abeag.

Valmor Pietsch, presidente da Abeag, parabeniza os colegas engenheiros agrícolas

Os engenheiros agrícolas têm a importante missão de tornar a vida no campo mais fácil e produtiva. Para o associado da Mútua, engenheiro agrícola de Lavras (MG) Francesco Azzi Gattini, o trabalho dos profissionais de sua categoria foi predominante para o crescimento agrícola do País. “De uns anos para cá, a produção agrícola do País cresceu bastante e, sem dúvida nenhuma, nós, engenheiros agrícolas, contribuímos muito para esse crescimento, principalmente com relação ao avanço do maquinário agrícola. Antes, lutávamos para conseguir colher 100 equitares, hoje, colhemos 200 e com possibilidades de chegarmos a 250”, conta.

Para o presidente da Abea, apesar da ascensão do mercado agrícola, ainda existem setores que requerem aperfeiçoamento. “O mercado de trabalho no Brasil para os engenheiros agrícolas é bastante promissor. O Brasil tem grande demanda, principalmente na área de infraestrutura rural. Ainda precisamos avançar muito nos quesitos de construções rurais, que deem mais condições de moradia para as pessoas no campo, de locais apropriados de armazenamento dos produtos e do transporte, que ainda não é adequado, causando grandes perdas. A parte da energia elétrica avançou bastante, mas as demais ainda têm muito a crescer e tudo isso envolve os engenheiros agrícolas”, afirma Pietsch.

O associado Gattini também acredita que o País ainda tem muito a caminhar nesse ramo, e, para isso, basta resolver os sérios problemas de falta de infraestrutura e logística. “Acho uma pena que nossos governantes só tenham dado conta do aumento da produção agrícola mediante a crise que vivenciamos este ano no transporte dos produtos. Precisamos melhorar muito a estrutura dos nossos portos e estradas”, avalia.

A Mútua e os engenheiros agrícolas

Além de oferecer aos profissionais do Sistema uma cartela de benefícios diferenciados, a Mútua também trabalha pelo fortalecimento das categorias. “A Mútua sempre nos ajudou muito na divulgação do engenheiro agrícola. Temos uma parceria de longo tempo e isso nos deixa muito felizes. A Mútua tem nos auxiliado em mostrar para a sociedade o que nós fazemos e qual a nossa função”, destacou o presidente da Abeag.

Para ele, todos os profissionais, não só os engenheiros agrícolas, deveriam se associar à Instituição. “A Mútua só nos traz benefícios, até mesmo a anuidade que pagamos, que não é um custo é um pecúlio, é um investimento. Além disso, nos últimos anos, avançou bastante, uma prova disso são os novos regulamentos dos benefícios”, enfatizou.

Gattini, que já é associado, utiliza o plano de saúde do Saúde Mútua, que oferece vantagens especiais para os associados, profissionais da área tecnológica.

 

Fonte: Acme/Mútua

Foto: Divulgação

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