Bioecologia do Aedes aegypti é tema de palestra na Mútua

Os colaboradores da Mútua participaram, na quarta-feira (2), de mais uma ação da Campanha de Combate ao Mosquito Aedes aegypti "QUERO MAIS SAÚDE. XÔ MOSQUITO!", promovida desde o mês passado pela Instituição. Foi realizada na Sede da Instituição, com transmissão ao vivo pela internet para todas as Regionais, palestra com a temática a “Bioecologia do Aedes Aegypti”.


A bióloga Janaína Farias durante palestra

Ministrada pela bióloga Janaína Farias e a técnica em Saúde Amália Machado, da Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, a apresentação abordou temas como características, estágios de desenvolvimento e hábitos do mosquito, doenças por ele transmitidas, formas de prevenção e dicas de ações de combate mais efetivas.

De acordo com Janaína, a melhor forma de combater o inseto, e consequentemente as doenças por ele disseminadas, é cada um fazendo a sua parte e eliminando os criadouros. “A fêmea do mosquito, a única que pica humanos e transmite doenças, vive cerca de um mês. Nesse período ela chega a colocar mais de mil ovos, que sobrevivem por até 400 dias aguardando por água para eclodir. Evitar que estes se transformem em mosquitos é a maneira mais eficaz de combate”, frisou.


Colaboradores ao fim da palestra recebem explicações da técnica em Saúde Amália Machado

Para tanto, afirmou, que o ideal é estar atendo e eliminar possíveis criadouros, sejam eles artificiais (lixo, pneus, calhas, caixas d’água, etc.), ou naturais (troncos, folhas e plantas que acumulam água). Isto porque, segundo ela, existem meios para acabar com as larvas (larvicida) e com o mosquito (venenos e fumacê), mas a única forma de eliminar os ovos e a pupa do mosquito (fase intermediária no ciclo de desenvolvimento do mosquito)  é se livrando adequadamente dos recipientes que os contém.

 

Fonte: Gecom/Mútua

 

 

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