Papel da Engenharia no desenvolvimento do País foi destaque na abertura do 6º CEP-SE

A mesa de abertura foi composta por Luiz Durval, Naum Araújo, Arício Resende, Jorge Silveira, José Tadeu, Cláudio Calheiros, Macedo Sobral e Antônio dos Santos

 

Teve início na quarta-feira, 17, o 6º Congresso Estadual de Profissionais (CEP) da Engenharia e Agronomia de Sergipe. A solenidade de abertura reuniu líderes das entidades de classe, autoridades políticas, profissionais e estudantes dos níveis superior, técnico e tecnológico, para discutir principalmente formação, exercício profissional e legislação. O diretor-presidente da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros, esteve presente à abertura.

O engenheiro civil José Tadeu da Silva, presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), aproveitou a oportunidade para relembrar os principais acontecimentos na história da criação dos conselhos e das entidades de classe no Brasil, e despertar nos jovens o interesse por fazer parte desse Sistema, que precisa de mobilização para buscar a valorização profissional.

Outro ponto crucial é a revisão da legislação, que está ultrapassada e não corresponde mais aos anseios e necessidades da sociedade. “O Sistema envelheceu, tudo mudou desde 1966”, enfatizou José Tadeu. Propostas de mudanças serão apresentadas, discutidas e votadas, para seguirem ao Congresso Nacional de Profissionais (CNP), que acontecerá em setembro, em Gramado (RS).

As recentes mobilizações populares também foram assunto da discussão, já que a maioria das demandas da sociedade está diretamente ligada à Engenharia. Mobilidade urbana, energia, saneamento, construções de hospitais, de escolas, de estradas, todas essas obras e serviços só podem ser realizados por profissional registrado no conselho, de modo a garantir a devida segurança à população.

O exercício ilegal da profissão e a entrada de estrangeiros para atender à demanda cada vez mais crescente por engenheiros foram preocupações levantadas pelo presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe (Crea-SE), o engenheiro civil Jorge Roberto Silveira. “A Argentina não permite que os nossos profissionais atuem por lá. Por que devemos deixar que estrangeiros assumam os nossos postos de trabalho?” questionou.

Promovido pelo Crea-SE, o evento contou com apoio das entidades de classe e das instituições de ensino do Estado.  O engenheiro agrônomo Arício Resende Silva, coordenador do congresso, destacou que “a finalidade precípua é a discussão e a definição de políticas estratégicas, planos e programas que promovam a integração”.

Compuseram a mesa de abertura o engenheiro agrônomo Cláudio Pereira Calheiros, presidente da Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais dos Creas; o engenheiro agrônomo Naum de Araújo, Presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Sergipe (AEASE); representando o prefeito de Aracaju, João Alves, o engenheiro civil, Luis Durval Machado Tavares, secretário de Infraestrutura; representando o governador em exercício, Jackson Barreto, o engenheiro agrônomo José Macedo Sobral, secretário da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário; e o deputado estadual Pastor Antônio dos Santos.

O 6º CEP contou também com a presença do conselheiro federal, o engenheiro mecânico Carlos Antônio de Magalhães; do presidente da Mútua-SE, o engenheiro agrônomo João Bosco Lima e de representantes das entidades de classe, os engenheiros civis Augusto Duarte e Rosivaldo Ribeiro, em nome do SENGE-SE, e Dilson Luiz, em nome do CESE; o geólogo Moacyr de Lins Wanderley, pela AGESE; o téc. eletrotécnica Roberto Santos Sampaio, pelo SINTEC; além de todos os conselheiros regionais, profissionais do Sistema e estudantes que prestigiaram a solenidade de abertura.

 

Foto: Crea-SE

Fonte: Crea-SE –  com alterações.

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