Construção Civil é setor que mais cresce no Sul do RJ

O setor da Construção Civil cresceu 30% no Sul do Rio de Janeiro de 2012 até agora. É o que afirma do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil. Atualmente, estima-se que aproximadamente oito mil pessoas estejam trabalhando na área em Resende(RJ). A cidade é a que apresenta índices maiores de crescimento, que pode ser notado através do grande número de construções espalhados pelo município. Com isso, todos lucram mais: lojas, empreiteiras, construtores e trabalhadores.
A instalação de fábricas na década de 90 foi o que impulsionou o processo de industrialização na cidade. Com o desenvolvimento, surgiu a necessidade de construir mais residências e estabelecimentos comerciais. “De 1996 para cá [a cidade] continua em franco crescimento. Todo o setor econômico, principalmente, no macro setor da construção civil. Antes disso, toda a economia de Resende era voltada apenas para a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) e alguns prédios”, disse Juarez Antunes, diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil.
Com a grande quantidade de obras em andamento, as lojas especializadas também acabam lucrando. As vendas no estabelecimento, onde o gerente Aldo Silva trabalha, cresceram 10% nos últimos 12 meses. Além disso, mais 10 funcionários tiveram que ser contratados. O gerente também conta que é preciso estar cada vez mais atento às novidades do mercado. “O consumidor de hoje tem uma visão diferente, ele não quer só construir. Ele entende hoje que economizar é comprar melhor, é trazer produtos de valor agregado, com qualidade melhor. Consequentemente, a sua reforma ou a sua construção terá uma durabilidade maior”, explicou Aldo.
O auxiliar de almoxarifado, Geraldo Pacífico, está há três anos no setor da construção civil. A empresa em que ele trabalha está com sete obras: três prédios e quatro casas. Por isso, ele diz que vai às lojas com muita frequência. Dessa vez, comprou tintas, conexões e material impermeabilizante. “Em uma correria, às vezes o atendimento é lento não porque há falta de pessoas, é que são muitas pessoas comprando tudo juntas, com pressa. Tem um grande número de pessoas que estão pegando esse ritmo de construções”, disse o auxiliar.

Fonte: Exame

Deixe seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.