Em Fortaleza (CE), Mútua apresenta ações de modernização da Instituição durante reunião do Colégio de Presidentes


CP discute uniformização de procedimentos, temas relacionados à área tecnológica e assuntos institucionais e políticos de abrangência do Sistema

A 2ª Reunião do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Creas e Mútua (CP) foi aberta, na manhã dessa quarta-feira (22), no Ponta Mar Hotel, em Fortaleza (CE).  A pauta do encontro enfoca propostas apresentadas pelos Creas, como a que trata da alteração da legislação do Sistema relativa à cobrança de taxas, contribuições e multas, GT Educação à Distância, Tabela de Obras e Serviços para registro da ART e Cadastro Ambiental Rural. A reunião discutirá, dentre outros assuntos, as providências para a realização da 72ª Soea, que acontecerá na capital cearense no mês de setembro próximo.

Coube ao presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil José Tadeu da Silva, dar início ao evento. Na ocasião, o presidente do Crea-CE, engenheiro civil Victor Frota Pinto, saudou a todos os presentes, ressaltou sua satisfação em ser o anfitrião do CP e desejou uma reunião com discussões proveitosas. “Sejam bem-vindos à Fortaleza.  Esperamos que trabalhemos durante esses três dias com espírito de cordialidade e coleguismo”, disse Victor Frota Pinto.

Também o coordenador da CP, o presidente do Crea-BA e engenheiro mecânico Marco Antônio Amigo, saudou os presidentes dos Regionais e parabenizou o Crea-CE pela forma como se organizou para receber o CP. “Temos uma pauta extensa”, citou. Ainda na manhã de ontem, os presentes começaram a discutir questões institucionais, administrativas e políticas, tendo em vista a tornar os Creas mais eficientes e minimizar dificuldades.

O presidente do Confea, José Tadeu, discorreu sobre a agenda institucional do Confea, de janeiro a abril deste ano. Explicou sobre as iniciativas desenvolvidas junto ao Senado e à Câmara Federal, objetivando solicitar mais empenho dos parlamentares no encaminhamento dos projetos que tramitam no Congresso Nacional, relacionados às profissões que compõem o Sistema Confea/Crea e Mútua. Entre esses projetos citou o que criminaliza o exercício da engenharia por pessoa não habilitada, assim como também o projeto que define como Carreira de Estado as atividades de engenharia e arquitetura no setor público.

A mesa dos trabalhos foi composta pelo presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), José Tadeu da Silva, pelo coordenador do CP, presidente do Crea-BA, Marco Antônio Amigo, pelo coordenador-adjunto do CP, presidente do Crea-MT, Juarez Silveira, pelo presidente do Crea-CE, anfitrião do evento, Victor César da Frota Pinto, e pelo diretor de Tecnologia da Mútua, Antônio Salvador da Rocha. A reunião segue até sexta-feira (25).

A reunião contou, ainda, nesse primeiro dia, com a presença do presidente nacional da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros, e dos diretores da Caixa de Assistência, engenheiro agrônomo Ricardo Antonio de Arruda Veiga (diretor de Benefícios) e engenheiro agrônomo Luiz Alberto Freitas Pereira (diretor administrativo). Já hoje, segundo dia do CP, o diretor financeiro da Mútua, técnico em Edificações Lino Gilberto da Silva, também se reúne aos demais diretores da Mútua para acompanhar os trabalhos do encontro.

Tecnologia e informação

O diretor de tecnologia da Mútua, também ex-presidente do Crea-CE, realizou exposição mostrando as ações desenvolvidas na Mútua para torná-la mais eficiente e para melhor atender aos profissionais registrados no Sistema. Salvador detalhou algumas das mudanças realizadas para melhor operacionalizar o site e ampliar o sistema de informação e informatização da Mútua. “Nosso objetivo é otimizar a comunicação, bem como acabar com a circulação de papel, através da utilização das novas tecnologias”, frisou.

Já o presidente do Crea-SE, engenheiro-agrônomo Arício Resende, observou que o Brasil é detentor de uma triste estatística: é o campeão mundial no uso de agrotóxicos. O País, adiantou, também lidera o ranking de comercialização desses produtos. “A questão é séria, estamos nos alimentando com veneno”, disse, defendendo uma participação mais efetiva do Sistema Confea/Creas na questão, uma vez que o Sistema acompanha o receituário agronômico, através de suas câmaras especializadas. “Desse modo, proponho uma maior participação do sistema no Encontro de Fiscalização e Seminário sobre Agrotóxico (Enfisa), previsto para o período de 18 a 22 de maio deste ano”, registrou.

 

Fonte: Crea-CE (com inserções)

Fotos: Crea-CE

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