Estudos garantem a aplicação segura de vidros refletivos em fachadas de edifícios

Com softwares específicos, é possível usufruir de todas as vantagens dos vidros de controle solar sem causar danos à vizinhança

Nos últimos dias, a mídia tem divulgado a questão dos prejuízos causados pela fachada de um prédio localizado em Londres em formato arredondado que leva vidros refletivos. A estrutura do edifício '20 Fenchurch Street' vem causando danos a veículos, lojas e gramados das imediações e ganhou notoriedade mundial quando um Jaguar teve a capota deformada e o retrovisor derretido.
De acordo com informações divulgadas nos meios de comunicação, essa é a segunda obra de responsabilidade do arquiteto Rafael Vinoly que enfrenta este tipo de problema. A primeira foi o Hotel Vdara, em Las Vegas, inaugurado em 2010, e que também tinha formato arredondado com vidros espelhados e, em dias ensolarados, projetava raios que causavam queimaduras em hóspedes.
A especificadora técnica da PKO do Brasil, Rebeca Andrade, informou que, para se utilizar vidros de controle solar refletivos nas fachadas de edifícios há muitos estudos que permitem avaliar desde a quantidade de calor e de luz solar que entra para o ambiente e que é refletido para o lado externo, até mesmo a verificação em quais e quantas horas por dia o sol irá incidir sobre as diversas fachadas do prédio. “Estes vidros têm o poder de reduzir custos com energia elétrica de ar condicionado e iluminação artificial e, se tais estudos forem feitos, não há riscos nem para os usuários do edifício, nem para a vizinhança. Existem diversos softwares que calculam a incidência do sol sobre o prédio durante o ano todo que podem ser utilizados neste tipo de levantamento”, explica Rebeca.
“Os vidros espelhados refletem o calor, porém nas fachadas retas isto acontece de forma distribuída e não há, portanto, este tipo problema como o detectado nesse prédio de Londres. No formato arredondado, a energia do sol é refletida de vários ângulos para um único ponto, o que faz com que toda a energia refletida seja concentrada, ocasionando o fenômeno que tem incomodado a população. É o mesmo princípio utilizado para coletores de energia solar que têm formato de “antena parabólica”, no qual um material espelhado capta a energia do sol e a concentra num único ponto onde está o gerador de energia”, exemplifica a profissional.
Ainda de acordo com a especificadora técnica da PKO, o design imponente e moderno do edifício de Londres poderia ser mantido sem prejuízos desde que, antes, se estudasse as diversas posições do sol durante o ano e se verificasse que em nenhum momento houvesse a incidência direta do sol sobre esta fachada de modo a causar esta alta concentração de energia nas ruas ou em outros prédios.
 
Sobre a PKO do Brasil – A PKO do Brasil é uma empresa que atua nos setores de vidros e pedras para diversos segmentos do mercado nacional. Criada há 15 anos, a PKO funciona em duas unidades altamente equipadas, garantindo a seus clientes toda a infraestrutura e know how adquiridos nos últimos anos. Seus produtos impressionam pela qualidade, design, sofisticação e requinte de detalhes.
Investimentos em tecnologia de ponta, aquisição de novas máquinas, constante capacitação de mais de 300 funcionários e a preocupação em oferecer o que há de mais moderno aos seus clientes consolidaram a empresa como uma das principais referências no setor de vidros no País. Focada em suas melhorias, a PKO do Brasil foi certifica pelo ISO 9001, o que validou toda a preocupação com a qualidade total dos processos da empresa.
Além da excelência alcançada em todos os procedimentos, a empresa criou um programa diferenciado para projetos apresentados por arquitetos, designers e decoradores. Com uma equipe exclusiva para atender às mais diversas necessidades deste público, a PKO do Brasil desenvolveu um departamento integrado capaz de transformar esta parceria em experiências positivas e inesquecíveis. Para mais informações acesse www.pkodobrasil.com.br

Fonte: Portal Brasil Engenharia (http://www.brasilengenharia.com/portal/)

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