Estudo sobre indicadores de desempenho na Mútua é apresentado no Confea


Na primeira foto, o diretor de Benefícios da Mútua, Jorge Silveira (à direita), à mesa diretiva dos trabalhos; à esquerda, o coordenador da Câmara de Agrimensura, Léu Soares de Oliveira, e o vice-presidente do Confea, Antonio Carlos Albério – que presidiu o início da Sessão. Na segunda foto, Jorge Silveira durante sua apresentação

Um estudo bastante abrangente, realizado pelo consultor eng. civil Romildo Cavalcante, extraiu e sintetizou uma série de dados e informações acerca das atividades da Mútua, aspectos relacionados à Instituição e prospecções no âmbito da sua atuação. O trabalho, que foi apresentado aos 27 presidentes de Creas nessa segunda-feira (11), durante reunião do CP, em Curitiba (PR), também foi objeto de explanação nesta quarta-feira, no Plenário do Confea.

Falando aos conselheiros federais, o diretor de Benefícios da Mútua, eng. civil Jorge Roberto Silveira, indicou as principais conclusões da análise, ao apresentar o relatório mensal das atividades da Mútua na 1429ª Sessão Plenária do Conselho Federal. Jorge Silveira, o proponente à Diretoria Executiva da realização do estudo na Mútua e tendo acompanhado trabalho similar no universo dos Creas, quando ocupava o cargo de coordenador do CP, destacou a importância de as organizações conhecerem e adotarem parâmetros desta natureza. “Indicadores são muito importantes, pois nos dão o embasamento necessário nas tomadas de decisão e mostram equívocos que precisam ser sanados”, ponderou.

Essa definição de indicadores ainda está em curso na Mútua, mas informações relevantes já foram identificadas com as primeiras etapas do projeto. Ao final, a Caixa de Assistência pretende ter uma visão sistêmica e ampla de sua atual situação, projeções de possíveis cenários e sugestão das ações mais adequadas. Com isso, espera-se ser possível afirmar o quanto a Instituição pode crescer e quais são os gargalos que precisam ser fechados. Entre os dados apontados pelo diretor de Benefícios, destaca-se o perfil geral do associado Mútua, que tem idade média de 45 anos e, em sua maioria, é formado por profissionais de nível superior. “Isso mostra que precisamos estar mais nas escolas técnicas”, defendeu Jorge Silveira.


O diretor administrativo da Mútua, eng. civil Julio Fialkoski, acompanhou a apresentação no Confea

Mesmo sendo a primeira versão do estudo, conforme explicou o diretor da Mútua, os indicadores já levantados, em conjunto com o novo planejamento estratégico da Instituição e a Carta de Serviços da gestão, já possibilitaram a construção de metas primordiais para a melhoria das atividades, como o estabelecimento de política de atração de novos sócios, implantação ampla de estratégias de defesa da ART, o fortalecer da política de investimentos, criação de programa de gestão patrimonial, promoção de campanhas sociais e o desenvolvimento e a execução de um planejamento de marketing.

A apresentação da metodologia aos conselheiros federais também teve o objetivo de incluí-los na discussão, dando-lhes oportunidade de analisar o estudo e sugerir aprimoramentos. Já neste primeiro contato, os conselheiros eng. agr. Daniel Salati, eng. eletric. Carlos Neves, eng. civ. Alessandro Machado, eng. civ. Paulo Laércio, eng. eletric. Jolindo Rennó, eng. agr. Francisco Soares e eng. civ. Osmar Barros, fizeram suas considerações e parabenizaram a Mútua pelo trabalho. Foram sugeridas algumas inclusões na proposta, como a adoção de uma didática mais simplificada de exposição dos dados e que para cada indicador seja apontada a meta desejada pela Mútua, entre outras.

“Indicadores são muito importantes e mostram o compromisso da Mútua com os profissionais”, ressaltou Alessandro Machado. Jolindo Renó também salientou a relevância desse trabalho e disse que está acompanhando a “preocupação que a atual Diretoria Executiva da Mútua está tendo em exercer uma gestão transparente”. Já o conselheiro Daniel Salati se atentou para um dado apresentado: Regionais da Mútua de estados menores concedem mais benefícios por profissional, proporcionalmente em relação a estados maiores. “Isso mostra as necessidades dos profissionais em cada estado e, também, que a Mútua está cumprindo seu papel de auxílio aos que mais precisam”, avaliou Salati.


Conselheiros federais relataram suas opiniões sobre o estudo da Mútua acerca dos indicadores


 

Fonte e fotos: Gecom/Mútua

 

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