GT da Mútua no Confea trata da descentralização das Regionais


GT da Mútua, no Confea, tem debatido inúmeras ações para o aperfeçoamento das atividades da Instituição

A descentralização administrativo-financeira desenvolvida pela atual gestão da Mútua avançou bastante, a ponto de a distribuição de benefícios hoje alcançar valores superiores à arrecadação proporcionada pelas Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs). A informação foi prestada pelo diretor de Benefícios da Mútua, engenheiro agrônomo Ricardo Veiga, durante o primeiro dia da quarta reunião do GT Mútua, realizada nessa segunda (30), na sede do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Também participaram dos trabalhos, nesse primeiro dia, o diretor de Tecnologia da Mútua, engenheiro eletricista Antonio Salvador da Rocha, o conselheiro federal e coordenador do GT, engenheiro agrônomo Mário Amorim, o conselheiro federal engenheiro mecânico Paulo Roberto Lucas Viana (convidado) e o engenheiro eletricista Marcos Vinícius Santiago (representante do Colégio de Presidentes).

Durante a abertura das atividades, Salvador destacou os avanços da descentralização tecnológica da entidade, também conduzida pela atual gestão. Ainda nesse primeiro dia da reunião, o coordenador do GT, enfatizou a oportunidade de conhecer ainda mais o universo da Caixa de Assistência. "A atual diretoria desenvolveu ferramentas de gestão para concessão, avaliação e controle dos benefícios, entre outras ações que contribuem para que avanços possam ser registrados na trajetória da Mútua", disse o coordenador do GT.

Já nessa terça-feira (31), segundo dia da reunião, o diretor-presidente da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros e o diretor administrativo, engenheiro agrônomo Luiz Alberto Freitas Pereira, também marcaram presença nos debates do Grupo que, em reuniões anteriores, já vêm discutindo temas como plano de saúde e plano de previdência. Como convidado, o engenheiro civil e de Segurança do Trabalho Júlio Fialkoski, ex-vice-presidente do Confea, também acompanhou o encerramento das atividades do GT Mútua.


Salvador e o coordenador do GT, Mário Amorim

“Liberdade assistida”

O diretor de Benefícios Ricardo Veiga destacou que o primeiro grande passo para a descentralização administrativo-financeira da Mútua foi dado durante a gestão anterior, tendo o arquiteto Wellington Costa como diretor-presidente e Cláudio Calheiros o diretor de Benefícios. “Desde essa época, os benefícios passaram a ser feitos pelas Caixas dos estados. Mas na atual gestão, fortalecemos muito essa descentralização, antes conduzida pela Diretoria Executiva em Brasília”.

Segundo Veiga, foi implementada, objetivamente, uma descentralização da liberação de recursos para divulgação da Mútua perante os Creas e as entidades, por meio do estabelecimento de tabelas com os limites para gastos, de conhecimento e transparente para todos. “Há menos de um ano, cada Caixa ganhou autonomia para promover a liberação de recursos para divulgação institucional e de benefícios da Mútua. Mas isso funciona como uma ‘liberdade assistida’, dentro de parâmetros preestabelecidos. Agora, pretendemos aumentar os limites para as Caixas, com mais recursos. Este é o maior salto para intensificar o aproveitamento dos benefícios, demos mais agilidade a esse fluxo”.

 

Fonte: Confea (com inserções)

Fotos: Confea

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